A ceia de Natal é um momento de união e alegria, o que faz com que muitos tutores queiram incluir os pets na celebração. Contudo, veterinários alertam: as comidas típicas da festa podem fazer muito mal à saúde do seu amigo de quatro patas.
“Os pets podem participar das celebrações de fim de ano, mas não devem consumir a mesma comida que os humanos. Muitos alimentos comuns nessas ocasiões podem ser tóxicos ou prejudiciais à saúde dos animais. Por isso, é fundamental ter atenção redobrada aos alimentos oferecidos aos pets, especialmente durante as festas, para evitar problemas como intoxicação alimentar”, alerta a médica-veterinária Camila Canno Garcia, do Centro Veterinário Seres.
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O que pode acontecer se o pet comer a comida da ceia?
É importante reforçar a atenção dos responsáveis para evitar ao máximo que os pets tenham acesso a alimentos tóxicos
Alin Luna/Unsplash
Segundo Camila, alimentos muito temperados merecem atenção especial, pois ingredientes como cebola e alho podem ser tóxicos para os pets e levar a quadros de intoxicação e pancreatite. Os ossos cozidos também representam um grande risco, visto que podem se quebrar e causar asfixia, obstruções ou perfurações gástricas e intestinais.
Entre os alimentos mais perigosos das festas de fim de ano para os pets, lembra a veterinária, estão as uvas e uvas-passas, que podem causar insuficiência renal aguda nos cães. No que diz respeito às sobremesas, tampouco elas estão liberadas. O chocolate, por exemplo, é altamente tóxico, devido a uma substância chamada xantina, que ocasiona vômitos, diarreia, e pode provocar tremores e até convulsões. Já as frutas cristalizadas e o consumo excessivo de açúcar são de difícil digestão, gerando problemas gastrointestinais.
“É importante reforçar a atenção dos responsáveis para evitar ao máximo que os pets tenham acesso a alimentos tóxicos. Durante as festas, eles podem se aproveitar da movimentação para pegar guloseimas que caem no chão, ou até mesmo revirar o lixo. Por isso, o ideal é manter a comida fora do alcance dos pets e garantir que o lixo esteja bem fechado. Além disso, é fundamental observar qualquer sintoma diferente, como vômitos, diarreia, dores abdominais, salivação excessiva ou gases. Caso o pet apresente algum desses sinais, o tutor deve procurar um médico-veterinário quanto antes”, recomenda Camila.
Como inserir os pets na celebração
Peetiscos caseiros sem temperos, ou industrializados feitos para os animais, são maneiras seguras de inserir os pets na ceia
Karola G/Pexels
Não é porque os pets não devem comer a comida humana, que eles não podem participar da celebração natalina. Uma alternativa são os petiscos caseiros, feitos sem tempero, com cenoura, ou outros legumes liberados para os animais, ou ainda os petiscos industrializados feitos especialmente para os pets.
“Os petiscos natalinos prontos, a exemplo de panetone pet, vendidos em lojas de nicho, podem ser uma saída. Mas, sempre devemos ter cautela quando ofertamos algum alimento pela primeira vez ao animal. O ideal é oferecer aos poucos e ir observando a reação do pet antes de ofertar novamente”, aconselha a médica-veterinária Aline Zoppa, cordenadora do Complexo Médico Veterinário da Anhembi Morumbi.
Independentemente da escolha, se petisco pronto, ou caseiro, as profissionais lembram que a guloseima deve sempre ser servida como complemento, ou seja, sem substituir a alimentação habitual do animal.
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“Os pets podem participar das celebrações de fim de ano, mas não devem consumir a mesma comida que os humanos. Muitos alimentos comuns nessas ocasiões podem ser tóxicos ou prejudiciais à saúde dos animais. Por isso, é fundamental ter atenção redobrada aos alimentos oferecidos aos pets, especialmente durante as festas, para evitar problemas como intoxicação alimentar”, alerta a médica-veterinária Camila Canno Garcia, do Centro Veterinário Seres.
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Alin Luna/Unsplash
Segundo Camila, alimentos muito temperados merecem atenção especial, pois ingredientes como cebola e alho podem ser tóxicos para os pets e levar a quadros de intoxicação e pancreatite. Os ossos cozidos também representam um grande risco, visto que podem se quebrar e causar asfixia, obstruções ou perfurações gástricas e intestinais.
Entre os alimentos mais perigosos das festas de fim de ano para os pets, lembra a veterinária, estão as uvas e uvas-passas, que podem causar insuficiência renal aguda nos cães. No que diz respeito às sobremesas, tampouco elas estão liberadas. O chocolate, por exemplo, é altamente tóxico, devido a uma substância chamada xantina, que ocasiona vômitos, diarreia, e pode provocar tremores e até convulsões. Já as frutas cristalizadas e o consumo excessivo de açúcar são de difícil digestão, gerando problemas gastrointestinais.
“É importante reforçar a atenção dos responsáveis para evitar ao máximo que os pets tenham acesso a alimentos tóxicos. Durante as festas, eles podem se aproveitar da movimentação para pegar guloseimas que caem no chão, ou até mesmo revirar o lixo. Por isso, o ideal é manter a comida fora do alcance dos pets e garantir que o lixo esteja bem fechado. Além disso, é fundamental observar qualquer sintoma diferente, como vômitos, diarreia, dores abdominais, salivação excessiva ou gases. Caso o pet apresente algum desses sinais, o tutor deve procurar um médico-veterinário quanto antes”, recomenda Camila.
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Karola G/Pexels
Não é porque os pets não devem comer a comida humana, que eles não podem participar da celebração natalina. Uma alternativa são os petiscos caseiros, feitos sem tempero, com cenoura, ou outros legumes liberados para os animais, ou ainda os petiscos industrializados feitos especialmente para os pets.
“Os petiscos natalinos prontos, a exemplo de panetone pet, vendidos em lojas de nicho, podem ser uma saída. Mas, sempre devemos ter cautela quando ofertamos algum alimento pela primeira vez ao animal. O ideal é oferecer aos poucos e ir observando a reação do pet antes de ofertar novamente”, aconselha a médica-veterinária Aline Zoppa, cordenadora do Complexo Médico Veterinário da Anhembi Morumbi.
Independentemente da escolha, se petisco pronto, ou caseiro, as profissionais lembram que a guloseima deve sempre ser servida como complemento, ou seja, sem substituir a alimentação habitual do animal.
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