Com a proposta de consolidar a arquitetura como uma plataforma de negócios, relacionamento e difusão cultural no país, a primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira estreia nesta quarta-feira (25) no Parque Ibirapuera. O evento ocupa 20 mil m², reúne 28 pavilhões e conecta profissionais, indústria e público em uma programação que combina exposições, conteúdo e iniciativas comerciais, com expectativa de mais de 160 mil visitantes.
Pavilhão Acre, projetado por Marlúcia Cândida com apoio de Marcelo Rosenbaum, representando a Amazônia
Divulgação/BAB
Instalada no Pavilhão das Culturas Brasileiras, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Roberto Burle Marx, a Bienal também se estende às áreas externas com instalações e experimentações construtivas. O evento busca ampliar a visibilidade da produção nacional e fortalecer o setor, diante de um cenário em que a presença de arquitetos ainda é limitada nas reformas residenciais.
Pavilhão Paraíba, projetado por Fabiano Lins Arquitetura, representando a Caatinga
Divulgação/BAB
Reunindo profissionais de todas as regiões do país, a BAB investiga diferentes formas de morar no Brasil por meio de pavilhões inspirados nos biomas nacionais — Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal —, explorando relações entre território, clima, cultura e modos de vida. Entre os destaques estão projetos assinados por nomes como Superlimão, Fernanda Marques, Rodrigo Ohtake, Gui Mattos e Ricardo Abreu.
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Pavilhão São Paulo, assinado por Os Gêmeos Arquitetura e Engenharia, representando a Mata Atlântica
Divulgação/BAB
A experiência do público se completa com espaços de convivência e gastronomia, como o restaurante BIOMAS, assinado por Carlos Rayol, à frente do escritório Cité Arquitetura; o café da Copa Energia, assinado pelo arquiteto André Henning, localizado na marquise do Pavilhão Brasil em direção ao Pátio; e o Boteco Suvinil, assinado por Nicole Tomazi e Sergio Cabral.
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Pavilhão Mato Grosso do Sul, assinado por Deborah Nazareth Arquitetos, representando o Pantanal
Divulgação/BAB
Idealizada pelos fundadores da plataforma Archa — Anna Rafaela Torino e Raphael Tristão, em sociedade com Felipe Zullino — a BAB surge com o objetivo de ampliar o acesso do público à arquitetura e estimular uma relação mais próxima entre as pessoas e os espaços que habitam.
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Pavilhão Rio Grande do Sul, assinado por Studio Carbono + Matte Arquitetura, representando os Pampas
Divulgação/BAB
“O que vemos no Brasil é um desafio cultural: a arquitetura ainda aparece muitas vezes apenas no momento da obra. A BAB nasce para ampliar esse olhar e mostrar que arquitetura também é cultura, pensamento e repertório cotidiano”, afirma Anna Rafaela Torino, diretora de conteúdo da Bienal.
Pavilhão Tocantins, projetado por Marcus Garcia Arcteto, representando o Cerrado
Divulgação/BAB
Bienal de Arquitetura Brasileira
Local: Parque Ibirapuera, São Paulo – Pavilhão das Culturas Brasileiras
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana, São Paulo – SP
Data: 25 de março a 30 de abril de 2026
Horário: 12h às 21h
Entrada: R$100 (inteira) durante o final de semana e R$80,00 (inteira) durante a semana | Ingressos no link
Para mais informações, acesse o site da Bienal de Arquitetura Brasileira.
Pavilhão Acre, projetado por Marlúcia Cândida com apoio de Marcelo Rosenbaum, representando a Amazônia
Divulgação/BAB
Instalada no Pavilhão das Culturas Brasileiras, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Roberto Burle Marx, a Bienal também se estende às áreas externas com instalações e experimentações construtivas. O evento busca ampliar a visibilidade da produção nacional e fortalecer o setor, diante de um cenário em que a presença de arquitetos ainda é limitada nas reformas residenciais.
Pavilhão Paraíba, projetado por Fabiano Lins Arquitetura, representando a Caatinga
Divulgação/BAB
Reunindo profissionais de todas as regiões do país, a BAB investiga diferentes formas de morar no Brasil por meio de pavilhões inspirados nos biomas nacionais — Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal —, explorando relações entre território, clima, cultura e modos de vida. Entre os destaques estão projetos assinados por nomes como Superlimão, Fernanda Marques, Rodrigo Ohtake, Gui Mattos e Ricardo Abreu.
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Pavilhão São Paulo, assinado por Os Gêmeos Arquitetura e Engenharia, representando a Mata Atlântica
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A experiência do público se completa com espaços de convivência e gastronomia, como o restaurante BIOMAS, assinado por Carlos Rayol, à frente do escritório Cité Arquitetura; o café da Copa Energia, assinado pelo arquiteto André Henning, localizado na marquise do Pavilhão Brasil em direção ao Pátio; e o Boteco Suvinil, assinado por Nicole Tomazi e Sergio Cabral.
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Idealizada pelos fundadores da plataforma Archa — Anna Rafaela Torino e Raphael Tristão, em sociedade com Felipe Zullino — a BAB surge com o objetivo de ampliar o acesso do público à arquitetura e estimular uma relação mais próxima entre as pessoas e os espaços que habitam.
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Pavilhão Rio Grande do Sul, assinado por Studio Carbono + Matte Arquitetura, representando os Pampas
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“O que vemos no Brasil é um desafio cultural: a arquitetura ainda aparece muitas vezes apenas no momento da obra. A BAB nasce para ampliar esse olhar e mostrar que arquitetura também é cultura, pensamento e repertório cotidiano”, afirma Anna Rafaela Torino, diretora de conteúdo da Bienal.
Pavilhão Tocantins, projetado por Marcus Garcia Arcteto, representando o Cerrado
Divulgação/BAB
Bienal de Arquitetura Brasileira
Local: Parque Ibirapuera, São Paulo – Pavilhão das Culturas Brasileiras
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana, São Paulo – SP
Data: 25 de março a 30 de abril de 2026
Horário: 12h às 21h
Entrada: R$100 (inteira) durante o final de semana e R$80,00 (inteira) durante a semana | Ingressos no link
Para mais informações, acesse o site da Bienal de Arquitetura Brasileira.



