A horta comunitária instalada em um espaço cedido por Zeca Pagodinho, em sua propriedade em Duque de Caxias (RJ), começou a ganhar forma em julho de 2025 com um propósito claro: produzir alimentos para moradores da região e abastecer cozinhas solidárias. Implantado em uma área de 8 mil m² antes ocupada por pastagens, o cultivo agroecológico reúne frutas, verduras e legumes.
“A ideia da horta foi do meu filho Louiz Carlos, diretor geral do Instituto Zeca Pagodinho, junto com parceiros. Quando ele me contou, pensei logo na possibilidade de dispor o terreno. Achei a ideia muito boa porque ela tem como objetivo abastecer a mesa de quem precisa”, conta Zeca com exclusividade à Casa e Jardim.
A produção de alimentos já ultrapassa 1 tonelada e o projeto também aposta na educação. A horta foi implantada em parceria com a Organização Cidade Sem Fome e é cuidada por agricultores formados no próprio Instituto Zeca Pagodinho, em cursos realizados com parceiros como EMATER, Embrapa e UFRRJ.
Louiz Carlos, filho de Zeca Pagodinho, e diretor geral do Instituto lidera a iniciativa da horta comunitária
Maria Carollina Gomes/Divulgação
Essas parcerias são viabilizadas por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. O projeto está alinhado à política de combate à fome do governo federal e atende a mais de dez Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.
O plantio começou em junho de 2025. Pouco tempo depois, os resultados já começaram a aparecer. No final de julho, houve a primeira colheita. Desde então, a produção se mantém constante. Hoje, a colheita média é de 100 a 150 kg de alimentos por semana.
Leia mais
“O programa contempla diversos projetos com foco em mitigar problemas ambientais que a região enfrenta, como o desmatamento, o mau uso dos recursos naturais e a fome. A missão da horta é combater a insegurança alimentar”, acrescenta Louiz Carlos.
A horta comunitária alimenta diversas famílias da região e produz de 100 a 150 kg de alimentos por semana
Maria Carollina Gomes/Divulgação
A transformação do terreno exigiu trabalho contínuo e decisões técnicas cuidadosas, frente às dificuldades de converter uma área de pastagem em uma horta agroecológica. “O solo encharcado e o período de fortes chuvas são os principais desafios que enfrentamos. Proteger o solo sem o uso de agrotóxicos também tem sido desafiador, mas estamos conseguindo”, revela Louiz.
Para Zeca Pagodinho, a horta tem cumprido seu principal objetivo: trazer alimento na mesa das famílias que precisam. O cantor também destaca que a iniciativa não nasceu com a intenção de alcançar grandes proporções. O crescimento, segundo ele, veio como consequência.
“Não pensamos em muita coisa quando fazemos projetos, fazemos porque achamos que pode contribuir positivamente na vida das famílias. Que bom que ele está dando certo porque assim estimula outras pessoas a fazerem o mesmo”, afirma Zeca. As famílias beneficiadas são aquelas cadastradas no Instituto, enquanto as cozinhas solidárias são escolhidas pelo Fórum de Cozinhas Solidárias, parceiro na distribuição da produção.
Louiz Carlos é o diretor geral do Instituto Zeca Pagodinho e comanda todas as principais atividades da horta
Maria Carollina Gomes/Divulgação
À frente da operação diária e da condução técnica, Louiz Carlos vê o projeto como um processo em construção. O cuidado com a terra, a formação das equipes e o planejamento da produção caminham juntos. A horta está sendo implementada dentro de um sistema agroflorestal (SAF), onde as culturas são selecionadas para proteger e potencializar a produção da horta.
Além disso, a escolha do que plantar varia ao longo do ano e depende de fatores como estação do ano, período de chuvas e adaptação das culturas ao solo. Para os próximos anos, o objetivo é aumentar exponencialmente a plantação.
Leia mais
“Queremos dobrar de tamanho e ser um espaço aberto para a visitação de escolas e de projetos de educação ambiental, e um centro técnico de agricultura na região. Queremos ser um grande centro de difusão de conhecimento socioambiental”, finaliza Louiz.
“A ideia da horta foi do meu filho Louiz Carlos, diretor geral do Instituto Zeca Pagodinho, junto com parceiros. Quando ele me contou, pensei logo na possibilidade de dispor o terreno. Achei a ideia muito boa porque ela tem como objetivo abastecer a mesa de quem precisa”, conta Zeca com exclusividade à Casa e Jardim.
A produção de alimentos já ultrapassa 1 tonelada e o projeto também aposta na educação. A horta foi implantada em parceria com a Organização Cidade Sem Fome e é cuidada por agricultores formados no próprio Instituto Zeca Pagodinho, em cursos realizados com parceiros como EMATER, Embrapa e UFRRJ.
Louiz Carlos, filho de Zeca Pagodinho, e diretor geral do Instituto lidera a iniciativa da horta comunitária
Maria Carollina Gomes/Divulgação
Essas parcerias são viabilizadas por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. O projeto está alinhado à política de combate à fome do governo federal e atende a mais de dez Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.
O plantio começou em junho de 2025. Pouco tempo depois, os resultados já começaram a aparecer. No final de julho, houve a primeira colheita. Desde então, a produção se mantém constante. Hoje, a colheita média é de 100 a 150 kg de alimentos por semana.
Leia mais
“O programa contempla diversos projetos com foco em mitigar problemas ambientais que a região enfrenta, como o desmatamento, o mau uso dos recursos naturais e a fome. A missão da horta é combater a insegurança alimentar”, acrescenta Louiz Carlos.
A horta comunitária alimenta diversas famílias da região e produz de 100 a 150 kg de alimentos por semana
Maria Carollina Gomes/Divulgação
A transformação do terreno exigiu trabalho contínuo e decisões técnicas cuidadosas, frente às dificuldades de converter uma área de pastagem em uma horta agroecológica. “O solo encharcado e o período de fortes chuvas são os principais desafios que enfrentamos. Proteger o solo sem o uso de agrotóxicos também tem sido desafiador, mas estamos conseguindo”, revela Louiz.
Para Zeca Pagodinho, a horta tem cumprido seu principal objetivo: trazer alimento na mesa das famílias que precisam. O cantor também destaca que a iniciativa não nasceu com a intenção de alcançar grandes proporções. O crescimento, segundo ele, veio como consequência.
“Não pensamos em muita coisa quando fazemos projetos, fazemos porque achamos que pode contribuir positivamente na vida das famílias. Que bom que ele está dando certo porque assim estimula outras pessoas a fazerem o mesmo”, afirma Zeca. As famílias beneficiadas são aquelas cadastradas no Instituto, enquanto as cozinhas solidárias são escolhidas pelo Fórum de Cozinhas Solidárias, parceiro na distribuição da produção.
Louiz Carlos é o diretor geral do Instituto Zeca Pagodinho e comanda todas as principais atividades da horta
Maria Carollina Gomes/Divulgação
À frente da operação diária e da condução técnica, Louiz Carlos vê o projeto como um processo em construção. O cuidado com a terra, a formação das equipes e o planejamento da produção caminham juntos. A horta está sendo implementada dentro de um sistema agroflorestal (SAF), onde as culturas são selecionadas para proteger e potencializar a produção da horta.
Além disso, a escolha do que plantar varia ao longo do ano e depende de fatores como estação do ano, período de chuvas e adaptação das culturas ao solo. Para os próximos anos, o objetivo é aumentar exponencialmente a plantação.
Leia mais
“Queremos dobrar de tamanho e ser um espaço aberto para a visitação de escolas e de projetos de educação ambiental, e um centro técnico de agricultura na região. Queremos ser um grande centro de difusão de conhecimento socioambiental”, finaliza Louiz.



