O papel alumínio é um grande aliado na cozinha. Excelente isolante térmico e barreira contra luz, ar e umidade, ele ajuda a conservar melhor o calor de alimentos quentes e a proteger alimentos frios, mantendo textura e sabor por mais tempo. Contudo, se usado de forma inadequada, pode causar prejuízos à saúde.
“O alumínio em si não é altamente tóxico, mas quando usado em contato direto com alimentos muito ácidos, como limão ou vinagre, e em altas temperaturas, uma pequena quantidade de alumínio pode migrar para o alimento. Em excesso, esse consumo contínuo pode trazer riscos à saúde, embora o uso moderado e correto seja considerado seguro pela maioria das autoridades do setor”, explica o nutricionista Sérgio Rischiotto, orientador pedagógico e docente dos cursos de Nutrição do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) e do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba).
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O que não pode ser embrulhado com papel alumínio e como utilizá-lo corretamente
Alimentos ácidos ou muito salgados não devem ser embrulhados diretamente no papel alumínio
Getty Images
Para evitar que o alumínio em excesso se acumule no organismo e, a longo prazo, possa impactar a saúde, especialmente o sistema nervoso, é essencial utilizar o papel alumínio de forma correta e o primeiro passo é não usá-lo com alimentos ácidos ou excessivamente salgados.
“Alimentos ácidos ou muito salgados, como molhos de tomate, frutas cítricas, peixes com limão e marinadas com vinagre, não devem ser embrulhados diretamente no papel alumínio. Esses ingredientes favorecem a liberação do alumínio, que pode contaminar o alimento. Nesses casos, é mais seguro usar um papel manteiga entre o alimento e o papel alumínio, ou recorrer a outro tipo de embalagem”, aconselha a nutricionista Yasmin Lemos, pós-graduada em nutrição clínica pela Universidade de São Paulo (USP).
Yasmin lembra ainda que o papel alumínio não deve ser utilizado no micro-ondas e deve ser usado apenas uma vez. “Não é recomendado lavar e reutilizar, pois isso pode aumentar a liberação de alumínio nos alimentos”, reforça a nutricionista.
Sobre o lado correto do papel alumínio, Sérgio explica que depende do efeito desejado. “Prefira envolver alimentos ou cobrir assadeiras e travessas, mantendo o lado brilhante voltado para o alimento, quando quiser refletir calor; e o lado fosco quando quiser absorver calor. Use-o apenas para assar, grelhar ou armazenar alimentos, evitando o uso excessivo ou prolongado em contato com alimentos ácidos”, diz o professor.
Alternativas ao papel alumínio
O papel manteiga, por exemplo, é uma ótima opção para assar e proteger alimentos
Getty Images
Ainda que o risco do uso do papel alumínio seja pequeno, os especialistas dizem que há alternativas para quem deseja substituí-lo. Dentre os quais se destacam o papel manteiga, além de potes e assadeiras com tampa.
“Hoje, já existem várias alternativas seguras e sustentáveis para substituir o papel alumínio na cozinha. O papel manteiga, por exemplo, é uma ótima opção para assar e proteger alimentos, evitando o contato direto com o metal. Outra opção prática é utilizar assadeiras com tampa, que permitem o preparo no forno sem necessidade de cobrir com alumínio”, diz Yasmin.
Para armazenar alimentos, a nutricionista indica tampas de silicone e panos encerados reutilizáveis. “Eles cumprem bem o papel do alumínio, mantendo os alimentos protegidos e reduzindo o uso de descartáveis. Potes de vidro ou de aço inox também são excelentes para conservar e transportar refeições, além de não liberarem substâncias indesejadas. Essas alternativas ajudam a preservar a saúde e ainda contribuem para uma cozinha mais sustentável e consciente”, finaliza.
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“O alumínio em si não é altamente tóxico, mas quando usado em contato direto com alimentos muito ácidos, como limão ou vinagre, e em altas temperaturas, uma pequena quantidade de alumínio pode migrar para o alimento. Em excesso, esse consumo contínuo pode trazer riscos à saúde, embora o uso moderado e correto seja considerado seguro pela maioria das autoridades do setor”, explica o nutricionista Sérgio Rischiotto, orientador pedagógico e docente dos cursos de Nutrição do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) e do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba).
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Alimentos ácidos ou muito salgados não devem ser embrulhados diretamente no papel alumínio
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“Alimentos ácidos ou muito salgados, como molhos de tomate, frutas cítricas, peixes com limão e marinadas com vinagre, não devem ser embrulhados diretamente no papel alumínio. Esses ingredientes favorecem a liberação do alumínio, que pode contaminar o alimento. Nesses casos, é mais seguro usar um papel manteiga entre o alimento e o papel alumínio, ou recorrer a outro tipo de embalagem”, aconselha a nutricionista Yasmin Lemos, pós-graduada em nutrição clínica pela Universidade de São Paulo (USP).
Yasmin lembra ainda que o papel alumínio não deve ser utilizado no micro-ondas e deve ser usado apenas uma vez. “Não é recomendado lavar e reutilizar, pois isso pode aumentar a liberação de alumínio nos alimentos”, reforça a nutricionista.
Sobre o lado correto do papel alumínio, Sérgio explica que depende do efeito desejado. “Prefira envolver alimentos ou cobrir assadeiras e travessas, mantendo o lado brilhante voltado para o alimento, quando quiser refletir calor; e o lado fosco quando quiser absorver calor. Use-o apenas para assar, grelhar ou armazenar alimentos, evitando o uso excessivo ou prolongado em contato com alimentos ácidos”, diz o professor.
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O papel manteiga, por exemplo, é uma ótima opção para assar e proteger alimentos
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Ainda que o risco do uso do papel alumínio seja pequeno, os especialistas dizem que há alternativas para quem deseja substituí-lo. Dentre os quais se destacam o papel manteiga, além de potes e assadeiras com tampa.
“Hoje, já existem várias alternativas seguras e sustentáveis para substituir o papel alumínio na cozinha. O papel manteiga, por exemplo, é uma ótima opção para assar e proteger alimentos, evitando o contato direto com o metal. Outra opção prática é utilizar assadeiras com tampa, que permitem o preparo no forno sem necessidade de cobrir com alumínio”, diz Yasmin.
Para armazenar alimentos, a nutricionista indica tampas de silicone e panos encerados reutilizáveis. “Eles cumprem bem o papel do alumínio, mantendo os alimentos protegidos e reduzindo o uso de descartáveis. Potes de vidro ou de aço inox também são excelentes para conservar e transportar refeições, além de não liberarem substâncias indesejadas. Essas alternativas ajudam a preservar a saúde e ainda contribuem para uma cozinha mais sustentável e consciente”, finaliza.
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