“A inspiração para o paisagismo vem da própria natureza. Quanto mais natural, melhor”, resume paisagista Rodrigo Oliveira ao descrever o ponto de partida para o paisagismo desta casa paulistana. São 575 m² distribuídos em quatro níveis – subsolo, térreo, primeiro pavimento e terraço – que atendem um jovem casal de empresários. Os moradores, que já tem um filho, optaram por demolir a construção anterior para erguer uma residência capaz de acompanhar o crescimento da família.
O projeto, desenvolvido pelas arquitetas Stephanie Wolff, Beatriz Fujinaka, Andressa Sato, Caroline Zaleski, Marciene Viana, Rebeca Petravicius e Tatiana Strobel, com Michelle Katiki como arquiteta responsável pelo paisagismo, privilegia a intimidade dos moradores ao mesmo tempo em que estabelece um diálogo generoso com o entorno verde.
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O caminho na área externa é de basalto
Fran Parente
A concepção arquitetônica parte de uma contradição: criar privacidade sem abrir mão da conexão com o exterior. “A fachada principal é totalmente fechada para a rua no piso térreo e, no pavimento superior, a privacidade é assegurada pelos brises. Internamente, o paisagismo volumoso traz a sensação de se entrar em um oásis urbano”, explicam as arquitetas. Essa estratégia se traduz em um volume de linhas retas, envolvido por jardins que contrastam com a rigidez construtiva. Maranta-charuto, gaimbé, bastão-do-imperador e filodendro ondulatum compõem as espécies que cobrem os muros e envolvem a morada.
+ Sítio Roberto Burle Marx: a expressão máxima do paisagista no Rio de Janeiro
No living, poltronas MP-97, de Percival Lafer
Fran Parente
Outra poltrona que ocupa o living é a Reversível, de Martin Eisler, na Herança Cultural
Fran Parente
No ambiente de estar integrado, forro de madeira da MadeJapa, porcelanato Folk Ice, da Portobello, painéis de lâmina natural de madeira freijó e iluminação da Prisma
Fran Parente
A sala de jantar tem cadeiras The Chair, de Hans Wegner
Fran Parente
A cozinha recebeu ilha e bancada de Silestone Gris Expo
Fran Parente
A estrutura foi pensada para permitir máxima fluidez no térreo. O uso de lajes nervuradas possibilitou a redução do número de pilares internos, criando grandes vãos que conectam visualmente estar, jantar, cozinha e espaço gourmet. “A ideia era que, com a abertura das esquadrias, toda a área social se convertesse em uma grande varanda, com muita ventilação e contato com a natureza”, contam as profissionais.
No pavimento superior, o projeto inverte a lógica: ali, suítes e escritório garantem recolhimento e conforto ao casal, que costuma trabalhar de casa.
+ Casa Vogue celebra 50 anos com grandes nomes da arquitetura
A suíte tem piso de madeira peroba mica e marcenaria revestida de lâmina natural de freijó
Fran Parente
A luz natural banha a casa através dos brises brancos
Fran Parente
No escritório, tons de azul dialogam com a sobriedade dos elementos amadeirados
Fran Parente
O quarto do bebê ganhou poltrona com padronagem floral e, assim como os outros ambientes, tem vista para o paisagismo
Fran Parente
A luz natural perpassa todos os níveis por meio de grandes aberturas verticais e claraboias, iluminando banheiros e a escada que, moldada in loco em cimento e com corrimão metálico, se impõe como um elemento escultórico entre os pavimentos. Tudo por ali, afinal, é sobre conexão.
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O projeto, desenvolvido pelas arquitetas Stephanie Wolff, Beatriz Fujinaka, Andressa Sato, Caroline Zaleski, Marciene Viana, Rebeca Petravicius e Tatiana Strobel, com Michelle Katiki como arquiteta responsável pelo paisagismo, privilegia a intimidade dos moradores ao mesmo tempo em que estabelece um diálogo generoso com o entorno verde.
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A concepção arquitetônica parte de uma contradição: criar privacidade sem abrir mão da conexão com o exterior. “A fachada principal é totalmente fechada para a rua no piso térreo e, no pavimento superior, a privacidade é assegurada pelos brises. Internamente, o paisagismo volumoso traz a sensação de se entrar em um oásis urbano”, explicam as arquitetas. Essa estratégia se traduz em um volume de linhas retas, envolvido por jardins que contrastam com a rigidez construtiva. Maranta-charuto, gaimbé, bastão-do-imperador e filodendro ondulatum compõem as espécies que cobrem os muros e envolvem a morada.
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