Ao decidir abrir seu próprio salão de beleza em Jaraguá do Sul, SC, a terapeuta capilar Márcia Leal sabia que a decoração era extremamente importante para tornar o espaço mais receptivo, além de funcional e bem organizado.
“Precisava de um ambiente acolhedor e intimista. Faço os atendimentos de forma individualizada e queria que as clientes tivessem um momento de relaxamento e privacidade”, ela diz.
Para concretizar seu desejo, ela contratou o escritório Sarturi Gumz Arquitetos (@sarturigumz), dos arquitetos Gabriela Gumz e João Vitor Sarturi.
ÁREA DE ATENDIMENTO | Móveis de estética retrô adicionam afetividade ao salão de beleza. O lavatório e a poltrona Monreale são da Van De Velde, enquanto o piso é revestido com pastilhas cerâmicas da Linha Varanda Telada, da Cerâmica Atlas
João Vitor Sarturi/Divulgação
A principal mudança para criar a atmosfera de bem-estar foi transformar as paredes brancas do imóvel, adicionando pinturas em tons suaves de terracota e verde. “Buscamos criar um espaço com cor e identidade, sem abdicar da calma e do relaxamento”, afirma Gabriela.
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As nuances leves são combinadas com a viga central, que teve o revestimento antigo descascado para evidenciar o concreto, garantindo textura e personalidade.
ÁREA DE APOIO | A mesa feita em quartzito terracota escovado, da Alicante, organiza o espaço e define a circulação. Armários feitos sob medida com MDF Sálvia, da Arauco, na parte superior, e MDF Ceramik, da Berneck, na parte inferior
João Vitor Sarturi/Divulgação
“Na planta, a principal intervenção foi a construção da parede que delimita a copa e a criação dos cobogós em tijolo ecológico, que conecta o espaço de refeições ao restante do salão sem criar uma barreira totalmente fechada”, complementa a arquiteta.
A setorização sutil também ocorre pela adição da mesa em quartzito, com bancada curva para adicionar fluidez. “Ela organiza o salão, promove encontros e cria uma dinâmica fluida e integrada, permitindo que o ambiente funcione de forma ampla, mas com setores claramente definidos”, pontua Gabriela.
ÁREA DE CIRCULAÇÃO | O cobogó em tijolo ecológico cerâmico permite a passagem de luz natural e mantém a conexão visual entre os ambientes. Já as plantas acrescentam um toque de bem-estar
João Vitor Sarturi/Divulgação
Enquanto isso, o piso revestido em cerâmica cobre todo o estabelecimento, contribuindo para a continuidade espacial. Mobiliário, objetos vintage e elementos em madeira equilibram estética e uso cotidiano.
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“A combinação entre a mesa central, o concreto aparente, a cerâmica contínua e o contraste cromático equilibra funcionalidade e acolhimento”, comenta a profissional.
ÁREA DE APOIO | A mesa central combina quartzito e MDF Nova Imbuia, criando contraste de materiais. O concreto aparente adiciona textura ao ambiente, enquanto a iluminação indireta garante um espaço acolhedor
João Vitor Sarturi/Divulgação
Plantas como a espada-de-são-jorge e a palmeira-ráfis foram inseridas de forma pontual por Márcia, intensificando a atmosfera acolhedora e promovendo contraste com os tons terrosos.
Além disso, a combinação de materiais convida à permanência. “O espaço deixa de ser apenas de serviço e passa a ser de convivência, pausa e cuidado”, finaliza a arquiteta.
ÁREA DE ATENDIMENTO | Cadeiras individuais e espelhos de apoio, combinados à paleta em tons terrosos, reforçam a sensação de calma e garantem privacidade durante os atendimentos
João Vitor Sarturi/Divulgação
“Precisava de um ambiente acolhedor e intimista. Faço os atendimentos de forma individualizada e queria que as clientes tivessem um momento de relaxamento e privacidade”, ela diz.
Para concretizar seu desejo, ela contratou o escritório Sarturi Gumz Arquitetos (@sarturigumz), dos arquitetos Gabriela Gumz e João Vitor Sarturi.
ÁREA DE ATENDIMENTO | Móveis de estética retrô adicionam afetividade ao salão de beleza. O lavatório e a poltrona Monreale são da Van De Velde, enquanto o piso é revestido com pastilhas cerâmicas da Linha Varanda Telada, da Cerâmica Atlas
João Vitor Sarturi/Divulgação
A principal mudança para criar a atmosfera de bem-estar foi transformar as paredes brancas do imóvel, adicionando pinturas em tons suaves de terracota e verde. “Buscamos criar um espaço com cor e identidade, sem abdicar da calma e do relaxamento”, afirma Gabriela.
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As nuances leves são combinadas com a viga central, que teve o revestimento antigo descascado para evidenciar o concreto, garantindo textura e personalidade.
ÁREA DE APOIO | A mesa feita em quartzito terracota escovado, da Alicante, organiza o espaço e define a circulação. Armários feitos sob medida com MDF Sálvia, da Arauco, na parte superior, e MDF Ceramik, da Berneck, na parte inferior
João Vitor Sarturi/Divulgação
“Na planta, a principal intervenção foi a construção da parede que delimita a copa e a criação dos cobogós em tijolo ecológico, que conecta o espaço de refeições ao restante do salão sem criar uma barreira totalmente fechada”, complementa a arquiteta.
A setorização sutil também ocorre pela adição da mesa em quartzito, com bancada curva para adicionar fluidez. “Ela organiza o salão, promove encontros e cria uma dinâmica fluida e integrada, permitindo que o ambiente funcione de forma ampla, mas com setores claramente definidos”, pontua Gabriela.
ÁREA DE CIRCULAÇÃO | O cobogó em tijolo ecológico cerâmico permite a passagem de luz natural e mantém a conexão visual entre os ambientes. Já as plantas acrescentam um toque de bem-estar
João Vitor Sarturi/Divulgação
Enquanto isso, o piso revestido em cerâmica cobre todo o estabelecimento, contribuindo para a continuidade espacial. Mobiliário, objetos vintage e elementos em madeira equilibram estética e uso cotidiano.
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“A combinação entre a mesa central, o concreto aparente, a cerâmica contínua e o contraste cromático equilibra funcionalidade e acolhimento”, comenta a profissional.
ÁREA DE APOIO | A mesa central combina quartzito e MDF Nova Imbuia, criando contraste de materiais. O concreto aparente adiciona textura ao ambiente, enquanto a iluminação indireta garante um espaço acolhedor
João Vitor Sarturi/Divulgação
Plantas como a espada-de-são-jorge e a palmeira-ráfis foram inseridas de forma pontual por Márcia, intensificando a atmosfera acolhedora e promovendo contraste com os tons terrosos.
Além disso, a combinação de materiais convida à permanência. “O espaço deixa de ser apenas de serviço e passa a ser de convivência, pausa e cuidado”, finaliza a arquiteta.
ÁREA DE ATENDIMENTO | Cadeiras individuais e espelhos de apoio, combinados à paleta em tons terrosos, reforçam a sensação de calma e garantem privacidade durante os atendimentos
João Vitor Sarturi/Divulgação



