Conhecido por aperfeiçoar a lâmpada, Thomas Edison tinha um fascínio especial por plantas, que rodeavam a casa em que morou em Fort Myers, na Flórida (EUA). Elas foram seu objeto de estudo por muitos anos e, hoje, o local onde as examinava é um museu que pode ser visitado.
Seu interesse por plantas começou antes mesmo da criação de seu próprio laboratório botânico na Flórida, enquanto testava qual filamento vegetal conseguiria manter a luz acesa por mais tempo. Algumas de suas tentativas foram algodão, platina, cedro e, por fim, bambu.
“A equipe de Edison virava noites em turnos para registrar por quanto tempo a lâmpada ficava acesa. Aquele filamento de bambu queimou por 1,2 mil horas. E isso transformou a lâmpada incandescente em um produto nacional”, relata o podcast Atlas Obscura.
Até hoje, os jardins de Thoma Edison contam com uma floresta de bambu, onde encontra-se mais de 12 variedades
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Quando o inventor se mudou para o sul da Flórida por questões de saúde, ele comprou um terreno com um grande bambuzal para morar.
Além da vegetação existente, ele investiu em mais espécies e pesquisas. Pela proximidade com Henry Ford, dedicou-se a mais uma empreitada: encontrar a planta que mais produzia látex – a matéria-prima para a borracha, empregada na fabricação de pneus.
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Mais de 17 mil plantas foram trazidas e estudadas por Thomas Edison – quase uma fábrica de destilação de látex. Hoje, no local, ainda é possível ver algumas das plantas investigadas por ele, como a coroa-de-cristo, que parece um cacto; o guaiúle, um arbusto desértico nativo do México; e a figueira-de-bengala, seu maior exemplar, que está no local há 100 anos.
Plantada há cerca de um século, a figueira-de-bengala nos jardins de Edison ocupa quase um hectare e é a maior do gênero nos Estados Unidos
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Mesmo sendo a maior figueira-de-bengala dos Estados Unidos, para o inventor, ela ainda não produzia látex o suficiente. Mas no próprio quintal, ele descobriu a planta que mais produzia látex: uma erva-daninha – a goldenrod.
“Ele cortou todas as árvores cítricas de sua esposa e transformou o clima de propriedade elegante em uma confusão de canteiros desordenados, com placas e valas de irrigação por toda parte: 500 canteiros de goldenrod amarela”, revela o podcast.
O laboratório botânico criado por Thomas Edison em Fort Myers foi palco de pesquisas com milhares de plantas e hoje integra o museu Edison and Ford Winter Estates
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Ao lado do grande laboratório botânico, Henry Ford comprou uma casa e os colegas passaram a ser vizinhos.
Instalado na antiga propriedade de Thomas Edison, o laboratório botânico foi o espaço onde o inventor dedicou seus últimos anos
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Após a morte de Thomas Edison, a família manteve o laboratório de pesquisa botânica funcionando até 1934, quando ele foi transferido para o Departamento de Agricultura.
Thomas Edison plantou palmeiras-reais em frente a sua residência na Flórida, nos Estados Unidos
Divulgação/Edison and Ford Winter Estates
Mas o espaço físico faz parte do que hoje é conhecido como o museu Edison and Ford Winter Estates. São cerca de 8,5 hectares que podem ser visitados, incluindo as casas e os jardins, onde ainda é possível ver algumas espécies estudadas pelo inventor.
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Segundo informações do site do museu, hoje, há 1,7 mil plantas, representando mais de 400 espécies originárias de seis continentes.
Seu interesse por plantas começou antes mesmo da criação de seu próprio laboratório botânico na Flórida, enquanto testava qual filamento vegetal conseguiria manter a luz acesa por mais tempo. Algumas de suas tentativas foram algodão, platina, cedro e, por fim, bambu.
“A equipe de Edison virava noites em turnos para registrar por quanto tempo a lâmpada ficava acesa. Aquele filamento de bambu queimou por 1,2 mil horas. E isso transformou a lâmpada incandescente em um produto nacional”, relata o podcast Atlas Obscura.
Até hoje, os jardins de Thoma Edison contam com uma floresta de bambu, onde encontra-se mais de 12 variedades
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Quando o inventor se mudou para o sul da Flórida por questões de saúde, ele comprou um terreno com um grande bambuzal para morar.
Além da vegetação existente, ele investiu em mais espécies e pesquisas. Pela proximidade com Henry Ford, dedicou-se a mais uma empreitada: encontrar a planta que mais produzia látex – a matéria-prima para a borracha, empregada na fabricação de pneus.
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Mais de 17 mil plantas foram trazidas e estudadas por Thomas Edison – quase uma fábrica de destilação de látex. Hoje, no local, ainda é possível ver algumas das plantas investigadas por ele, como a coroa-de-cristo, que parece um cacto; o guaiúle, um arbusto desértico nativo do México; e a figueira-de-bengala, seu maior exemplar, que está no local há 100 anos.
Plantada há cerca de um século, a figueira-de-bengala nos jardins de Edison ocupa quase um hectare e é a maior do gênero nos Estados Unidos
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Mesmo sendo a maior figueira-de-bengala dos Estados Unidos, para o inventor, ela ainda não produzia látex o suficiente. Mas no próprio quintal, ele descobriu a planta que mais produzia látex: uma erva-daninha – a goldenrod.
“Ele cortou todas as árvores cítricas de sua esposa e transformou o clima de propriedade elegante em uma confusão de canteiros desordenados, com placas e valas de irrigação por toda parte: 500 canteiros de goldenrod amarela”, revela o podcast.
O laboratório botânico criado por Thomas Edison em Fort Myers foi palco de pesquisas com milhares de plantas e hoje integra o museu Edison and Ford Winter Estates
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Ao lado do grande laboratório botânico, Henry Ford comprou uma casa e os colegas passaram a ser vizinhos.
Instalado na antiga propriedade de Thomas Edison, o laboratório botânico foi o espaço onde o inventor dedicou seus últimos anos
Edison and Ford Winter Estates/Divulgação
Após a morte de Thomas Edison, a família manteve o laboratório de pesquisa botânica funcionando até 1934, quando ele foi transferido para o Departamento de Agricultura.
Thomas Edison plantou palmeiras-reais em frente a sua residência na Flórida, nos Estados Unidos
Divulgação/Edison and Ford Winter Estates
Mas o espaço físico faz parte do que hoje é conhecido como o museu Edison and Ford Winter Estates. São cerca de 8,5 hectares que podem ser visitados, incluindo as casas e os jardins, onde ainda é possível ver algumas espécies estudadas pelo inventor.
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