Novo aeroporto na Etiópia tem projeto de Zaha Hadid Architects e investimento de R$ 67 bilhões

Assinado pelo estúdio britânico Zaha Hadid Architects, o Aeroporto Internacional de Bishoftu está em construção na Etiópia e já nasce com a ambição de se tornar o maior empreendimento de aviação do continente africano. Com investimento estimado em US$ 12,5 bilhões (aproximadamente R$ 67,2 bilhões), o complexo será implantado a cerca de 40 quilômetros ao sul de Adis Abeba e deve posicionar o país como um importante elo entre a África e outros mercados globais.
Com abertura prevista para 2030, o aeroporto terá capacidade anual para cerca de 110 milhões de pessoas
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O projeto é assinado pelo Zaha Hadid Architects
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A etapa inicial do projeto, com abertura prevista para 2030 e operação da Ethiopian Airlines, inclui um terminal de 660 mil m² e duas pistas, dimensionados para receber até 60 milhões de passageiros por ano. Ao final de todas as fases, o aeroporto contará com quatro pistas e áreas para 270 aeronaves, ampliando a capacidade anual para cerca de 110 milhões de pessoas — número que supera em mais de quatro vezes o do atual aeroporto principal do país.
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O aeroporto terá um terminal de 660 mil m² e uma arquitetura feita a partir de um sistema modular de concreto e aço
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A arquitetura aposta em um sistema modular de concreto e aço, com fabricação local em Bishoftu, e em conexões eficientes: o novo aeroporto será ligado a Adis Abeba e ao Aeroporto de Bole por um trem de alta velocidade. O layout do terminal se organiza a partir de um eixo central inspirado no Grande Vale do Rift, estratégia que busca agilizar fluxos internos e reduzir deslocamentos, favorecendo conexões rápidas dentro do próprio complexo.
O aeroporto também contará com hotel, restaurantes e áreas externas com jardins compostos por espécies nativas
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Nos interiores, cada píer terá identidade visual própria, com cores e formas que dialogam com as diferentes regiões da Etiópia. Pensado para passageiros em trânsito, o aeroporto também contará com hotel, restaurantes e áreas externas com jardins compostos por espécies nativas. A sustentabilidade também é um pilar do projeto, que mira a certificação LEED Gold ao incorporar soluções como ventilação natural, proteção solar, uso de energia fotovoltaica e sistemas de drenagem que alimentam áreas úmidas e biossistemas.
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