Pensada como um refúgio para desacelerar, esta casa de 369 m², com dois pavimentos, nasceu do desejo de um casal que buscava transformar a rotina intensa em uma experiência cotidiana de tranquilidade, conforto e conexão com a natureza. Localizada em um condomínio em Paulínia, no interior de São Paulo, a residência às margens de um lago traduz, em sua arquitetura e interiores, a busca por um equilíbrio delicado entre robustez construtiva, sofisticação e acolhimento.
SALA DE ESTAR | Materiais naturais, como a parede de pedra modelo e o piso de cimento queimado, criam uma estética rústica. Chaise cinza, da Artefacto, ao lado do piano
Keniche Santos/Divulgação
Com predileção por materiais naturais e estética rústica, os moradores queriam um lar que refletisse sua identidade, valorizasse a luz natural, a ventilação cruzada e, sobretudo, acomodasse com harmonia um acervo afetivo reunido ao longo de viagens e experiências de vida.
“Desde o início, ficou claro que o projeto precisava ser verdadeiro, com materiais em sua forma mais pura e espaços que dialogassem com a paisagem”, fala o arquiteto Diogo Mendes, do escritório João de Barro Arquitetura (@estudio.jb), responsável pelo projeto de interiores.
SALA DE ESTAR | Com abertura para o jardim com piscina, a sala comporta o sofá cinza Pillow, do estudiobola
Keniche Santos/Divulgação
O projeto teve como ponto de partida a arquitetura existente, estruturada em aço. Para sua execução, foi necessária uma revisão minuciosa, assegurando a plena compatibilização entre os sistemas construtivos, hidráulicos e estruturais.
VARANDA | O espaço com assentos, fire pit e a luminária de piso Carimbó, na Attimo, tem, como pano de fundo, o paisagismo assinado por Alexandre Furcolin, com strelitzia, guaimbê e xanadu
Keniche Santos/Divulgação
A distribuição dos ambientes privilegia a integração no pavimento térreo. O hall de entrada conduz ao living, marcado pela parede de pedra moledo, que confere textura e caráter ao espaço.
Leia mais
As grandes esquadrias ampliam a entrada de luz natural e estabelecem uma conexão direta dos cômodos sociais com o jardim, enquanto o forro de madeira aquece visualmente o recinto. O mobiliário reforça a proposta de convivência e descanso.
FACHADA | Linhas retas e contemporâneas contrastam com os elementos rústicos que envolvem os interiores da casa
Keniche Santos/Divulgação
Integradas, a cozinha, a sala de jantar e a adega formam o coração social da casa, conectadas à varanda gourmet e ao deque que se estende até a piscina. Nesse conjunto, a marcenaria de madeira sucupira de reflorestamento e o forro de lambri de cumaru criam unidade visual.
INTEGRAÇÃO | A cozinha e a sala de jantar se abrem diretamente para a área da piscina, podendo ser isoladas por portas de correr. Já as esquadrias de alumínio e vidro estabelecem a conexão da sala de estar com o exterior
Keniche Santos/Divulgação
“A escolha da madeira em diferentes aplicações foi essencial para trazer aconchego e reforçar a identidade rústica do projeto”, destaca o arquiteto.
SALA DE JANTAR E COZINHA | O uso de diferentes tipos de madeira aquece a base neutra marcada pelo piso de cimento queimado. As bancadas e a ilha combinam concreto polido antigo com ardósia grafite, enquanto a marcenaria utiliza assoalho de sucupira de reflorestamento. O forro de cumaru, em paginação de lambri, reforça a atmosfera acolhedora. Ao redor da mesa, destacam-se as cadeiras 60, da América Móveis, e na ilha, as banquetas Harp, assinadas por Aciole Félix
Keniche Santos/Divulgação
A paleta cromática é pautada por tons neutros, como os cinzas do concreto, os marrons profundos e os tons areia, que servem de base para pontos coloridos estratégicos. Verde, azul e terracota surgem em adornos e objetos decorativos, muitos deles pertencentes ao acervo pessoal do casal.
Leia mais
“Essas peças trazem memória e identidade, funcionando como contraponto sensível à materialidade mais bruta da arquitetura”, observa Diogo.
ADEGA | Destaque no projeto, a adega tem o interior revestido de tijolinhos centenários, que trouxeram uma conexão autêntica e atemporal com o estilo da casa
Keniche Santos/Divulgação
Entre os destaques do projeto está a adega, que surpreende pelo uso de tijolinhos centenários — sugestão do paisagista Alexandre Furcolin — em seu interior, uma solução que adiciona camada histórica e dialoga com a rusticidade contemporânea da residência.
SUÍTE | Com linguagem contemporânea e serena, o quarto mistura cimento queimado nas paredes e assoalho de madeira copaíba no piso. A cama recebeu enxoval da Trussardi. Arandela Lunga Redonda, da Foco Metallo
Keniche Santos/Divulgação
No pavimento superior, a área íntima abriga três suítes, closet e um escritório — no térreo há outro. Os dormitórios seguem a linguagem contemporânea e serena, com o concreto aparente dialogando com a madeira copaíba presente no piso.
As esquadrias piso-teto, protegidas por guarda-corpos metálicos, permitem ventilação cruzada eficiente e abundante iluminação natural, além de reforçar a integração com a paisagem externa.
SALA DE ESTAR | Materiais naturais, como a parede de pedra modelo e o piso de cimento queimado, criam uma estética rústica. Chaise cinza, da Artefacto, ao lado do piano
Keniche Santos/Divulgação
Com predileção por materiais naturais e estética rústica, os moradores queriam um lar que refletisse sua identidade, valorizasse a luz natural, a ventilação cruzada e, sobretudo, acomodasse com harmonia um acervo afetivo reunido ao longo de viagens e experiências de vida.
“Desde o início, ficou claro que o projeto precisava ser verdadeiro, com materiais em sua forma mais pura e espaços que dialogassem com a paisagem”, fala o arquiteto Diogo Mendes, do escritório João de Barro Arquitetura (@estudio.jb), responsável pelo projeto de interiores.
SALA DE ESTAR | Com abertura para o jardim com piscina, a sala comporta o sofá cinza Pillow, do estudiobola
Keniche Santos/Divulgação
O projeto teve como ponto de partida a arquitetura existente, estruturada em aço. Para sua execução, foi necessária uma revisão minuciosa, assegurando a plena compatibilização entre os sistemas construtivos, hidráulicos e estruturais.
VARANDA | O espaço com assentos, fire pit e a luminária de piso Carimbó, na Attimo, tem, como pano de fundo, o paisagismo assinado por Alexandre Furcolin, com strelitzia, guaimbê e xanadu
Keniche Santos/Divulgação
A distribuição dos ambientes privilegia a integração no pavimento térreo. O hall de entrada conduz ao living, marcado pela parede de pedra moledo, que confere textura e caráter ao espaço.
Leia mais
As grandes esquadrias ampliam a entrada de luz natural e estabelecem uma conexão direta dos cômodos sociais com o jardim, enquanto o forro de madeira aquece visualmente o recinto. O mobiliário reforça a proposta de convivência e descanso.
FACHADA | Linhas retas e contemporâneas contrastam com os elementos rústicos que envolvem os interiores da casa
Keniche Santos/Divulgação
Integradas, a cozinha, a sala de jantar e a adega formam o coração social da casa, conectadas à varanda gourmet e ao deque que se estende até a piscina. Nesse conjunto, a marcenaria de madeira sucupira de reflorestamento e o forro de lambri de cumaru criam unidade visual.
INTEGRAÇÃO | A cozinha e a sala de jantar se abrem diretamente para a área da piscina, podendo ser isoladas por portas de correr. Já as esquadrias de alumínio e vidro estabelecem a conexão da sala de estar com o exterior
Keniche Santos/Divulgação
“A escolha da madeira em diferentes aplicações foi essencial para trazer aconchego e reforçar a identidade rústica do projeto”, destaca o arquiteto.
SALA DE JANTAR E COZINHA | O uso de diferentes tipos de madeira aquece a base neutra marcada pelo piso de cimento queimado. As bancadas e a ilha combinam concreto polido antigo com ardósia grafite, enquanto a marcenaria utiliza assoalho de sucupira de reflorestamento. O forro de cumaru, em paginação de lambri, reforça a atmosfera acolhedora. Ao redor da mesa, destacam-se as cadeiras 60, da América Móveis, e na ilha, as banquetas Harp, assinadas por Aciole Félix
Keniche Santos/Divulgação
A paleta cromática é pautada por tons neutros, como os cinzas do concreto, os marrons profundos e os tons areia, que servem de base para pontos coloridos estratégicos. Verde, azul e terracota surgem em adornos e objetos decorativos, muitos deles pertencentes ao acervo pessoal do casal.
Leia mais
“Essas peças trazem memória e identidade, funcionando como contraponto sensível à materialidade mais bruta da arquitetura”, observa Diogo.
ADEGA | Destaque no projeto, a adega tem o interior revestido de tijolinhos centenários, que trouxeram uma conexão autêntica e atemporal com o estilo da casa
Keniche Santos/Divulgação
Entre os destaques do projeto está a adega, que surpreende pelo uso de tijolinhos centenários — sugestão do paisagista Alexandre Furcolin — em seu interior, uma solução que adiciona camada histórica e dialoga com a rusticidade contemporânea da residência.
SUÍTE | Com linguagem contemporânea e serena, o quarto mistura cimento queimado nas paredes e assoalho de madeira copaíba no piso. A cama recebeu enxoval da Trussardi. Arandela Lunga Redonda, da Foco Metallo
Keniche Santos/Divulgação
No pavimento superior, a área íntima abriga três suítes, closet e um escritório — no térreo há outro. Os dormitórios seguem a linguagem contemporânea e serena, com o concreto aparente dialogando com a madeira copaíba presente no piso.
As esquadrias piso-teto, protegidas por guarda-corpos metálicos, permitem ventilação cruzada eficiente e abundante iluminação natural, além de reforçar a integração com a paisagem externa.



