“Hoje sou menos acumulador”, afirma o arquiteto francês Jean de Just (@jdjdesignrio), de 44 anos. Ele vive em companhia de três gatos em um apartamento de 200 m², no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, RJ.
Faz 13 anos que o profissional está no país, sempre vivendo nesse imóvel. Ele deixou Paris para projetar um hotel em terras brasileiras e não voltou mais, já que novos projetos e desafios foram brotando por aqui.
Há seis meses, uma grande reforma no imóvel terminou. Um dos destaques é a cozinha superfuncional, para ele que gosta de cozinhar. O ambiente de preparo das refeições não foi ligado ao living porque as estruturas do prédio não permitiam.
RETRATO | O morador Jean de Just senta-se no sofá ao lado da gata sem raça definida, Gaia
André Nazareth/Divulgação
Em compensação, o quarto do arquiteto pôde integrar-se à área social, pois uma porta de correr foi aberta. “Fiz isso porque achei que daria uma boa perspectiva”, explica.
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Novos revestimentos de parede marcam a área social, cujo piso de peroba do campo é original do apartamento, presente também no setor íntimo. Há a suíte principal e dois quartos de hóspedes.
SALA DE JANTAR | A mesa Saarinen junta-se às cadeiras vintage Lucio Costa, de Sergio Rodrigues. Na parede, pintada de verde-claro, há a tela de Claudio Faciolli
André Nazareth/Divulgação
Quanto ao mobiliário, Jean manteve praticamente tudo o que já tinha, livrando-se do que não era essencial. Desde que chegou ao Brasil, ele foi comprando peças de época, sobretudo dos anos 1950, período a que pertence o edifício onde fica sua morada. Há móveis de Sergio Rodrigues, Giuseppe Scapinelli, Martin Eisler e Eero Saarinen, por exemplo.
SALA DE JANTAR | Junto ao espaço, há duas poltronas da Knoll e a mesa redonda Maracanã, de Scapinelli. Ao fundo, no nicho, obras de diferentes artistas brasileiros e europeus
André Nazareth/Divulgação
Objetos artesanais da cultura popular nacional também chamam a atenção. “Logo que cheguei aqui, meu olhar europeu identificou a riqueza dessas peças feitas por artesãos, o que hoje é explorado pelo mercado”, diz ele.
SALA | O bufê vintage abriga cabeças de artesanato brasileiro. A maior é de Neguinha e Nanai, e as outras duas, de Cida Lima. Na parede, revestimento texturizado da Santa Luzia, tela de Julio Villani
André Nazareth/Divulgação
HALL DE ENTRADA | Acima, o quadro azul de artista anônimo está no pequeno hall de entrada do apartamento. Junto à passagem para a sala, a luminária de acrílico chama a atenção
André Nazareth/Divulgação
No quesito obras de arte, não existe um viés predeterminado que norteie a coleção exposta no apartamento. Estão ali trabalhos que, de algum modo, emocionam o morador, em geral de autoria de artistas brasileiros. Várias delas ficam em um nicho, na sala de jantar, feito a partir da aplicação de placas de gesso acartonado. O mesmo truque está na suíte do arquiteto.
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“Escolhi dessa vez tons mais suaves para parte das paredes e tecidos que revestem os móveis, deixando para trás o aspecto masculino que tinha a decoração antes da reforma”, diz ele, satisfeito com o resultado que lhe permitirá viver, com conforto, mais alguns bons anos no apê.
COZINHA | Tem armários da Criare com acabamento de laca na cor mostarda. A bancada é de Dekton preto, com torneira da Deca. A parede foi revestida com cerâmica branca da Eliane, e o piso de porcelanato é da Roca. À esquerda fica um pequeno canto de refeições, com mesa Saarinen e cadeiras da Desmobilia
André Nazareth/Divulgação
Eu queria que a cozinha fosse bem funcional, já que gosto bastante de cozinhar.”
INTEGRAÇÃO | A área que se liga à cozinha, com vasos de plantas e piso original do apartamento
André Nazareth/Divulgação
Para dar um clima aconchegante e ao mesmo tempo leve ao quarto, apliquei palha natural tingida de azul.”
SUÍTE | A cama, com cabeceira desenhada pelo arquiteto, tem aos pés banco dos anos 1960. A mesa de cabeceira vintage exibe abajur também concebido por Jean de Just. Roupa de cama da Haremlique Istanbul. Na parede, com revestimento da Nobilis Paris, quadro de artista anônimo
André Nazareth/Divulgação
SUÍTE | A cadeira vintage, revestida de tecido da Quaker Decor, fica junto a uma mesa Saarinen e à estante feita com gesso acartonado. Ali estão expostos objetos de estimação
André Nazareth/Divulgação
A aplicação de placas de gesso acartonado na parede permitiu criar um nicho, onde exibo parte de minha coleção de obras de arte.”
BANHEIRO | Tem gabinete da Florense, bancada de mármore Carrara e cuba da Deca. Arandelas da Velt ladeiam o espelho da Éntona Decor. Revestimentos cerâmicos da Atlas
André Nazareth/Divulgação
Faz 13 anos que o profissional está no país, sempre vivendo nesse imóvel. Ele deixou Paris para projetar um hotel em terras brasileiras e não voltou mais, já que novos projetos e desafios foram brotando por aqui.
Há seis meses, uma grande reforma no imóvel terminou. Um dos destaques é a cozinha superfuncional, para ele que gosta de cozinhar. O ambiente de preparo das refeições não foi ligado ao living porque as estruturas do prédio não permitiam.
RETRATO | O morador Jean de Just senta-se no sofá ao lado da gata sem raça definida, Gaia
André Nazareth/Divulgação
Em compensação, o quarto do arquiteto pôde integrar-se à área social, pois uma porta de correr foi aberta. “Fiz isso porque achei que daria uma boa perspectiva”, explica.
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Novos revestimentos de parede marcam a área social, cujo piso de peroba do campo é original do apartamento, presente também no setor íntimo. Há a suíte principal e dois quartos de hóspedes.
SALA DE JANTAR | A mesa Saarinen junta-se às cadeiras vintage Lucio Costa, de Sergio Rodrigues. Na parede, pintada de verde-claro, há a tela de Claudio Faciolli
André Nazareth/Divulgação
Quanto ao mobiliário, Jean manteve praticamente tudo o que já tinha, livrando-se do que não era essencial. Desde que chegou ao Brasil, ele foi comprando peças de época, sobretudo dos anos 1950, período a que pertence o edifício onde fica sua morada. Há móveis de Sergio Rodrigues, Giuseppe Scapinelli, Martin Eisler e Eero Saarinen, por exemplo.
SALA DE JANTAR | Junto ao espaço, há duas poltronas da Knoll e a mesa redonda Maracanã, de Scapinelli. Ao fundo, no nicho, obras de diferentes artistas brasileiros e europeus
André Nazareth/Divulgação
Objetos artesanais da cultura popular nacional também chamam a atenção. “Logo que cheguei aqui, meu olhar europeu identificou a riqueza dessas peças feitas por artesãos, o que hoje é explorado pelo mercado”, diz ele.
SALA | O bufê vintage abriga cabeças de artesanato brasileiro. A maior é de Neguinha e Nanai, e as outras duas, de Cida Lima. Na parede, revestimento texturizado da Santa Luzia, tela de Julio Villani
André Nazareth/Divulgação
HALL DE ENTRADA | Acima, o quadro azul de artista anônimo está no pequeno hall de entrada do apartamento. Junto à passagem para a sala, a luminária de acrílico chama a atenção
André Nazareth/Divulgação
No quesito obras de arte, não existe um viés predeterminado que norteie a coleção exposta no apartamento. Estão ali trabalhos que, de algum modo, emocionam o morador, em geral de autoria de artistas brasileiros. Várias delas ficam em um nicho, na sala de jantar, feito a partir da aplicação de placas de gesso acartonado. O mesmo truque está na suíte do arquiteto.
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“Escolhi dessa vez tons mais suaves para parte das paredes e tecidos que revestem os móveis, deixando para trás o aspecto masculino que tinha a decoração antes da reforma”, diz ele, satisfeito com o resultado que lhe permitirá viver, com conforto, mais alguns bons anos no apê.
COZINHA | Tem armários da Criare com acabamento de laca na cor mostarda. A bancada é de Dekton preto, com torneira da Deca. A parede foi revestida com cerâmica branca da Eliane, e o piso de porcelanato é da Roca. À esquerda fica um pequeno canto de refeições, com mesa Saarinen e cadeiras da Desmobilia
André Nazareth/Divulgação
Eu queria que a cozinha fosse bem funcional, já que gosto bastante de cozinhar.”
INTEGRAÇÃO | A área que se liga à cozinha, com vasos de plantas e piso original do apartamento
André Nazareth/Divulgação
Para dar um clima aconchegante e ao mesmo tempo leve ao quarto, apliquei palha natural tingida de azul.”
SUÍTE | A cama, com cabeceira desenhada pelo arquiteto, tem aos pés banco dos anos 1960. A mesa de cabeceira vintage exibe abajur também concebido por Jean de Just. Roupa de cama da Haremlique Istanbul. Na parede, com revestimento da Nobilis Paris, quadro de artista anônimo
André Nazareth/Divulgação
SUÍTE | A cadeira vintage, revestida de tecido da Quaker Decor, fica junto a uma mesa Saarinen e à estante feita com gesso acartonado. Ali estão expostos objetos de estimação
André Nazareth/Divulgação
A aplicação de placas de gesso acartonado na parede permitiu criar um nicho, onde exibo parte de minha coleção de obras de arte.”
BANHEIRO | Tem gabinete da Florense, bancada de mármore Carrara e cuba da Deca. Arandelas da Velt ladeiam o espelho da Éntona Decor. Revestimentos cerâmicos da Atlas
André Nazareth/Divulgação



