Uma ativista ambiental do Quênia, Truphena Muthoni, 22 anos, acaba de bater o recorde de maior tempo abraçando uma árvore. No total, ela ficou 72 horas seguidas, em resultado registrado pelo Guinness World Records. Segundo ela, a ação é um gesto simbólico em homenagem ao meio ambiente.
Truphena já havia aparecido no Guinness World Records pelo mesmo feito. Em fevereiro de 2025, ela ficou 48 horas abraçando uma árvore. Porém, a sua marca foi batida por Frederick Boakye, da Gana, que atingiu 50 horas, 2 minutos e 28 segundos.
A jovem ativista permaneceu parte do tempo vendada como uma homenagem às pessoas com deficiências
Guinness World Records/Reprodução
Em 2026, a ativista do Quênia retomou a sua posição após três dias. “A primeira tentativa foi uma declaração, uma forma de reconectar a humanidade à Terra por meio de um gesto simples e íntimo”, conta.
“A segunda tentativa foi um compromisso. Percebi que o mundo precisava de mais do que simbolismo; precisava de resistência, consistência e prova de que o cuidado com o planeta não é momentâneo. Fazer duas vezes foi minha forma de dizer que a ação climática não é um evento pontual, mas uma responsabilidade contínua”, revela.
Leia mais
Além de recordista, a jovem é fundadora da iniciativa Hug the Earth (Abrace a Terra) e embaixadora da campanha 15 Billion Trees.
Para bater o próprio recorde, ela usou a experiência anterior como forma de aprimorar. Em 2025, ela treinou o jejum seco, reduzindo a ingestão de líquido para treinar o corpo, e exagerou na preparação física.
Na segunda tentativa, ela mudou a estratégia: “Aumentei significativamente a ingestão de água nas semanas que antecederam o desafio para condicionar melhor o corpo e proteger os órgãos, e me preparei de maneira calma, relaxada e confiante”.
Para bater o recorde de maior tempo abraçando uma árvore, Truphena Muthoni fez uma preparação que a deixasse tranquila e confiante
Guinness World Records/Reprodução
Ela disse que o maior desafio foi o sono, mas que não teria ficado cansada fisicamente. “A experiência me ensinou que resistência não tem a ver com privação ou intensidade, mas com preparação, equilíbrio e respeito aos limites do corpo”, opina. Ainda, ela manteve uma ambulância ao lado por todo o período, caso tivesse alguma dificuldade.
Leia também
A ativista usou suas tentativas de recorde para promover a proteção das árvores e homenagear a sabedoria dos povos indígenas. A cor do cabelo e a roupa foram pensados para transmitir uma mensagem de preservação ambiental. Ela também prestou homenagem às pessoas com deficiência ao permanecer vendada após ultrapassar sua marca anterior de 48 horas.
“Abraçar uma árvore mostra que a natureza não é separada de nós; ela é família. Se uma pessoa consegue permanecer conectada por 72 horas, então certamente a humanidade pode aprender a proteger aquilo que ainda nos sustenta”, fala Truphena.
Truphena já havia aparecido no Guinness World Records pelo mesmo feito. Em fevereiro de 2025, ela ficou 48 horas abraçando uma árvore. Porém, a sua marca foi batida por Frederick Boakye, da Gana, que atingiu 50 horas, 2 minutos e 28 segundos.
A jovem ativista permaneceu parte do tempo vendada como uma homenagem às pessoas com deficiências
Guinness World Records/Reprodução
Em 2026, a ativista do Quênia retomou a sua posição após três dias. “A primeira tentativa foi uma declaração, uma forma de reconectar a humanidade à Terra por meio de um gesto simples e íntimo”, conta.
“A segunda tentativa foi um compromisso. Percebi que o mundo precisava de mais do que simbolismo; precisava de resistência, consistência e prova de que o cuidado com o planeta não é momentâneo. Fazer duas vezes foi minha forma de dizer que a ação climática não é um evento pontual, mas uma responsabilidade contínua”, revela.
Leia mais
Além de recordista, a jovem é fundadora da iniciativa Hug the Earth (Abrace a Terra) e embaixadora da campanha 15 Billion Trees.
Para bater o próprio recorde, ela usou a experiência anterior como forma de aprimorar. Em 2025, ela treinou o jejum seco, reduzindo a ingestão de líquido para treinar o corpo, e exagerou na preparação física.
Na segunda tentativa, ela mudou a estratégia: “Aumentei significativamente a ingestão de água nas semanas que antecederam o desafio para condicionar melhor o corpo e proteger os órgãos, e me preparei de maneira calma, relaxada e confiante”.
Para bater o recorde de maior tempo abraçando uma árvore, Truphena Muthoni fez uma preparação que a deixasse tranquila e confiante
Guinness World Records/Reprodução
Ela disse que o maior desafio foi o sono, mas que não teria ficado cansada fisicamente. “A experiência me ensinou que resistência não tem a ver com privação ou intensidade, mas com preparação, equilíbrio e respeito aos limites do corpo”, opina. Ainda, ela manteve uma ambulância ao lado por todo o período, caso tivesse alguma dificuldade.
Leia também
A ativista usou suas tentativas de recorde para promover a proteção das árvores e homenagear a sabedoria dos povos indígenas. A cor do cabelo e a roupa foram pensados para transmitir uma mensagem de preservação ambiental. Ela também prestou homenagem às pessoas com deficiência ao permanecer vendada após ultrapassar sua marca anterior de 48 horas.
“Abraçar uma árvore mostra que a natureza não é separada de nós; ela é família. Se uma pessoa consegue permanecer conectada por 72 horas, então certamente a humanidade pode aprender a proteger aquilo que ainda nos sustenta”, fala Truphena.



