Beirais largos e grandes esquadrias garantem uma integração quase orgânica da casa de 520 m², em São Paulo, ao jardim reformulado pela arquiteta paisagista Catê Poli (@cate_poli_paisagismo). Com poucas intervenções estruturais, as arquitetas Carolina Razuk e Merê Esteves promoveram as adaptações necessárias ao cotidiano dos novos moradores, incluindo a ampliação da área gourmet, enquanto o Estúdio Camarotti ficou responsável pelos interiores.
Na área externa, uma das prioridades foi melhorar os acessos, a começar pelo talude entre a casa e o quintal. Dianella, filodendro, agapanto e amendoim-rasteiro, em diferentes patamares, suavizam o desnível e envolvem a escada.
Para implantar a piscina na orientação desejada pelos moradores, sem comprometer o acesso aos fundos do jardim, a paisagista propôs a criação de uma ponte. “Da porta de entrada, você atravessa a sala, a varanda, a piscina e o jardim em uma linha reta. Além disso, os filhos estão sempre pulando da ponte para a água, transformando-a em um elemento lúdico”, conta Catê.
Próximo ao fogo de chão, costela-de-adão, guaimbê e trapoeraba. Placas de quartzito da RFP Pisos e Revestimentos
JP Image/Divulgação
Antes da introdução de novas plantas, um levantamento planialtimétrico detalhado revelou a existência de mais de 120 palmeiras e árvores existentes no terreno de 2.920 m², em sua maioria preservadas. “Entramos com uma parte muito mais arbustiva, limpando e organizando o que já existia, de forma a transformar o jardim em um paraíso tropical”, afirma.
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Pequenas mudas de palmeira-seafórtia, considerada uma espécie invasora, foram retiradas para evitar o alastramento. Já os exemplares adultos serão substituídos aos poucos por árvores ou palmeiras nativas conforme envelhecerem.
Dianella, filodendro, amendoim-rasteiro, falso-íris e agapanto junto à escada. Próximo à área gourmet, manacá-da-serra existente e maranta-charuto. Ao fundo, palmeiras-seafórtia do vizinho
JP Image/Divulgação
Predominante, a grama-esmeralda cede espaço, nas áreas de circulação, apenas a materiais naturais, como o piso de granito apicoado, o deque de cumaru e os caminhos secundários em quartzito.
Na varanda, piso de granito apicoado da Pedras Morumbi
JP Image/Divulgação
“O segredo para o efeito de casa de campo são árvores, árvores e mais árvores, além do mínimo possível de pisos; senão, a casa ficará parecendo uma cobertura. Quanto maior a área verde permeável, mais grama houver, mais o jardim se aproxima de uma área de lazer”, conclui.
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Na fachada, trepadeira jasmim-estrela e maciços de curculigo, costela-de-adão e moreia-branca. Em primeiro plano, jasmim-manga
JP Image/Divulgação
É um jardim de ‘leitura’ muito fácil. Ao chegar, você já percebe todos os caminhos.”
Caminho de quartzito rejuntado decora a paisagem com espécies capota-vermelha, já existente no local, costela-de-adão, guaimbê e filodendro ondulado
JP Image/Divulgação
Arália elegante existente com helicônia-papagaio e costela-de-adão. Próximo à varanda, falso-íris, filodendro e dianella
JP Image/Divulgação | Projeto da arquiteta paisagista Catê Poli
Alcançamos um mix entre casa de praia e de campo, que ainda é útil e usável para três filhos meninos.”
As placas de granito apicoado acompanham a jabuticabeira existente com forração de filodendro ondulado
JP Image/Divulgação | Projeto da arquiteta paisagista Catê Poli
Na área externa, uma das prioridades foi melhorar os acessos, a começar pelo talude entre a casa e o quintal. Dianella, filodendro, agapanto e amendoim-rasteiro, em diferentes patamares, suavizam o desnível e envolvem a escada.
Para implantar a piscina na orientação desejada pelos moradores, sem comprometer o acesso aos fundos do jardim, a paisagista propôs a criação de uma ponte. “Da porta de entrada, você atravessa a sala, a varanda, a piscina e o jardim em uma linha reta. Além disso, os filhos estão sempre pulando da ponte para a água, transformando-a em um elemento lúdico”, conta Catê.
Próximo ao fogo de chão, costela-de-adão, guaimbê e trapoeraba. Placas de quartzito da RFP Pisos e Revestimentos
JP Image/Divulgação
Antes da introdução de novas plantas, um levantamento planialtimétrico detalhado revelou a existência de mais de 120 palmeiras e árvores existentes no terreno de 2.920 m², em sua maioria preservadas. “Entramos com uma parte muito mais arbustiva, limpando e organizando o que já existia, de forma a transformar o jardim em um paraíso tropical”, afirma.
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Pequenas mudas de palmeira-seafórtia, considerada uma espécie invasora, foram retiradas para evitar o alastramento. Já os exemplares adultos serão substituídos aos poucos por árvores ou palmeiras nativas conforme envelhecerem.
Dianella, filodendro, amendoim-rasteiro, falso-íris e agapanto junto à escada. Próximo à área gourmet, manacá-da-serra existente e maranta-charuto. Ao fundo, palmeiras-seafórtia do vizinho
JP Image/Divulgação
Predominante, a grama-esmeralda cede espaço, nas áreas de circulação, apenas a materiais naturais, como o piso de granito apicoado, o deque de cumaru e os caminhos secundários em quartzito.
Na varanda, piso de granito apicoado da Pedras Morumbi
JP Image/Divulgação
“O segredo para o efeito de casa de campo são árvores, árvores e mais árvores, além do mínimo possível de pisos; senão, a casa ficará parecendo uma cobertura. Quanto maior a área verde permeável, mais grama houver, mais o jardim se aproxima de uma área de lazer”, conclui.
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Na fachada, trepadeira jasmim-estrela e maciços de curculigo, costela-de-adão e moreia-branca. Em primeiro plano, jasmim-manga
JP Image/Divulgação
É um jardim de ‘leitura’ muito fácil. Ao chegar, você já percebe todos os caminhos.”
Caminho de quartzito rejuntado decora a paisagem com espécies capota-vermelha, já existente no local, costela-de-adão, guaimbê e filodendro ondulado
JP Image/Divulgação
Arália elegante existente com helicônia-papagaio e costela-de-adão. Próximo à varanda, falso-íris, filodendro e dianella
JP Image/Divulgação | Projeto da arquiteta paisagista Catê Poli
Alcançamos um mix entre casa de praia e de campo, que ainda é útil e usável para três filhos meninos.”
As placas de granito apicoado acompanham a jabuticabeira existente com forração de filodendro ondulado
JP Image/Divulgação | Projeto da arquiteta paisagista Catê Poli



