Entre os dias 8 e 12 de abril, o Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sediou a 22ª edição da SP-Arte. Reconhecida como uma das principais feiras de arte e design da América Latina, a edição de 2026 reuniu cerca de 180 expositores de galerias nacionais e internacionais, além de uma multidão de visitantes — artistas, designers, curadores, colecionadores e pesquisadores — disposta a passar horas entre seus corredores. Um tour completo pelos quatro andares da mostra pode levar quase um dia inteiro. Por isso, pausas para conexões e trocas de experiência são comuns e muito bem-vindas, além de serem momentos propícios para estimular outro sentido: o do paladar.
Blue Moon
Rony Hernandes
A Blue Moon, cerveja oficial da SP-Arte desde 2023 é, assim como o evento, uma experiência sensorial carregada de autenticidade e criatividade. “Ela se conecta com os universos da arte, cultura e design ao ocupar espaços onde a experiência sensorial e a estética são protagonistas. Ao estar presente na SP-Arte, a marca se aproxima de um público que valoriza expressão, criatividade e curadoria, reforçando sua associação com momentos que vão além do consumo, mais ligados à apreciação, ao encontro e à descoberta”, explica a gerente de marcas super premium do Grupo HEINEKEN, Marina Awada.
Lançada em 1995 nos Estados Unidos, ela foi criada com o propósito de reinterpretar o estilo witbier – cervejas feitas com trigo não maltado e ingredientes como casca de frutas cítricas e outras especiarias – de forma mais suave e acessível ao paladar. “O estilo witbier já traz uma proposta diferente por si só: refrescante, cítrico e aromático. No caso de Blue Moon, essa experiência sensorial se faz presente pela combinação de cascas de laranja valência e semente de coentro, que adiciona camadas de sabor e um perfil cítrico marcante. O fato de ser uma cerveja não filtrada também contribui para sua aparência turva”, afirma.
SP-Arte 2026
Rony Hernandes
Os diferenciais da Blue Moon vão além dos ingredientes e estão também na forma de consumi-la. O ritual é simples, mas essencial: como não é filtrada, o recomendado é rolar a garrafa ou lata antes de servir para garantir uma mistura homogênea dos ingredientes. O toque final fica por conta da rodela de laranja valência ou bahia no copo, que intensifica os aromas cítricos, além de equilibrar o frescor da fruta com as notas do coentro.
“O ritual da laranja transforma o consumo em algo mais intencional. Ao girar a garrafa, servir com cuidado e finalizar com a rodela de laranja, o público ativa diferentes sentidos, principalmente o aroma e o sabor. E ao complementar com uma rodela de laranja na borda do copo, a experiência se eleva, transformando o ato de consumir cerveja num momento ainda mais sensorial, com realce das notas cítricas da cerveja, reforçando a ideia de que cada detalhe faz parte do momento, o que chamamos de ‘Blue Moon – Perfeita com Laranja’”, completa.
Blue Moon
Rony Hernandes
Presente no Brasil desde 2019 a cerveja, que faz parte do Grupo HEINEKEN, agora tem produção nacional e um portfólio que também contempla o chopp, além das versões em long neck e lata. Por aqui, a marca mantém uma forte conexão com o cenário cultural por meio de parcerias com instituições, galerias, artistas e eventos que celebram as mais diversas manifestações artísticas, como a SP-Arte.
Aprecie com moderação. Produto destinado a adultos.
Blue Moon
Rony Hernandes
A Blue Moon, cerveja oficial da SP-Arte desde 2023 é, assim como o evento, uma experiência sensorial carregada de autenticidade e criatividade. “Ela se conecta com os universos da arte, cultura e design ao ocupar espaços onde a experiência sensorial e a estética são protagonistas. Ao estar presente na SP-Arte, a marca se aproxima de um público que valoriza expressão, criatividade e curadoria, reforçando sua associação com momentos que vão além do consumo, mais ligados à apreciação, ao encontro e à descoberta”, explica a gerente de marcas super premium do Grupo HEINEKEN, Marina Awada.
Lançada em 1995 nos Estados Unidos, ela foi criada com o propósito de reinterpretar o estilo witbier – cervejas feitas com trigo não maltado e ingredientes como casca de frutas cítricas e outras especiarias – de forma mais suave e acessível ao paladar. “O estilo witbier já traz uma proposta diferente por si só: refrescante, cítrico e aromático. No caso de Blue Moon, essa experiência sensorial se faz presente pela combinação de cascas de laranja valência e semente de coentro, que adiciona camadas de sabor e um perfil cítrico marcante. O fato de ser uma cerveja não filtrada também contribui para sua aparência turva”, afirma.
SP-Arte 2026
Rony Hernandes
Os diferenciais da Blue Moon vão além dos ingredientes e estão também na forma de consumi-la. O ritual é simples, mas essencial: como não é filtrada, o recomendado é rolar a garrafa ou lata antes de servir para garantir uma mistura homogênea dos ingredientes. O toque final fica por conta da rodela de laranja valência ou bahia no copo, que intensifica os aromas cítricos, além de equilibrar o frescor da fruta com as notas do coentro.
“O ritual da laranja transforma o consumo em algo mais intencional. Ao girar a garrafa, servir com cuidado e finalizar com a rodela de laranja, o público ativa diferentes sentidos, principalmente o aroma e o sabor. E ao complementar com uma rodela de laranja na borda do copo, a experiência se eleva, transformando o ato de consumir cerveja num momento ainda mais sensorial, com realce das notas cítricas da cerveja, reforçando a ideia de que cada detalhe faz parte do momento, o que chamamos de ‘Blue Moon – Perfeita com Laranja’”, completa.
Blue Moon
Rony Hernandes
Presente no Brasil desde 2019 a cerveja, que faz parte do Grupo HEINEKEN, agora tem produção nacional e um portfólio que também contempla o chopp, além das versões em long neck e lata. Por aqui, a marca mantém uma forte conexão com o cenário cultural por meio de parcerias com instituições, galerias, artistas e eventos que celebram as mais diversas manifestações artísticas, como a SP-Arte.
Aprecie com moderação. Produto destinado a adultos.



