Tonalidades neutras são grandes aliadas na decoração, pois harmonizam facilmente com outras cores e transmitem tranquilidade. Entre elas, o bege é uma aposta clássica — perfeito para quem deseja trazer um toque natural. Uma forma prática de incorporá-lo é por meio do tapete, que pode ajudar a delimitar espaços ou até suavizar ambientes com nuances vibrantes, ou mais escuras. A seguir, descubra como usar o tapete bege no décor!
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Por que usar tapete bege na decoração?
O tapete bege é uma excelente escolha para quem busca uma peça fácil de harmonizar. Ele aparece em tonalidades que vão do nude — mais claro e suave — até versões ligeiramente mais escuras. Assim, se adapta a diferentes estilos decorativos, do moderno ao minimalista.
“Por ser uma tonalidade neutra, amplia visualmente o espaço e cria uma base versátil. Funciona como uma tela em branco, permitindo escolher cores, texturas e móveis com maior liberdade e sem pesar na composição”, diz a arquiteta Simara Mello.
Neste ambiente, o tapete Gaya Hemp, da Phenicia Concept, torna o espaço de convivência mais acolhedor
João Paulo de Oliveira/Divulgação | Projeto do escritório Saspadini & Schiavon Arquitetos Associados
Como escolher o tom ideal de bege para o tapete?
A escolha do tom ideal deve considerar a paleta geral do cômodo, os tecidos presentes e até o tipo de piso. Vale lembrar: o tapete deve ser escolhido a partir da decoração — e não o contrário. Por isso, antes de definir o modelo, observe as cores já existentes no ambiente e o efeito que você deseja criar com a peça.
Em projetos modernos ou escuros, tons de bege mais pigmentados funcionam melhor. Já para quem busca iluminar o ambiente, nuances queimadas ou mais claras são ótimas opções.
Nesta sala, o tapete de juta e algodão da Marie Camille traz aconchego
Estudio NY18/Divulgação | Projeto do escritório Piacesi Arquitetura
Ainda, considere a circulação. “Em espaços com grande circulação, é mais seguro optar por um bege queimado. Em ambientes tranquilos, o bege claro funciona bem. A presença de crianças e animais também influencia na escolha entre tons”, acrescenta a arquiteta Vanessa Paiva, do escritório Paiva e Passarini.
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A textura do tapete é outro ponto essencial. Em geral, materiais naturais ou com acabamento artesanal são os que melhor dialogam com a proposta, como sisal, juta, algodão, lã e viscose. Para quem procura um tapete de baixa manutenção, o náilon é fácil de limpar.
Nesta sala, o tapete da Phenicia Concept faz combinação harmônica com o cinza-claro nas paredes e no sofá
Isabela Mayer/Divulgação | Projeto dos arquitetos Verônica Molina, do Memola Estudio, e Vitor Penha
Como usar tapete bege na decoração?
O tapete bege harmoniza em ambientes com proposta natural e muita madeira. “Quando buscamos destaque, um tapete mais escuro que a madeira funciona muito bem. Já quando queremos aconchego e integração, vale escolher um tapete em tom próximo ao piso, pois isso cria a sensação de amplitude e suavidade”, explica a arquiteta Claudia Passarini, do escritório Paiva e Passarini.
Outros elementos naturais, como fibras de linho e algodão, pedra, cerâmica e metais foscos, complementam perfeitamente o tom.
Em paralelo às paredes bege, o tapete da Clatt se destaca pela sua textura, semelhante à escolhida para as poltronas
Fran Parente/Divulgação | Projeto do Sala2 Arquitetura
Quando o assunto são as cores que podem acompanhar o bege, a versatilidade é um dos seus maiores trunfos — não há regras rígidas. Tons neutros, como o cinza, dialogam muito bem e ajudam a criar uma base equilibrada.
Já cores vivas, como verde ou azul‑claro, são ótimas escolhas para adicionar personalidade. Na sala, por exemplo, se o sofá também for bege, optar por um tapete em tonalidade semelhante reforça uma atmosfera neutra e suave. Por outro lado, escolher um tapete em nuance mais escura traz contraste e dinamismo.
Decoração com tapete bege na sala
A área social, que se conecta ao jardim com paisagismo de Rodrigo Oliveira, reúne estar, jantar e cozinha. Tapete Marly bege, da Clatt. Ao fundo, entre as plantas, poltronas Loop Chair, de Willy Guhl
Fran Parente/Divulgação | Projeto do escritório WF Arquitetos
Nesta sala, o tapete bege queimado cria bom contraste com o piso e o sofá
Julia Novoa/Divulgação | Projeto do escritório Rumo Arquitetura
O ambiente é composto por sofá Belline revestido de tecido buclê off-white, da Brava Forma. Tapete Robusto Bege Claro, feito de chenile e algodão, da R&M Tapetes Artesanais
Cristiano Bauce/Divulgação | Projeto do Studio Mariana Kripka
Nesta sala, o tapete bege claro harmoniza bem com o sofá, que tem tonalidade semelhante, e dá destaque à mesa de centro
Andréa Soares/Divulgação | Projeto do escritório Arkitito Arquitetura
Nesta sala, os tapetes neutralizam o piso e o sofá, além de delimitar a área de convivência
Fran Parente/Divulgação | Produção: Paulo Carvalho/Divulgação | Projeto do escritório SAAG Arquitetura
Nesta sala, o tapete combina com o verde nas paredes
Derek Fernandes/Divulgação | Projeto da arquiteta Graciele Coutinho e decorador Daniel Virgnio
Neste espaço, o tapete da Galeria Hathi foi escolhido em tonalidade clara para se misturar com o piso
Luiza Schreier/Divulgação | Projeto da arquiteta Julia Violante
Nesta sala, o tapete modelo Estrela, da Phenicia, cria contraste com o sofá branco, além de harmonizar com os elementos de madeira
Miti Same/Divulgação | Projeto do Mandarina Arquitetura e Design
Nesta sala, o tapete da Latina Haus se destaca graças à sua textura
Cristiano Bauce/Divulgação | Projeto do TR Arquitetura
Tapete bege no quarto
Mesa de cabeceira Osaka, da Quartos ETC. Tapete de sisal da Fio e Trama. Cortina de gaze mista bege, da marca Athena, na loja Calê Home
Keniche Santos/Divulgação | Projeto da designer de interiores Cacau Ribeiro
Banhado por luz natural através dos grandes janelões, o ambiente foi decorado em tons neutros, como o branco das paredes e o tapete bege da Carminati. Cabeceira e mesa lateral desenhadas pelo escritório e executadas de laminado de madeira Ipê Champagne – a primeira foi estofada de linho. Abajur de mesa da Zara Home. Quadro do artista Sando Gos, na Expoarte Galeria. A cortina de linho cru é da Artline
Julia Tótoli/Divulgação | Projeto da arquiteta Maria Araujo
Neste quarto, o tapete da by Kamy delimita a área de decanso, além de contrastar com a tonalidade do piso
Carolina Lacaz/Divulgação | Produção: Simone Monteiro/Divulgação | Projeto do escritório Conrado Ceravolo
O tapete da Galeria Hathi complementa o piso e o mobiliário de madeira
Raiana Medina/Divulgação | Produção: Karina Albuquerque/Divulgação | Projeto do escritório SketchLab Arquitetura
Neste espaço, o tapete da Oriente-se harmoniza bem com as tonalidades neutras na parede e nas cortinas
Eduardo Macarios/Divulgação | Projeto da arquiteta Simara Mello
Neste quarto, o tapete da Casa Móveis Studios se mistura bem com os elementos amadeirados
Xavier Neto/Divulgação | Projeto do Paiva e Passarini
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Por que usar tapete bege na decoração?
O tapete bege é uma excelente escolha para quem busca uma peça fácil de harmonizar. Ele aparece em tonalidades que vão do nude — mais claro e suave — até versões ligeiramente mais escuras. Assim, se adapta a diferentes estilos decorativos, do moderno ao minimalista.
“Por ser uma tonalidade neutra, amplia visualmente o espaço e cria uma base versátil. Funciona como uma tela em branco, permitindo escolher cores, texturas e móveis com maior liberdade e sem pesar na composição”, diz a arquiteta Simara Mello.
Neste ambiente, o tapete Gaya Hemp, da Phenicia Concept, torna o espaço de convivência mais acolhedor
João Paulo de Oliveira/Divulgação | Projeto do escritório Saspadini & Schiavon Arquitetos Associados
Como escolher o tom ideal de bege para o tapete?
A escolha do tom ideal deve considerar a paleta geral do cômodo, os tecidos presentes e até o tipo de piso. Vale lembrar: o tapete deve ser escolhido a partir da decoração — e não o contrário. Por isso, antes de definir o modelo, observe as cores já existentes no ambiente e o efeito que você deseja criar com a peça.
Em projetos modernos ou escuros, tons de bege mais pigmentados funcionam melhor. Já para quem busca iluminar o ambiente, nuances queimadas ou mais claras são ótimas opções.
Nesta sala, o tapete de juta e algodão da Marie Camille traz aconchego
Estudio NY18/Divulgação | Projeto do escritório Piacesi Arquitetura
Ainda, considere a circulação. “Em espaços com grande circulação, é mais seguro optar por um bege queimado. Em ambientes tranquilos, o bege claro funciona bem. A presença de crianças e animais também influencia na escolha entre tons”, acrescenta a arquiteta Vanessa Paiva, do escritório Paiva e Passarini.
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A textura do tapete é outro ponto essencial. Em geral, materiais naturais ou com acabamento artesanal são os que melhor dialogam com a proposta, como sisal, juta, algodão, lã e viscose. Para quem procura um tapete de baixa manutenção, o náilon é fácil de limpar.
Nesta sala, o tapete da Phenicia Concept faz combinação harmônica com o cinza-claro nas paredes e no sofá
Isabela Mayer/Divulgação | Projeto dos arquitetos Verônica Molina, do Memola Estudio, e Vitor Penha
Como usar tapete bege na decoração?
O tapete bege harmoniza em ambientes com proposta natural e muita madeira. “Quando buscamos destaque, um tapete mais escuro que a madeira funciona muito bem. Já quando queremos aconchego e integração, vale escolher um tapete em tom próximo ao piso, pois isso cria a sensação de amplitude e suavidade”, explica a arquiteta Claudia Passarini, do escritório Paiva e Passarini.
Outros elementos naturais, como fibras de linho e algodão, pedra, cerâmica e metais foscos, complementam perfeitamente o tom.
Em paralelo às paredes bege, o tapete da Clatt se destaca pela sua textura, semelhante à escolhida para as poltronas
Fran Parente/Divulgação | Projeto do Sala2 Arquitetura
Quando o assunto são as cores que podem acompanhar o bege, a versatilidade é um dos seus maiores trunfos — não há regras rígidas. Tons neutros, como o cinza, dialogam muito bem e ajudam a criar uma base equilibrada.
Já cores vivas, como verde ou azul‑claro, são ótimas escolhas para adicionar personalidade. Na sala, por exemplo, se o sofá também for bege, optar por um tapete em tonalidade semelhante reforça uma atmosfera neutra e suave. Por outro lado, escolher um tapete em nuance mais escura traz contraste e dinamismo.
Decoração com tapete bege na sala
A área social, que se conecta ao jardim com paisagismo de Rodrigo Oliveira, reúne estar, jantar e cozinha. Tapete Marly bege, da Clatt. Ao fundo, entre as plantas, poltronas Loop Chair, de Willy Guhl
Fran Parente/Divulgação | Projeto do escritório WF Arquitetos
Nesta sala, o tapete bege queimado cria bom contraste com o piso e o sofá
Julia Novoa/Divulgação | Projeto do escritório Rumo Arquitetura
O ambiente é composto por sofá Belline revestido de tecido buclê off-white, da Brava Forma. Tapete Robusto Bege Claro, feito de chenile e algodão, da R&M Tapetes Artesanais
Cristiano Bauce/Divulgação | Projeto do Studio Mariana Kripka
Nesta sala, o tapete bege claro harmoniza bem com o sofá, que tem tonalidade semelhante, e dá destaque à mesa de centro
Andréa Soares/Divulgação | Projeto do escritório Arkitito Arquitetura
Nesta sala, os tapetes neutralizam o piso e o sofá, além de delimitar a área de convivência
Fran Parente/Divulgação | Produção: Paulo Carvalho/Divulgação | Projeto do escritório SAAG Arquitetura
Nesta sala, o tapete combina com o verde nas paredes
Derek Fernandes/Divulgação | Projeto da arquiteta Graciele Coutinho e decorador Daniel Virgnio
Neste espaço, o tapete da Galeria Hathi foi escolhido em tonalidade clara para se misturar com o piso
Luiza Schreier/Divulgação | Projeto da arquiteta Julia Violante
Nesta sala, o tapete modelo Estrela, da Phenicia, cria contraste com o sofá branco, além de harmonizar com os elementos de madeira
Miti Same/Divulgação | Projeto do Mandarina Arquitetura e Design
Nesta sala, o tapete da Latina Haus se destaca graças à sua textura
Cristiano Bauce/Divulgação | Projeto do TR Arquitetura
Tapete bege no quarto
Mesa de cabeceira Osaka, da Quartos ETC. Tapete de sisal da Fio e Trama. Cortina de gaze mista bege, da marca Athena, na loja Calê Home
Keniche Santos/Divulgação | Projeto da designer de interiores Cacau Ribeiro
Banhado por luz natural através dos grandes janelões, o ambiente foi decorado em tons neutros, como o branco das paredes e o tapete bege da Carminati. Cabeceira e mesa lateral desenhadas pelo escritório e executadas de laminado de madeira Ipê Champagne – a primeira foi estofada de linho. Abajur de mesa da Zara Home. Quadro do artista Sando Gos, na Expoarte Galeria. A cortina de linho cru é da Artline
Julia Tótoli/Divulgação | Projeto da arquiteta Maria Araujo
Neste quarto, o tapete da by Kamy delimita a área de decanso, além de contrastar com a tonalidade do piso
Carolina Lacaz/Divulgação | Produção: Simone Monteiro/Divulgação | Projeto do escritório Conrado Ceravolo
O tapete da Galeria Hathi complementa o piso e o mobiliário de madeira
Raiana Medina/Divulgação | Produção: Karina Albuquerque/Divulgação | Projeto do escritório SketchLab Arquitetura
Neste espaço, o tapete da Oriente-se harmoniza bem com as tonalidades neutras na parede e nas cortinas
Eduardo Macarios/Divulgação | Projeto da arquiteta Simara Mello
Neste quarto, o tapete da Casa Móveis Studios se mistura bem com os elementos amadeirados
Xavier Neto/Divulgação | Projeto do Paiva e Passarini



