A escritora Socorro Acioli (@socorroacioli) compartilhou com exclusividade à Casa e Jardim a sua peça de apego: aquele objeto repleto de significados afetivos, que ela não doa, não vende e não empresta.
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Trata-se de azulejos de Udo Knoff, que representavam os orixás de Jorge Amado e de Zélia Gattai. Saiba mais:
“Em 2011, fui a Salvador fazer uma pesquisa no acervo de cartas trocadas entre Gabriel García Márquez e Jorge Amado. Fui recebida por Paloma Amado, filha de Jorge e Zélia. Ela me deu a honra de visitar a casa do Rio Vermelho, antes de ser reformada e aberta ao público. Fiquei apaixonada pelos móveis de alvenaria com desenhos de Carybé nos azulejos de Udo Knoff, que representavam os orixás de Jorge e de Zélia. Por coincidência, são os orixás que me guiam. Procurei pedaços de azulejos para ter de lembrança, mas não achei. Quando fui à casa de Paloma, ela me deu uma bandeja com os azulejos dos orixás e contou que sua mãe mandou fazer com as peças que sobraram da obra. Deixo na parede da minha casa.”
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Trata-se de azulejos de Udo Knoff, que representavam os orixás de Jorge Amado e de Zélia Gattai. Saiba mais:
“Em 2011, fui a Salvador fazer uma pesquisa no acervo de cartas trocadas entre Gabriel García Márquez e Jorge Amado. Fui recebida por Paloma Amado, filha de Jorge e Zélia. Ela me deu a honra de visitar a casa do Rio Vermelho, antes de ser reformada e aberta ao público. Fiquei apaixonada pelos móveis de alvenaria com desenhos de Carybé nos azulejos de Udo Knoff, que representavam os orixás de Jorge e de Zélia. Por coincidência, são os orixás que me guiam. Procurei pedaços de azulejos para ter de lembrança, mas não achei. Quando fui à casa de Paloma, ela me deu uma bandeja com os azulejos dos orixás e contou que sua mãe mandou fazer com as peças que sobraram da obra. Deixo na parede da minha casa.”



