Mais de três décadas após a morte do vocalista Dinho, da banda Mamonas Assassinas, o nome de sua ex-namorada, Valéria Zoppello, voltou à tona e despertou a curiosidade dos fãs. Isso porque, nesta semana, foi anunciada a exumação dos corpos dos músicos, os quais faleceram em um acidente aéreo em 1996.
Aos 51 anos, ela vive longe dos holofotes e dedica sua rotina ao cultivo e à venda de orquídeas na Serra da Cantareira, no interior de São Paulo.
Empreendedora, Valéria comanda o Orquidário Cantareira (@orquidario_cantareira) e compartilha nas redes sociais diversos registros das espécies cultivadas em meio à paisagem verde — na mesma região que marcou tragicamente a história dos Mamonas Assassinas, em 2 de março de 1996, quando a aeronave que transportava o grupo se chocou contra a Serra da Cantareira.
Valéria Zopello comanda o Orquidário Cantareira, no interior paulista, e divulga curiosidades sobre as espécies de orquídeas no Instagram
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
No perfil comercial, que já soma 787 publicações (até a data desta matéria) e reúne mais de oito mil seguidores, ela apresenta as variedades disponíveis para venda.
Entre as mais recentes estão a mini orquídea Dendrobium hibiki — apreciada pelo porte compacto e pelas hastes repletas de pequenas flores que variam do rosa ao púrpura intenso, com floração exuberante que pode se manter por vários meses; a touceira Laelia purpurata — cobiçada por colecionadores devido às diversas hastes florais de porte expressivo e cores intensas, geralmente em nuances de branco mesclado com lavanda, rosa ou o delicado tom carnea; e a Vanda tricolor, que encanta pela delicadeza das flores e pela exuberância das tonalidades.
Fotografia postada por Valéria Zopallo no Instagram mostra ela e o cantor Dinho, da banda Mamonas Assassinas, curtindo um dia de piscina
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
As encomendas das plantas são enviadas para todo o Brasil, com atendimento direto pelo telefone disponibilizado na página.
Vida reservada e conexão com a natureza
Valéria e Dinho viveram um relacionamento breve e intenso entre 1995 e 1996, chegando a ficar noivos. A tragédia aérea interrompeu a história do casal e marcou definitivamente a trajetória da jovem, então com pouco mais de 20 anos.
Valéria e Dinho juntos durante uma turnê de shows da banda Mamonas Assassinas nos anos 1990
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
Hoje, distante da exposição midiática, ela mantém ainda um perfil pessoal no Instagram (@valeriazoppello), que ultrapassa 162 mil seguidores. Na descrição, se apresenta como “fotógrafa, viajante, amante da natureza e dos animais. Proprietária do @orquidario_cantareira”.
Hoje, aos 51 anos, Valéria Zopello atua como fotógrafa e cultiva orquídeas no interior de São Paulo
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
Em publicação feita em 1º de janeiro deste ano, Valéria celebrou sua conexão com o trabalho: “Adoro o que faço! Me sinto mais conectada com a Mãe Natureza do que nunca […]. Flores e mais flores pontuaram cada dia do meu ano. Gratidão imensa!”.
Leia mais
Entre os comentários, uma fã dos Mamonas Assassinas escreveu: “Penso que se Dinho te conhecesse hoje, se apaixonaria tudo de novo! Você é linda”.
Aos 51 anos, ela vive longe dos holofotes e dedica sua rotina ao cultivo e à venda de orquídeas na Serra da Cantareira, no interior de São Paulo.
Empreendedora, Valéria comanda o Orquidário Cantareira (@orquidario_cantareira) e compartilha nas redes sociais diversos registros das espécies cultivadas em meio à paisagem verde — na mesma região que marcou tragicamente a história dos Mamonas Assassinas, em 2 de março de 1996, quando a aeronave que transportava o grupo se chocou contra a Serra da Cantareira.
Valéria Zopello comanda o Orquidário Cantareira, no interior paulista, e divulga curiosidades sobre as espécies de orquídeas no Instagram
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
No perfil comercial, que já soma 787 publicações (até a data desta matéria) e reúne mais de oito mil seguidores, ela apresenta as variedades disponíveis para venda.
Entre as mais recentes estão a mini orquídea Dendrobium hibiki — apreciada pelo porte compacto e pelas hastes repletas de pequenas flores que variam do rosa ao púrpura intenso, com floração exuberante que pode se manter por vários meses; a touceira Laelia purpurata — cobiçada por colecionadores devido às diversas hastes florais de porte expressivo e cores intensas, geralmente em nuances de branco mesclado com lavanda, rosa ou o delicado tom carnea; e a Vanda tricolor, que encanta pela delicadeza das flores e pela exuberância das tonalidades.
Fotografia postada por Valéria Zopallo no Instagram mostra ela e o cantor Dinho, da banda Mamonas Assassinas, curtindo um dia de piscina
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
As encomendas das plantas são enviadas para todo o Brasil, com atendimento direto pelo telefone disponibilizado na página.
Vida reservada e conexão com a natureza
Valéria e Dinho viveram um relacionamento breve e intenso entre 1995 e 1996, chegando a ficar noivos. A tragédia aérea interrompeu a história do casal e marcou definitivamente a trajetória da jovem, então com pouco mais de 20 anos.
Valéria e Dinho juntos durante uma turnê de shows da banda Mamonas Assassinas nos anos 1990
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
Hoje, distante da exposição midiática, ela mantém ainda um perfil pessoal no Instagram (@valeriazoppello), que ultrapassa 162 mil seguidores. Na descrição, se apresenta como “fotógrafa, viajante, amante da natureza e dos animais. Proprietária do @orquidario_cantareira”.
Hoje, aos 51 anos, Valéria Zopello atua como fotógrafa e cultiva orquídeas no interior de São Paulo
Instagram/@valeriazoppello/Reprodução
Em publicação feita em 1º de janeiro deste ano, Valéria celebrou sua conexão com o trabalho: “Adoro o que faço! Me sinto mais conectada com a Mãe Natureza do que nunca […]. Flores e mais flores pontuaram cada dia do meu ano. Gratidão imensa!”.
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Entre os comentários, uma fã dos Mamonas Assassinas escreveu: “Penso que se Dinho te conhecesse hoje, se apaixonaria tudo de novo! Você é linda”.



