A pesquisa da artista Juliana dos Santos (@julianadossantos_estudio) investiga as relações entre cor, tempo e espaço. Sua produção se caracteriza por instalações imersivas e pelo uso de pigmentos naturais, aquarela, tecidos e elementos orgânicos, especialmente, o azul da flor Clitoria ternatea.
O pigmento é extraído da flor e trabalhado como matéria sensorial, simbólica e política em formas não convencionais, acionadas pela mancha, chiado e rajadas provocadas pela própria flor e brincando com os limites da tridimensão e abstração.
Juliana é paulistana, doutora em Artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
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A obra será apresentada pela primeira vez na exposição solo da artista na ARCOmadrid, entre 4 e 8 de março.
O pigmento é extraído da flor e trabalhado como matéria sensorial, simbólica e política em formas não convencionais, acionadas pela mancha, chiado e rajadas provocadas pela própria flor e brincando com os limites da tridimensão e abstração.
Juliana é paulistana, doutora em Artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
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A obra será apresentada pela primeira vez na exposição solo da artista na ARCOmadrid, entre 4 e 8 de março.



