A Casa Buri, projeto da arquiteta Bianca Vilela, parte de uma filosofia de construção que ela define como “greco-baiano” — um estilo característico de Trancoso que combina alvenaria estrutural com artesanato regional, paredes em tons claros e textura irregular, resultado do chamado reboco baiano. A técnica consiste na aplicação manual de argamassa com acabamento propositalmente irregular e poroso, que confere às superfícies uma aparência rústica e orgânica, muito diferente do liso industrial.
Bianca adotou essa linguagem como um resgate cultural: ela sente que o estilo está se perdendo na região e quis torná-lo o fio condutor do projeto. A paleta de cores terrosas, inspirada na lama — matéria-prima de sua marca de cerâmica Lamacota —, percorre todas as paredes da casa.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Outra tela de Kennedy Bahia figura na residência
Bruno Pinheiro
A referência central para essa abordagem veio do escultor e ceramista Calá, morador de Trancoso há mais de 40 anos e figura reconhecida pelo trabalho artesanal na região. Inspirada por ele, Bianca conduziu toda a execução da Casa Buri com mão de obra local: da marcenaria à cerâmica, cada elemento foi feito por artesãos de Trancoso.
+ Refúgio tropical de suecos na Bahia é puro Brasil em estado de luxo
A estante protagonista surge de linhas curvas
Bruno Pinheiro
Desenhos de Oscar Niemeyer, arquiteto que também inspirou a morada, repousam na parede
Bruno Pinheiro
As formas seguem uma geometria orgânica e arredondada: rodapés abaulados, luminárias alongadas, estante de concreto com nichos curvos inspirados nos CIEPs projetados por Oscar Niemeyer. Esquadrias e elementos decorativos foram garimpados no interior da Bahia; objetos de arte e peças únicas completam o repertório visual da casa.
+ Casa de 440 m² em Trancoso revisita memórias do Brasil com olhar cosmopolita
No quarto, as materialidades se destacam, dos tecidos à madeira
Bruno Pinheiro
Outro ângulo do quarto exibe o espaço de trabalho com vista para a mata
Bruno Pinheiro
O banheiro também surge do reboco baiano
Bruno Pinheiro
Outro quarto guarda uma obra de Heitor dos Prazeres
Bruno Pinheiro
A morada ocupa um terreno de aproximadamente 4 mil m². Para preservar a vegetação nativa sem desmatamento, a planta foi desenvolvida em “L”, adaptando-se à topografia e às árvores existentes. Com 110 m² construídos, o programa reúne uma suíte ampla com paredes e pisos em tons rosados, estar e cozinha integrados, área de jantar externa e terraço voltado para o pôr do sol entre as árvores.
+ Casa em ilha no Rio de Janeiro é um verdadeiro paraíso arquitetônico
Na área externa, uma fogueira é cercada por bancos e cadeiras feitos localmente
Bruno Pinheiro
Um ofurô é cercado pela mata e adornado com peças de artesãos locais
Bruno Pinheiro
Revistas Newsletter
No exterior, jardim nativo, horta orgânica, galinheiro, fogueira e um ofurô posicionado em meio à mata completam o conjunto. O nome da casa é uma homenagem tripla: ao buriti, palmeira do cerrado goiano natal de Bianca; à palmeira-buri-de-praia encontrada no terreno; e ao peixe olho de boi, chamado “buri” em japonês, figura que reaparece nas maçanetas e nas cerâmicas espalhadas pela casa.
+ Casa de praia tem a naturalidade como essência
Tons terrosos colorem as áreas externas e internas
Bruno Pinheiro
A arquitetura é abraçada pela mata nativa
Bruno Pinheiro
Para Bianca, o projeto teve um significado que vai além do profissional. “Ela veio como uma transição para mim, como profissional e como mulher. Acho que fui mudando junto com a casa, conforme ela foi sendo construída.”
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Bianca adotou essa linguagem como um resgate cultural: ela sente que o estilo está se perdendo na região e quis torná-lo o fio condutor do projeto. A paleta de cores terrosas, inspirada na lama — matéria-prima de sua marca de cerâmica Lamacota —, percorre todas as paredes da casa.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Outra tela de Kennedy Bahia figura na residência
Bruno Pinheiro
A referência central para essa abordagem veio do escultor e ceramista Calá, morador de Trancoso há mais de 40 anos e figura reconhecida pelo trabalho artesanal na região. Inspirada por ele, Bianca conduziu toda a execução da Casa Buri com mão de obra local: da marcenaria à cerâmica, cada elemento foi feito por artesãos de Trancoso.
+ Refúgio tropical de suecos na Bahia é puro Brasil em estado de luxo
A estante protagonista surge de linhas curvas
Bruno Pinheiro
Desenhos de Oscar Niemeyer, arquiteto que também inspirou a morada, repousam na parede
Bruno Pinheiro
As formas seguem uma geometria orgânica e arredondada: rodapés abaulados, luminárias alongadas, estante de concreto com nichos curvos inspirados nos CIEPs projetados por Oscar Niemeyer. Esquadrias e elementos decorativos foram garimpados no interior da Bahia; objetos de arte e peças únicas completam o repertório visual da casa.
+ Casa de 440 m² em Trancoso revisita memórias do Brasil com olhar cosmopolita
No quarto, as materialidades se destacam, dos tecidos à madeira
Bruno Pinheiro
Outro ângulo do quarto exibe o espaço de trabalho com vista para a mata
Bruno Pinheiro
O banheiro também surge do reboco baiano
Bruno Pinheiro
Outro quarto guarda uma obra de Heitor dos Prazeres
Bruno Pinheiro
A morada ocupa um terreno de aproximadamente 4 mil m². Para preservar a vegetação nativa sem desmatamento, a planta foi desenvolvida em “L”, adaptando-se à topografia e às árvores existentes. Com 110 m² construídos, o programa reúne uma suíte ampla com paredes e pisos em tons rosados, estar e cozinha integrados, área de jantar externa e terraço voltado para o pôr do sol entre as árvores.
+ Casa em ilha no Rio de Janeiro é um verdadeiro paraíso arquitetônico
Na área externa, uma fogueira é cercada por bancos e cadeiras feitos localmente
Bruno Pinheiro
Um ofurô é cercado pela mata e adornado com peças de artesãos locais
Bruno Pinheiro
Revistas Newsletter
No exterior, jardim nativo, horta orgânica, galinheiro, fogueira e um ofurô posicionado em meio à mata completam o conjunto. O nome da casa é uma homenagem tripla: ao buriti, palmeira do cerrado goiano natal de Bianca; à palmeira-buri-de-praia encontrada no terreno; e ao peixe olho de boi, chamado “buri” em japonês, figura que reaparece nas maçanetas e nas cerâmicas espalhadas pela casa.
+ Casa de praia tem a naturalidade como essência
Tons terrosos colorem as áreas externas e internas
Bruno Pinheiro
A arquitetura é abraçada pela mata nativa
Bruno Pinheiro
Para Bianca, o projeto teve um significado que vai além do profissional. “Ela veio como uma transição para mim, como profissional e como mulher. Acho que fui mudando junto com a casa, conforme ela foi sendo construída.”
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal



