Mais do que uma diretora de estilo, Adriana Frattini é a guardiã de uma linguagem visual que há anos traduz o modo de morar — e de sonhar — do brasileiro. À frente da produção de editoriais da Casa Vogue, ela ajudou a construir uma estética que vai muito além da decoração: uma narrativa de tempo, cor e sentimento que transformou ambientes em discursos e imagens em memória.
Na série Quem te viu, quem te vê, em comemoração aos 50 anos de Casa Vogue, Adriana revisita alguns dos editoriais mais emblemáticos de sua trajetória, revelando bastidores de criações que marcaram a história recente do título. De Cores do Brasil (2011) — um manifesto pela identidade nacional através do design — ao recente Atrás das cortinas (2025), que celebra a diversidade material e geográfica do país, cada ensaio traduz um recorte sensível do que somos e do que aspiramos ser.
Seu olhar, sempre curioso e poético, reinterpreta o morar como expressão cultural. Foi assim em Espírito Carioca (2012), que capturou o despojamento solar da vida no Rio, e em Culto à diversidade (2013), um tributo à irreverência de Flávio de Carvalho. Em Bauhaus Tropical (2019), Adriana ousou subverter um cânone europeu para vestir de cor e leveza um movimento histórico. O resultado: uma visão plural, vibrante e essencialmente brasileira da estética moderna.
Adriana Frattini analisa editoriais emblemáticos da Casa Vogue
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Capa da Casa Vogue de agosto de 2011, o editorial ‘Cores do Brasil’ fez um manifesto pela identidade nacional através do design
Roberto Cecato
Entre uma locação e outra, ela costura diálogos entre arquitetura, arte, moda e comportamento, sempre com um fio condutor invisível — o desejo de emocionar pelo olhar. “Os editoriais são mais do que imagens belas. São narrativas visuais que falam de quem somos, das nossas contradições, da nossa identidade”, reflete Adriana no episódio.
Ao revisitar sua própria trajetória, ela acaba revelando também a da Casa Vogue: título que, há 50 anos, observa o mundo pelas lentes do estilo, mas sempre com alma, imaginação e afeto.
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Seu olhar, sempre curioso e poético, reinterpreta o morar como expressão cultural. Foi assim em Espírito Carioca (2012), que capturou o despojamento solar da vida no Rio, e em Culto à diversidade (2013), um tributo à irreverência de Flávio de Carvalho. Em Bauhaus Tropical (2019), Adriana ousou subverter um cânone europeu para vestir de cor e leveza um movimento histórico. O resultado: uma visão plural, vibrante e essencialmente brasileira da estética moderna.
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Ao revisitar sua própria trajetória, ela acaba revelando também a da Casa Vogue: título que, há 50 anos, observa o mundo pelas lentes do estilo, mas sempre com alma, imaginação e afeto.
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