A chegada de um novo animal pode virar a rotina (e a casa) de cabeça para baixo! Mas, quando se trata de um filhote, é necessário tomar ainda mais cuidados para garantir que a residência seja segura e bem equipada para acompanhar todas as fases do pequeno. A delimitação de um ambiente próprio para o pet e portas de segurança são táticas comuns para preparar o lar para a chegada do novo membro da família. A seguir, confira mais dicas essenciais:
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1. Remova itens perigo do alcance do filhote
Remova itens de perigo que possam ser facilmente alcançados pelos filhotes, como brinquedos pequenos, fios e pilhas
Freepik/wirestock/Creative Commons
Para os filhotes, seja de gato, seja de cachorro, tudo é novidade. Não é incomum que, com a curiosidade, os peludinhos queiram se aproximar de tudo que esteja ao alcance deles, podendo até colocar dentro da boca.
“Remova ou guarde itens pequenos e perigosos, como pilhas, elásticos, brinquedos de crianças, sacos plásticos e fios soltos. Filhotes mordem e engolem objetos com muita frequência”, pontua a médica veterinária Aline Crunfli.
2. Invista em telas para lugares altos e janelas
Invista em portas, grades ou telas de proteção para impedir o filhote de entrar em áreas inseguras
Freepik/Creative Commons
À medida que os animais reconhecem o território e se acostumam com situações de risco, garantir sua segurança é fundamental — sobretudo em casas com mais de um andar ou janelas de fácil acesso. Para prevenir acidentes, instale telas protetoras em escadas, desníveis e janelas, evitando quedas e protegendo o bem-estar dos pets.
As portas de segurança, comuns em moradas com bebês e escadas, também ajudam a impedir que filhotes acessem áreas perigosas. No caso dos gatos, porém, só funcionam se forem inteiras, visto que eles podem facilmente saltar grades. Além disso, é essencial isolar locais de risco, como piscinas, garagens, áreas com ferramentas, caixas de lixo e portões, garantindo a proteção dos bichanos.
3. Separe o filhote de outros animais
Ao chegar em casa, mantenha o novo integrante da família separado de outros animais para ele se acostumar com o ambiente
Freepik/pikisuperstar/Creative Commons
Caso este não seja seu primeiro pet, é importante introduzir o filhote aos novos companheiros com calma. “Seja filhote, seja adulto, sempre tem que separar o novo integrante no momento em que ele chega, colocando-o em um cômodo separado para este se ambientar com os barulhos da casa e da rotina, como a cozinha e o aspirador”, sugere a médica veterinária Beatriz Mattes, especializada no atendimento de felinos e responsável técnica da organização sem fins lucrativos Catland – Adoção de Gatinhos.
Também é importante ajudar o pet a se acostumar aos cheiros da residência, levando panos ou peças de roupa que transmitam os aromas do lar. Esse cuidado facilita a adaptação, torna o processo mais tranquilo e reduz possíveis bagunças causadas pelo excesso de estímulos.
Além disso, é primordial planejar a socialização e a exposição controlada. Enquanto o novo integrante da família não tem todas as vacinas, evite contato com bichos desconhecidos e acesso à rua.
4. Proteja fios e tomadas
Use protetores de tomada e canaletas para proteger o filhote de choques ou ingestão de cabos
Unsplash/Kelly Sikkema/Creative Commons
Assim como na chegada de bebês, proteja fios e tomadas com protetores e canaletas para evitar choques ou ingestão.
5. Reduza itens de risco na decoração
Durante o período de adaptação do filhote, retire decorações frágeis ou excessivas
Freepik/wirestock/Creative Commons
Objetos frágeis, como itens de vidro, quadros ou decorações, representam risco para filhotes: além de poderem ser derrubados e quebrados, podem ferir o animal e causar a perda das peças. “O filhote é curioso, vai tentar derrubar. Quanto menos coisas você tiver, até que eles acostumem, mais seguros estarão”, coloca Beatriz.
6. Tire substâncias químicas do alcance
Tire substâncias químicas e remédios do alcance do filhote!
Freepik/jcomp/Creative Commons
Se produtos de limpeza ou medicamentos estiverem em locais de fácil acesso ao filhote, transfira-os para armários altos ou com trava de segurança.
7. Delimite um ambiente para o filhote
Designe um espaço específico para que o filhote possa descansar e criar sua rotina no lar
Freepik/Creative Commons
Montar um cantinho específico para o filhote não é bom apenas para manter o peludo seguro, mas também para criar disciplina e rotina. “O espaço deve ser tranquilo e equipado com cama, potes para comida e água, brinquedos e tapete higiênico ou caixa de areia para as necessidades”, indica Aline.
8. Dê atenção ao jardim!
Se atente a espécies tóxicas no jardim ou dentro da residência que possam ser facilmente ingeridas pelo filhote
Freepik/ArtPhoto_studio/Creative Commons
Algumas plantas e flores são tóxicas para pets; por isso, é essencial verificar o jardim e retirar espécies que possam prejudicar os animais. Entre as mais perigosas estão lírios, azaleias, tulipas, lírio-da-paz, antúrio, espada-de-são-jorge, comigo-ninguém-pode, mamona e costela-de-adão.
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9. Tenha brinquedos apropriados
Tenha brinquedos apropriados para o pet recém chegado se entreter e não fazer bagunça em casa
Freepik/wirestock/Creative Commons
Os filhotes têm energia de sobra e a falta de brinquedos apropriados pode levar os peludos à curiosidade de beliscar móveis ou sapatos. “Compre brinquedos resistentes, sem partes que se soltem. Evite, também, bolas muito pequenas e brinquedos com enchimento facilmente rasgáveis”, alerta Aline.
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1. Remova itens perigo do alcance do filhote
Remova itens de perigo que possam ser facilmente alcançados pelos filhotes, como brinquedos pequenos, fios e pilhas
Freepik/wirestock/Creative Commons
Para os filhotes, seja de gato, seja de cachorro, tudo é novidade. Não é incomum que, com a curiosidade, os peludinhos queiram se aproximar de tudo que esteja ao alcance deles, podendo até colocar dentro da boca.
“Remova ou guarde itens pequenos e perigosos, como pilhas, elásticos, brinquedos de crianças, sacos plásticos e fios soltos. Filhotes mordem e engolem objetos com muita frequência”, pontua a médica veterinária Aline Crunfli.
2. Invista em telas para lugares altos e janelas
Invista em portas, grades ou telas de proteção para impedir o filhote de entrar em áreas inseguras
Freepik/Creative Commons
À medida que os animais reconhecem o território e se acostumam com situações de risco, garantir sua segurança é fundamental — sobretudo em casas com mais de um andar ou janelas de fácil acesso. Para prevenir acidentes, instale telas protetoras em escadas, desníveis e janelas, evitando quedas e protegendo o bem-estar dos pets.
As portas de segurança, comuns em moradas com bebês e escadas, também ajudam a impedir que filhotes acessem áreas perigosas. No caso dos gatos, porém, só funcionam se forem inteiras, visto que eles podem facilmente saltar grades. Além disso, é essencial isolar locais de risco, como piscinas, garagens, áreas com ferramentas, caixas de lixo e portões, garantindo a proteção dos bichanos.
3. Separe o filhote de outros animais
Ao chegar em casa, mantenha o novo integrante da família separado de outros animais para ele se acostumar com o ambiente
Freepik/pikisuperstar/Creative Commons
Caso este não seja seu primeiro pet, é importante introduzir o filhote aos novos companheiros com calma. “Seja filhote, seja adulto, sempre tem que separar o novo integrante no momento em que ele chega, colocando-o em um cômodo separado para este se ambientar com os barulhos da casa e da rotina, como a cozinha e o aspirador”, sugere a médica veterinária Beatriz Mattes, especializada no atendimento de felinos e responsável técnica da organização sem fins lucrativos Catland – Adoção de Gatinhos.
Também é importante ajudar o pet a se acostumar aos cheiros da residência, levando panos ou peças de roupa que transmitam os aromas do lar. Esse cuidado facilita a adaptação, torna o processo mais tranquilo e reduz possíveis bagunças causadas pelo excesso de estímulos.
Além disso, é primordial planejar a socialização e a exposição controlada. Enquanto o novo integrante da família não tem todas as vacinas, evite contato com bichos desconhecidos e acesso à rua.
4. Proteja fios e tomadas
Use protetores de tomada e canaletas para proteger o filhote de choques ou ingestão de cabos
Unsplash/Kelly Sikkema/Creative Commons
Assim como na chegada de bebês, proteja fios e tomadas com protetores e canaletas para evitar choques ou ingestão.
5. Reduza itens de risco na decoração
Durante o período de adaptação do filhote, retire decorações frágeis ou excessivas
Freepik/wirestock/Creative Commons
Objetos frágeis, como itens de vidro, quadros ou decorações, representam risco para filhotes: além de poderem ser derrubados e quebrados, podem ferir o animal e causar a perda das peças. “O filhote é curioso, vai tentar derrubar. Quanto menos coisas você tiver, até que eles acostumem, mais seguros estarão”, coloca Beatriz.
6. Tire substâncias químicas do alcance
Tire substâncias químicas e remédios do alcance do filhote!
Freepik/jcomp/Creative Commons
Se produtos de limpeza ou medicamentos estiverem em locais de fácil acesso ao filhote, transfira-os para armários altos ou com trava de segurança.
7. Delimite um ambiente para o filhote
Designe um espaço específico para que o filhote possa descansar e criar sua rotina no lar
Freepik/Creative Commons
Montar um cantinho específico para o filhote não é bom apenas para manter o peludo seguro, mas também para criar disciplina e rotina. “O espaço deve ser tranquilo e equipado com cama, potes para comida e água, brinquedos e tapete higiênico ou caixa de areia para as necessidades”, indica Aline.
8. Dê atenção ao jardim!
Se atente a espécies tóxicas no jardim ou dentro da residência que possam ser facilmente ingeridas pelo filhote
Freepik/ArtPhoto_studio/Creative Commons
Algumas plantas e flores são tóxicas para pets; por isso, é essencial verificar o jardim e retirar espécies que possam prejudicar os animais. Entre as mais perigosas estão lírios, azaleias, tulipas, lírio-da-paz, antúrio, espada-de-são-jorge, comigo-ninguém-pode, mamona e costela-de-adão.
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9. Tenha brinquedos apropriados
Tenha brinquedos apropriados para o pet recém chegado se entreter e não fazer bagunça em casa
Freepik/wirestock/Creative Commons
Os filhotes têm energia de sobra e a falta de brinquedos apropriados pode levar os peludos à curiosidade de beliscar móveis ou sapatos. “Compre brinquedos resistentes, sem partes que se soltem. Evite, também, bolas muito pequenas e brinquedos com enchimento facilmente rasgáveis”, alerta Aline.



