A busca por novas possibilidades de convivência ao ar livre levou a proprietária da casa em Itaúna, MG, a adquirir o terreno vizinho. Com a soma dos dois lotes totalizando 2.362 m², surgiu o desafio de integrar harmoniosamente as áreas externas, missão conduzida pela arquiteta paisagista Flávia D’Urso (@flaviadurso_paisagismo).
A dinâmica familiar da empresária com dois filhos jovens — marcada por momentos de descompressão, recepção de amigos e uso intenso dos espaços externos — exigiu uma articulação precisa entre o projeto da arquiteta Paula Gonçalves Reis (@paulagoncalvesreisarquitetura) e o paisagismo, desenvolvidos em paralelo.
A oliveira e as palmeiras Washingtonia funcionam como elementos esculturais na piscina, com forração de liríope. Espreguiçadeiras da Artefacto e ombrelone da Tidelli. Deque de madeira cumaru, fornecido pela construtora MS Engenharia e Arquitetura Associados
Felipe Araújo/Divulgação
Na área construída total de 643 m², piscina, fogo de chão, academia e área gourmet mantêm um diálogo com o jardim, reforçando a sensação de refúgio, acolhimento e conexão permanente com o exterior.
“O verde não deveria atuar apenas como paisagem complementar, mas como parte ativa da experiência do morar. Entre outros benefícios, tem o ar fresco que atravessa os ambientes, a luz filtrada pela vegetação, e a presença constante de jardins vivos ao abrir as janelas dos quartos”, afirma Flávia.
Bem definidos, reúnem composições com estrelítzia, palmeiras Washingtonia e líriope. Tanto o piso da varanda como o da área gourmet são de Dekton Marmorio, da Cosentino, e as pisadas são de granito siena flameado
Felipe Araújo/Divulgação
O projeto paisagístico prioriza percursos fluidos, áreas de permanência acolhedoras e uma vegetação que, para além de sua função estética, qualifica o uso cotidiano dos ambientes.
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Na entrada, o piso da garagem integrado aos canteiros elimina a percepção de calçada e amplia visualmente o espaço. Na lateral do muro, a composição com bambu-japonês e liríope suaviza o concreto. A presença pontual de palmeiras oferece ritmo e hierarquia ao conjunto.
Palmeiras carpentárias com filodendro ondulado. Rente ao muro, bambu-japonês e liríope
Felipe Araújo/Divulgação
Na piscina, a oliveira e a palmeira Washingtonia assumem protagonismo como elementos esculturais, enquanto um canteiro de estrelítzias complementa os tons quentes do mobiliário externo. Marcantes no projeto original, guaimbês e palmeiras rabo-de-raposa foram retomados no perímetro da piscina, garantindo unidade visual entre os dois lotes.
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De quartzito Emerald Green, fornecido pela FMG Imports e executado pela MGM Mármores, integrada à hidromassagem. O forro de madeira riada é de cumaru
Felipe Araújo/Divulgação
“Distribuídas entre a fachada frontal, as laterais, a área da piscina, o espaço gourmet e o entorno imediato da casa, mais de 30 espécies formam uma paisagem contínua que privilegia textura, volume e sensações — um jardim que organiza o espaço, integra-se à arquitetura e qualifica a experiência cotidiana dos moradores”, conclui a paisagista.
Todas as decisões botânicas partiram dos moradores.”
Fogo de chão executado em granito siena flameado, com lareira da Largrill. Ao fundo, palmeira-de-macarthur com filodendro ondulado
Felipe Araújo/Divulgação
O desejo era envolver a residência com maciços e volumes contínuos, como um domo natural.”
O caminho de cacões de pedra São Tomé e o mosaico de pisadas de granito siena flameado criam passagens naturais integradas ao conjunto paisagístico
Felipe Araújo/Divulgação
A dinâmica familiar da empresária com dois filhos jovens — marcada por momentos de descompressão, recepção de amigos e uso intenso dos espaços externos — exigiu uma articulação precisa entre o projeto da arquiteta Paula Gonçalves Reis (@paulagoncalvesreisarquitetura) e o paisagismo, desenvolvidos em paralelo.
A oliveira e as palmeiras Washingtonia funcionam como elementos esculturais na piscina, com forração de liríope. Espreguiçadeiras da Artefacto e ombrelone da Tidelli. Deque de madeira cumaru, fornecido pela construtora MS Engenharia e Arquitetura Associados
Felipe Araújo/Divulgação
Na área construída total de 643 m², piscina, fogo de chão, academia e área gourmet mantêm um diálogo com o jardim, reforçando a sensação de refúgio, acolhimento e conexão permanente com o exterior.
“O verde não deveria atuar apenas como paisagem complementar, mas como parte ativa da experiência do morar. Entre outros benefícios, tem o ar fresco que atravessa os ambientes, a luz filtrada pela vegetação, e a presença constante de jardins vivos ao abrir as janelas dos quartos”, afirma Flávia.
Bem definidos, reúnem composições com estrelítzia, palmeiras Washingtonia e líriope. Tanto o piso da varanda como o da área gourmet são de Dekton Marmorio, da Cosentino, e as pisadas são de granito siena flameado
Felipe Araújo/Divulgação
O projeto paisagístico prioriza percursos fluidos, áreas de permanência acolhedoras e uma vegetação que, para além de sua função estética, qualifica o uso cotidiano dos ambientes.
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Na entrada, o piso da garagem integrado aos canteiros elimina a percepção de calçada e amplia visualmente o espaço. Na lateral do muro, a composição com bambu-japonês e liríope suaviza o concreto. A presença pontual de palmeiras oferece ritmo e hierarquia ao conjunto.
Palmeiras carpentárias com filodendro ondulado. Rente ao muro, bambu-japonês e liríope
Felipe Araújo/Divulgação
Na piscina, a oliveira e a palmeira Washingtonia assumem protagonismo como elementos esculturais, enquanto um canteiro de estrelítzias complementa os tons quentes do mobiliário externo. Marcantes no projeto original, guaimbês e palmeiras rabo-de-raposa foram retomados no perímetro da piscina, garantindo unidade visual entre os dois lotes.
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De quartzito Emerald Green, fornecido pela FMG Imports e executado pela MGM Mármores, integrada à hidromassagem. O forro de madeira riada é de cumaru
Felipe Araújo/Divulgação
“Distribuídas entre a fachada frontal, as laterais, a área da piscina, o espaço gourmet e o entorno imediato da casa, mais de 30 espécies formam uma paisagem contínua que privilegia textura, volume e sensações — um jardim que organiza o espaço, integra-se à arquitetura e qualifica a experiência cotidiana dos moradores”, conclui a paisagista.
Todas as decisões botânicas partiram dos moradores.”
Fogo de chão executado em granito siena flameado, com lareira da Largrill. Ao fundo, palmeira-de-macarthur com filodendro ondulado
Felipe Araújo/Divulgação
O desejo era envolver a residência com maciços e volumes contínuos, como um domo natural.”
O caminho de cacões de pedra São Tomé e o mosaico de pisadas de granito siena flameado criam passagens naturais integradas ao conjunto paisagístico
Felipe Araújo/Divulgação



