Com o sucesso da nova série de Ryan Murphy, Love Story, que revisita o romance de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette Kennedy nos anos 1990, a curiosidade sobre a vida íntima do casal volta aos holofotes — incluindo os espaços que viveram durante os anos de relacionamento, que incluem loft industrial em Nova York e um refúgio discreto nos Hamptons.
A produção, estrelada por Paul Kelly e Sarah Pidgeon, recria cenários marcantes da vida a dois, mas também lança luz sobre os contrastes entre exposição pública e busca por privacidade — um aspecto evidente nas casas que escolheram.
O casal John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bassette se casaram em uma cerimônia intimista em 1996, três anos antes de suas mortes em 1999 em um acidente de avião
Getty Images
Em New York City, o casal viveu em um loft em Tribeca, na North Moore Street. O imóvel foi comprado por Kennedy em 1994 por US$ 700 mil, dois anos após conhecer Bessette, e reunia características típicas de um espaço industrial: planta aberta, colunas aparentes, bancadas de concreto e blocos de vidro. Um dos elementos mais marcantes eram os tetos ondulados, que se tornaram referência visual — e foram recriados na série.
O apartamento de JFK Jr. e Carolyn Bassette em Tribeca, Nova York, foi comprado por ele em 1994
Getty Images
Apesar de localizado em uma das regiões mais desejadas de Manhattan, o apartamento refletia uma estética despojada. Kennedy costumava chamá-lo, com humor, de “Home Depot”. A unidade, com dois quartos e acesso ao terraço, ocupava o último andar de um edifício cooperativo foi construído em 1921.
O prédio tem 19 unidades e atualmente nenhuma está à venda. Os apartamentos raramente entram no mercado, apenas dois foram listados nos últimos seis anos. A venda mais recente, de um apartamento de três quartos no sétimo andar, chegou a US$ 4,35 milhões em 2021.
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O edifício hoje é de propriedade privada, mas a produção conseguiu filmar cenas externas na fachada. Paparazzi costumavam se concentrar em frente ao prédio, frequentemente registrando o casal passeando com o cachorro, Friday. Essa exposição constante teria afetado Bessette, algo retratado na série. Antes da morte trágica em um acidente de avião em 1999, os dois planejavam construir uma casa extremamente privada em Connecticut.
O interior do apartamento de John F Kennedy Jr. na série Love Story, de Ryan Murphy
FX/Divulgação
Nos verões, o destino do casal era Sagaponack, nos Hamptons, onde Kennedy alugava uma casa apelidada de “Sea Song”. O imóvel era compartilhado com o primo Anthony Radziwill e a jornalista Carole Radziwill, que mais tarde relataria a convivência no livro What Remains.
Localizada próxima à Sagg Main Beach, a casa contrastava com o glamour associado aos Hamptons. Construída em 1965, tinha cerca de 167 m², com três quartos compactos integrados a uma área social aberta. Os interiores simples incluíam piso de madeira, vigas aparentes e lareira de tijolos, além de mobiliário casual.
A casa dos Hamptons do casal servia como um refúgio da vida urbana e exposta do casal
Jaime Lopez/Divulgação
O charme do imóvel estava justamente na informalidade e na relação com o entorno. Um amplo jardim com piscina aquecida e áreas externas para convivência reforçava o caráter de descanso. Entre os detalhes mais lembrados por Carole estava o chuveiro ao ar livre, cercado por vegetação e com vista para o campo — símbolo da privacidade que o casal buscava.
A casa pertencia à escritora Yvonne Dunleavy, que adquiriu a propriedade em 1977 por US$140 mil. Décadas depois, o imóvel seria colocado à venda e posteriormente disponibilizado para locação de temporada, mantendo seu status como um dos refúgios discretos mais emblemáticos da região.
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Em 2016, ela colocou a propriedade à venda por US$ 5,75 milhões. Já em 2021, o atual proprietário passou a oferecê-la para locação por cerca de US$ 50 mil por mês.
A produção, estrelada por Paul Kelly e Sarah Pidgeon, recria cenários marcantes da vida a dois, mas também lança luz sobre os contrastes entre exposição pública e busca por privacidade — um aspecto evidente nas casas que escolheram.
O casal John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bassette se casaram em uma cerimônia intimista em 1996, três anos antes de suas mortes em 1999 em um acidente de avião
Getty Images
Em New York City, o casal viveu em um loft em Tribeca, na North Moore Street. O imóvel foi comprado por Kennedy em 1994 por US$ 700 mil, dois anos após conhecer Bessette, e reunia características típicas de um espaço industrial: planta aberta, colunas aparentes, bancadas de concreto e blocos de vidro. Um dos elementos mais marcantes eram os tetos ondulados, que se tornaram referência visual — e foram recriados na série.
O apartamento de JFK Jr. e Carolyn Bassette em Tribeca, Nova York, foi comprado por ele em 1994
Getty Images
Apesar de localizado em uma das regiões mais desejadas de Manhattan, o apartamento refletia uma estética despojada. Kennedy costumava chamá-lo, com humor, de “Home Depot”. A unidade, com dois quartos e acesso ao terraço, ocupava o último andar de um edifício cooperativo foi construído em 1921.
O prédio tem 19 unidades e atualmente nenhuma está à venda. Os apartamentos raramente entram no mercado, apenas dois foram listados nos últimos seis anos. A venda mais recente, de um apartamento de três quartos no sétimo andar, chegou a US$ 4,35 milhões em 2021.
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O edifício hoje é de propriedade privada, mas a produção conseguiu filmar cenas externas na fachada. Paparazzi costumavam se concentrar em frente ao prédio, frequentemente registrando o casal passeando com o cachorro, Friday. Essa exposição constante teria afetado Bessette, algo retratado na série. Antes da morte trágica em um acidente de avião em 1999, os dois planejavam construir uma casa extremamente privada em Connecticut.
O interior do apartamento de John F Kennedy Jr. na série Love Story, de Ryan Murphy
FX/Divulgação
Nos verões, o destino do casal era Sagaponack, nos Hamptons, onde Kennedy alugava uma casa apelidada de “Sea Song”. O imóvel era compartilhado com o primo Anthony Radziwill e a jornalista Carole Radziwill, que mais tarde relataria a convivência no livro What Remains.
Localizada próxima à Sagg Main Beach, a casa contrastava com o glamour associado aos Hamptons. Construída em 1965, tinha cerca de 167 m², com três quartos compactos integrados a uma área social aberta. Os interiores simples incluíam piso de madeira, vigas aparentes e lareira de tijolos, além de mobiliário casual.
A casa dos Hamptons do casal servia como um refúgio da vida urbana e exposta do casal
Jaime Lopez/Divulgação
O charme do imóvel estava justamente na informalidade e na relação com o entorno. Um amplo jardim com piscina aquecida e áreas externas para convivência reforçava o caráter de descanso. Entre os detalhes mais lembrados por Carole estava o chuveiro ao ar livre, cercado por vegetação e com vista para o campo — símbolo da privacidade que o casal buscava.
A casa pertencia à escritora Yvonne Dunleavy, que adquiriu a propriedade em 1977 por US$140 mil. Décadas depois, o imóvel seria colocado à venda e posteriormente disponibilizado para locação de temporada, mantendo seu status como um dos refúgios discretos mais emblemáticos da região.
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Em 2016, ela colocou a propriedade à venda por US$ 5,75 milhões. Já em 2021, o atual proprietário passou a oferecê-la para locação por cerca de US$ 50 mil por mês.



