No distrito geotérmico de Kannawa, na cidade de Beppu, o coletivo japonês 目 [mé] criou a instalação Space II (2025) dentro de uma casa. No projeto, o imóvel é atravessado por vazios irregulares que criam um interior com aparência de caverna, como se a construção tivesse sido escavada de dentro para fora.
As aberturas têm bordas ásperas e superfícies que lembram rochas erodidas e camadas de origem vulcânica. Paredes e pisos não têm limites definidos e se transformam em um único espaço contínuo. A proposta altera a percepção do ambiente doméstico e reforça a ideia de arquitetura como experiência sensorial.
Em vez de acrescentar novos volumes, o grupo optou por remover partes da estrutura original. Corrimãos discretos orientam o percurso pelo interior escavado, enquanto a luz natural entra pelas fissuras e enquadra fragmentos da paisagem de Kannawa — telhados, ruas e moradores — conectando o interior ao entorno.
A intervenção do coletivo 目 [mé] transforma o interior da casa em uma paisagem contínua de aspecto rochoso, explorando a arquitetura como experiência sensorial
Instagram/@as_beppu/Reprodução
A região é conhecida pela intensa atividade vulcânica que, ao longo de milhares de anos, moldou o relevo e mantém o subsolo aquecido. Beppu é famosa por suas fontes termais naturais, formadas quando a água da chuva penetra no solo, é aquecida por rochas profundas e retorna à superfície em forma de vapor ou água quente.
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Ao perfurar a fachada com vazios irregulares, o projeto redefine a relação entre dentro e fora na arquitetura residencial, conectando a casa ao contexto geológico que marca a paisagem urbana de Beppu
Instagram/@as_beppu/Reprodução
O aspecto geológico orientou a criação da Space II, que recriou no interior da residência a sensação de um território ainda em transformação, hoje associado ao turismo e ao bem-estar. A instalação reflete a cidade, suas casas, seus moradores e a natureza ao redor, ao mesmo tempo em que propõe um novo modo de observar o espaço cotidiano.
Paredes e pisos se dissolvem em um vazio contínuo, semelhante a uma caverna. Projeto do coletivo 目 [mé]
Instagram/@as_beppu/Reprodução
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A intervenção removeu partes da estrutura original, redefinindo a relação entre fachada e interior, e resgatando a memória geológica da cidade
Instagram/@as_beppu/Reprodução
As aberturas têm bordas ásperas e superfícies que lembram rochas erodidas e camadas de origem vulcânica. Paredes e pisos não têm limites definidos e se transformam em um único espaço contínuo. A proposta altera a percepção do ambiente doméstico e reforça a ideia de arquitetura como experiência sensorial.
Em vez de acrescentar novos volumes, o grupo optou por remover partes da estrutura original. Corrimãos discretos orientam o percurso pelo interior escavado, enquanto a luz natural entra pelas fissuras e enquadra fragmentos da paisagem de Kannawa — telhados, ruas e moradores — conectando o interior ao entorno.
A intervenção do coletivo 目 [mé] transforma o interior da casa em uma paisagem contínua de aspecto rochoso, explorando a arquitetura como experiência sensorial
Instagram/@as_beppu/Reprodução
A região é conhecida pela intensa atividade vulcânica que, ao longo de milhares de anos, moldou o relevo e mantém o subsolo aquecido. Beppu é famosa por suas fontes termais naturais, formadas quando a água da chuva penetra no solo, é aquecida por rochas profundas e retorna à superfície em forma de vapor ou água quente.
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Ao perfurar a fachada com vazios irregulares, o projeto redefine a relação entre dentro e fora na arquitetura residencial, conectando a casa ao contexto geológico que marca a paisagem urbana de Beppu
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O aspecto geológico orientou a criação da Space II, que recriou no interior da residência a sensação de um território ainda em transformação, hoje associado ao turismo e ao bem-estar. A instalação reflete a cidade, suas casas, seus moradores e a natureza ao redor, ao mesmo tempo em que propõe um novo modo de observar o espaço cotidiano.
Paredes e pisos se dissolvem em um vazio contínuo, semelhante a uma caverna. Projeto do coletivo 目 [mé]
Instagram/@as_beppu/Reprodução
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A intervenção removeu partes da estrutura original, redefinindo a relação entre fachada e interior, e resgatando a memória geológica da cidade
Instagram/@as_beppu/Reprodução



