Repletos de roupas e sapatos, os closets são frequentemente associados a espaços grandes e luxuosos. Não é raro observá-los nas casas de blogueiras ou influencers – e até personagens da ficção já tiveram closets dos sonhos. Quem consegue esquecer do icônico closet da Carrie Bradshaw na série original de Sex and the City? Apesar dessa fama, é possível, sim, incluí-los em apartamentos pequenos.
Como o closet difere do armário por ter circulação interna e uma organização mais personalizada, ele precisa de um projeto de marcenaria sob medida. “Se a pessoa tem muitas roupas longas, por exemplo, preciso prever mais cabideiros altos. Se usa muitos acessórios, bolsas, sapatos, a divisão muda completamente. Cada closet que fazemos é 100% personalizado para a rotina de quem vai usar”, explica a arquiteta Sabrina Salles.
Neste projeto do arquiteto Gabriel Magalhães, a área entre o dormitório e o banheiro se tornou, ao mesmo tempo, closet e home office.
Gabriela Daltro/Divulgação
Mais um ângulo do projeto de Gabriel Magalhães: de um lado, o home office, e do outro, um closet planejado e feito sob medida
Gabriela Daltro/Divulgação
Portanto, é importante atentar às dimensões mínimas para montar esse ambiente integrado ao dormitório. “Um closet pequeno pode funcionar bem se tiver 1,20 m de profundidade por 2 m de largura, especialmente se for em linha reta. Para closets em ‘L’ ou com circulação central, o ideal é ter 1,50 m de profundidade, garantindo conforto na hora de se movimentar e acessar as peças”, orienta Sabrina.
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Neste projeto da arquiteta Marcela Penteado, o closet aberto, sem portas, e com divisórias de vidro pede organização no dia a dia
Fran Parente/Divulgação
Segundo as arquitetas Danielly Vasconcelos e Renata Veronesi Hoffmann, sócias no Tetriz Arquitetura, até 1,80 m de largura podem funcionar também. “O importante é garantir ao menos 60 cm de profundidade útil para a marcenaria e 60 cm de circulação, mesmo nos menores espaços. Com um bom projeto, conseguimos transformar até áreas compactas em ambientes práticos e elegantes”, opina Danielly.
O corredor que leva ao dormitório se tornou um closet compacto neste projeto da arquiteta Sabrina Salles. Ali, ela criou uma marcenaria personalizada com portas de vidro que deram um toque de sofisticação à suíte
Kadu Lopes/Divulgação
Mais um ângulo do projeto de Sabrina Salles: aqui, as portas de vidro revelam a organização interna do closet compacto
Kadu Lopes/Divulgação
No momento da customização desse espaço, vale entender o volume das suas peças. Isso ajuda a programar a altura dos cabideiros, gaveteiros, prateleiras e nichos. “Essa organização começa mesmo no projeto. Criamos módulos bem setorizados e específicos para cada uso, desde nichos para roupas dobradas até gavetas com divisórias internas, aramados para acessórios e calceiros embutidos. Também gostamos de explorar a verticalidade do espaço ao máximo, com nichos altos para malas e prateleiras ajustáveis”, esclarece Renata.
No projeto de Tetriz Arquitetura, a marcenaria do closet compacto se torna protagonista da decoração da suíte
Renato Navarro/Divulgação
Ainda no projeto da Tetriz Arquitetura, o closet ganhou marcenaria de palhinha que deu personalidade à decoração e ajudou a organizar os pertences dos moradores
Renato Navarro/Divulgação
Há também sempre maneiras inteligentes de deixar tudo ainda mais em ordem, mesmo em um closet pequeno. “Um truque que uso bastante é o cabideiro retrátil – principalmente em closets estreitos, ele permite acessar peças altas sem perder funcionalidade”, ensina Sabrina.
Para melhorar ainda mais essa organização, Danielly e Renata sugerem envolver uma personal organizer antes da execução do projeto. “Ela pode acompanhar a marcenaria, ajudar a entender o volume real de itens e definir a setorização com base nisso. Também gostamos muito do método Marie Kondo, que incentiva a ficar apenas com o que realmente traz alegria. Isso ajuda a dimensionar corretamente o espaço necessário”, conta Danielly.
Neste closet criado para o Casa Vogue Experience 2023, as estruturas de vidro desvelam um closet pequeno, organizado e único
Filippo Bamberghi
Com tudo organizado, dá até para apostar em acabamento de vidro. “Gosto muito de usar portas de vidro fumê ou canela em closets abertos para o quarto ou em espaços menores. Isso ajuda a visualizar o que está guardado”, comenta Sabrina. “Essas portas até estimulam a manter a organização e facilitam a escolha do look no dia a dia”, completa Renata.
Outro ponto importante ao planejar um closet é apostar em uma iluminação adequada – uma vez que a maioria desses espaços, apesar de integrados ao dormitório, pode não receber luz natural direta. Incluir espelhos soltos ou apostar em portas espelhadas também são boas soluções, já que elas ajudam na sensação de amplitude. “O closet é esse espaço que permite soluções personalizadas. Vale apostar em nichos, iluminação embutida, espaços para malas e até penteadeira ou bancos de apoio”, finaliza Danielly.
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Como o closet difere do armário por ter circulação interna e uma organização mais personalizada, ele precisa de um projeto de marcenaria sob medida. “Se a pessoa tem muitas roupas longas, por exemplo, preciso prever mais cabideiros altos. Se usa muitos acessórios, bolsas, sapatos, a divisão muda completamente. Cada closet que fazemos é 100% personalizado para a rotina de quem vai usar”, explica a arquiteta Sabrina Salles.
Neste projeto do arquiteto Gabriel Magalhães, a área entre o dormitório e o banheiro se tornou, ao mesmo tempo, closet e home office.
Gabriela Daltro/Divulgação
Mais um ângulo do projeto de Gabriel Magalhães: de um lado, o home office, e do outro, um closet planejado e feito sob medida
Gabriela Daltro/Divulgação
Portanto, é importante atentar às dimensões mínimas para montar esse ambiente integrado ao dormitório. “Um closet pequeno pode funcionar bem se tiver 1,20 m de profundidade por 2 m de largura, especialmente se for em linha reta. Para closets em ‘L’ ou com circulação central, o ideal é ter 1,50 m de profundidade, garantindo conforto na hora de se movimentar e acessar as peças”, orienta Sabrina.
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Kadu Lopes/Divulgação
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No momento da customização desse espaço, vale entender o volume das suas peças. Isso ajuda a programar a altura dos cabideiros, gaveteiros, prateleiras e nichos. “Essa organização começa mesmo no projeto. Criamos módulos bem setorizados e específicos para cada uso, desde nichos para roupas dobradas até gavetas com divisórias internas, aramados para acessórios e calceiros embutidos. Também gostamos de explorar a verticalidade do espaço ao máximo, com nichos altos para malas e prateleiras ajustáveis”, esclarece Renata.
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Para melhorar ainda mais essa organização, Danielly e Renata sugerem envolver uma personal organizer antes da execução do projeto. “Ela pode acompanhar a marcenaria, ajudar a entender o volume real de itens e definir a setorização com base nisso. Também gostamos muito do método Marie Kondo, que incentiva a ficar apenas com o que realmente traz alegria. Isso ajuda a dimensionar corretamente o espaço necessário”, conta Danielly.
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Com tudo organizado, dá até para apostar em acabamento de vidro. “Gosto muito de usar portas de vidro fumê ou canela em closets abertos para o quarto ou em espaços menores. Isso ajuda a visualizar o que está guardado”, comenta Sabrina. “Essas portas até estimulam a manter a organização e facilitam a escolha do look no dia a dia”, completa Renata.
Outro ponto importante ao planejar um closet é apostar em uma iluminação adequada – uma vez que a maioria desses espaços, apesar de integrados ao dormitório, pode não receber luz natural direta. Incluir espelhos soltos ou apostar em portas espelhadas também são boas soluções, já que elas ajudam na sensação de amplitude. “O closet é esse espaço que permite soluções personalizadas. Vale apostar em nichos, iluminação embutida, espaços para malas e até penteadeira ou bancos de apoio”, finaliza Danielly.
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