Uma planta conhecida pelo odor extremamente forte começou a florescer no conservatório do Brooklyn Botanic Garden, em Nova York, nos Estados Unidos. Trata-se da Amorphophallus konjac, popularmente conhecida de língua-do-diabo.
Nativa do centro-sul da China, a espécie pertence ao mesmo gênero da gigante Amorphophallus titanum, a famosa flor-cadáver. Ambas ficaram populares por produzir um odor semelhante ao de carne em decomposição, uma estratégia usada para atrair insetos polinizadores.
No jardim botânico, três exemplares de língua-do-diabo estão em exibição e receberam os nomes Alvin, Simon e Theodore. Apenas um deles está aberto e, segundo o jardineiro Chris Sprindis, o aroma lembra “um mamífero morto, com um leve fundo de porão úmido”.
Cultivada a partir de um tubérculo subterrâneo, a planta língua-do-diabo pode levar anos até florescer
Instagram/@brooklynbotanic/Reprodução
Cada floração dura apenas alguns dias. Os outros dois exemplares ainda não abriram e devem florescer ao longo da próxima semana.
Leia mais
Embora a espécie não seja tão incomum como a prima mais famosa, sua floração é rara por conta do longo ciclo de crescimento. A língua-do-diabo costuma florescer apenas a cada três a cinco anos, período necessário para que o tubérculo subterrâneo acumule energia suficiente para produzir a inflorescência.
Três exemplares da Amorphophallus konjac — batizados de Alvin, Simon e Theodore — estão em exibição no conservatório do Brooklyn Botanic Garden
Instagram/@brooklynbotanic/Reprodução
A planta pode atingir cerca de 1 a 1,5 metro de altura quando madura, e a flor é formada por uma espata, um tipo de pétala grande, roxo-escura que envolve uma haste central alongada. Após a floração, surge uma única folha grande e ramificada, que lembra a copa de uma pequena árvore.
Leia mais
O odor intenso liberado durante a abertura da flor tem função ecológica: imitar o cheiro de matéria orgânica em decomposição para atrair moscas e besouros que atuam como polinizadores.
Apesar da fragrância desagradável, a espécie é amplamente cultivada na Ásia por causa do tubérculo rico em fibras. Dele é extraída a farinha de konjac, ingrediente usado na produção de alimentos como o macarrão shirataki, gelatinas e outros produtos de baixa caloria.
Nativa do centro-sul da China, a espécie pertence ao mesmo gênero da gigante Amorphophallus titanum, a famosa flor-cadáver. Ambas ficaram populares por produzir um odor semelhante ao de carne em decomposição, uma estratégia usada para atrair insetos polinizadores.
No jardim botânico, três exemplares de língua-do-diabo estão em exibição e receberam os nomes Alvin, Simon e Theodore. Apenas um deles está aberto e, segundo o jardineiro Chris Sprindis, o aroma lembra “um mamífero morto, com um leve fundo de porão úmido”.
Cultivada a partir de um tubérculo subterrâneo, a planta língua-do-diabo pode levar anos até florescer
Instagram/@brooklynbotanic/Reprodução
Cada floração dura apenas alguns dias. Os outros dois exemplares ainda não abriram e devem florescer ao longo da próxima semana.
Leia mais
Embora a espécie não seja tão incomum como a prima mais famosa, sua floração é rara por conta do longo ciclo de crescimento. A língua-do-diabo costuma florescer apenas a cada três a cinco anos, período necessário para que o tubérculo subterrâneo acumule energia suficiente para produzir a inflorescência.
Três exemplares da Amorphophallus konjac — batizados de Alvin, Simon e Theodore — estão em exibição no conservatório do Brooklyn Botanic Garden
Instagram/@brooklynbotanic/Reprodução
A planta pode atingir cerca de 1 a 1,5 metro de altura quando madura, e a flor é formada por uma espata, um tipo de pétala grande, roxo-escura que envolve uma haste central alongada. Após a floração, surge uma única folha grande e ramificada, que lembra a copa de uma pequena árvore.
Leia mais
O odor intenso liberado durante a abertura da flor tem função ecológica: imitar o cheiro de matéria orgânica em decomposição para atrair moscas e besouros que atuam como polinizadores.
Apesar da fragrância desagradável, a espécie é amplamente cultivada na Ásia por causa do tubérculo rico em fibras. Dele é extraída a farinha de konjac, ingrediente usado na produção de alimentos como o macarrão shirataki, gelatinas e outros produtos de baixa caloria.



