A casa de 750 m² em uma área de proteção ambiental cercada pela Mata Atlântica, na Praia do Iporanga, no Guarujá, litoral sul de São Paulo, foi amor à primeira vista para os moradores. Ao adquirir o imóvel, eles se encantaram pela arquitetura modernista original e pela implantação privilegiada no terreno irregular.
Para o desafio de atualizar os espaços sem perder essa identidade e adaptar a morada a um novo momento da família, entrou em cena o escritório Nati Minas & Estúdio (@natiminasestudio).
“Eles se descrevem como uma família bem náutica, apaixonada pelo esporte aquático foil, então tudo precisava funcionar de forma prática, por exemplo, sentar molhado sem problemas e viver com conforto. A casa precisava servir a eles, e não o contrário”, diz a arquiteta Nati Minas, responsável pelo projeto.
LIVING INTEGRADO | Na área da sala, sofá C14, da Carbono Design, forrado com Lona Dusty, da Ecosimple, e couro envelhecido CH50, da La Novità. Chaise da Poliform recebeu linho verde da JRJ. Mesa de centro Tábua, de Guilherme Wentz. Objetos decorativos e almofadas da Dpot Objeto. Tapete de Nani Chinellato. As grandes esquadrias de vidro integram o exterior com deque e piscina, onde estão namoradeiras e pufes Atol da Wooding
Miti Sameshima/Divulgação
Na fachada, as intervenções foram pontuais. O trabalho se concentrou no refinamento das linhas e na limpeza dos alinhamentos da volumetria original, além da criação de grandes aberturas que ampliam a entrada de luz natural e aproximam os ambientes internos do verde ao redor. Uma nova cobertura percorre a fachada principal, o que garante conforto no acesso à residência mesmo em dias de chuva e reforça a sensação de acolhimento logo na chegada.
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O living integrado passou por uma reorganização completa para garantir leveza. A proposta foi criar cômodos fluidos, em que interior e exterior dialogam de forma natural. A paleta privilegia tons claros e amadeirados, que servem de base neutra para destacar a paisagem. Já o mobiliário contemporâneo de linhas limpas valoriza o uso cotidiano da morada.
LOUNGE | No living, uma área ideal para conversa reúne quatro poltronas Dina, de Fernando Mendes, na Dpot, estofada com tecido Panamá, da Ecosimple. Tapete redondo de Nani Chinellato, da linha Acqua
Miti Sameshima/Divulgação
Na sala de estar, a arquiteta priorizou soluções flexíveis para acomodar diferentes momentos de convivência. O destaque é o sofá baixo, cujo encosto também funciona como banco, o que amplia as possibilidades de layout e de uso do ambiente.
“Queríamos uma sala acolhedora e versátil, capaz de receber amigos e se adaptar a diferentes configurações”, comenta Natalia. A curadoria de móveis reúne peças de design contemporâneo escolhidas por seus volumes proporcionais e estética atemporal.
SALA DE JANTAR | A marcenaria desenhada pelo escritório foi executada com acabamento de folha de madeira White Oak Quartier pela Fabrilis. Cadeira Josefina, assinada por Fernando Prado, com acabamento freijó e couro Firenze, da La Novità. Luminárias pendentes Cora, com acabamento corten, da Dimlux. O espelho sobre o aparador reflete o verde da paisagem e reforça a conexão ‘dentro e fora’ do projeto
Miti Sameshima/Divulgação
A sala de jantar mantém a linguagem leve e integrada. Um grande espelho sobre o aparador reflete o verde da paisagem e reforça a sensação de continuidade entre dentro e fora. Assim também foi com a escolha de materiais naturais e a presença da madeira, que ajudam a criar uma atmosfera acolhedora, em sintonia com o entorno.
COZINHA | O espaço segue a materialidade do living integrado, a exemplo da marcenaria desenhada pelo escritório e executada com acabamento de folha de madeira White Oak Quartier pela Fabrilis. Bancadas e backsplash de Dekton Sasea, com execução da Galleria della Pietra. Banquetas Gravatá, com assento de palha natural, de Guilherme Wentz
Miti Sameshima/Divulgação
Na cozinha, a proposta foi priorizar funcionalidade e praticidade, características fundamentais para uma casa de praia. Os materiais foram escolhidos pela resistência e facilidade de manutenção, uma característica que permite que os moradores circulem com liberdade após os momentos no mar.
COZINHA | De outro ângulo é notável que o ambiente se abre para o entorno, trasmitindo uma atmosfera acolhedora e prática
Miti Sameshima/Divulgação
A integração visual com as áreas sociais também contribui para que a cozinha participe da dinâmica de convivência da família.
PASSAGEM LATERAL | O deque de madeira ecológica, da Arkos, na cor Walnut, leva à escada desenhada pelo escritório e executada pela Tecsa, com Metalon no tom corten. Paisagismo assinado por Helena Elias
Miti Sameshima/Divulgação
A área externa, voltada para a piscina e para a mata, é um dos pontos altos do projeto. A varanda foi ampliada com a criação de um deque suspenso, que aumentou a área de sol e criou um novo acesso ao pavimento inferior por meio de uma escada externa em serralheria.
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“A escada foi pensada para ser leve e não obstruir a vista da Mata Atlântica de dentro para fora. O resultado foram montantes dobrados em serralheria que criam um ritmo que até mesmo sua sombra projeta a leveza da forma”, afirma Natalia.
LAVABO | O mármore travertino bruto, da MG Mármores, aplicado na cuba esculpida, foi combinado com a marcenaria desenhada pelo escritório, com acabamento de madeira folhada White Oak Quartier, executada pela Fabrilis. Torneira Mix & Match, da Docol, na Vallve. Arandela Romana, com acabamento de travertino, da Bella Italia
Miti Sameshima/Divulgação
O lavabo segue a linguagem do projeto, com materiais naturais e acabamentos discretos, como mármore e madeira, que reforçam a atmosfera serena.
SUÍTE CASAL | Marcenaria executada com acabamento de folha de madeira White Oak Quartier pela Fabrilis, com desenho do escritório, responsável também pela cabeceira e cama estofados com tecido atoalhado branco, da Regatta, pela ZL Tapeçaria. Roupa de cama da Trousseau, na Alamanda, loja que também forneceu as cortinas de linho off-white. Tapete da linha Acqua, de Nani Chinellato. Luminária de cabeceira Duna, em cerâmica, do Estúdio Baroa
Miti Sameshima/Divulgação
Na suíte do casal, a proposta foi criar um quarto acolhedor e tranquilo, ideal para o descanso após os dias de praia. Diferentes texturas entram em cena para enriquecer a composição: cabeceira em madeira traz calor, enquanto os estofados em tecido atoalhado reforçam a estética náutica e confortável. O resultado é leve e convidativo, em que a simplicidade dos materiais valoriza o contato com a natureza ao redor.
Para o desafio de atualizar os espaços sem perder essa identidade e adaptar a morada a um novo momento da família, entrou em cena o escritório Nati Minas & Estúdio (@natiminasestudio).
“Eles se descrevem como uma família bem náutica, apaixonada pelo esporte aquático foil, então tudo precisava funcionar de forma prática, por exemplo, sentar molhado sem problemas e viver com conforto. A casa precisava servir a eles, e não o contrário”, diz a arquiteta Nati Minas, responsável pelo projeto.
LIVING INTEGRADO | Na área da sala, sofá C14, da Carbono Design, forrado com Lona Dusty, da Ecosimple, e couro envelhecido CH50, da La Novità. Chaise da Poliform recebeu linho verde da JRJ. Mesa de centro Tábua, de Guilherme Wentz. Objetos decorativos e almofadas da Dpot Objeto. Tapete de Nani Chinellato. As grandes esquadrias de vidro integram o exterior com deque e piscina, onde estão namoradeiras e pufes Atol da Wooding
Miti Sameshima/Divulgação
Na fachada, as intervenções foram pontuais. O trabalho se concentrou no refinamento das linhas e na limpeza dos alinhamentos da volumetria original, além da criação de grandes aberturas que ampliam a entrada de luz natural e aproximam os ambientes internos do verde ao redor. Uma nova cobertura percorre a fachada principal, o que garante conforto no acesso à residência mesmo em dias de chuva e reforça a sensação de acolhimento logo na chegada.
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O living integrado passou por uma reorganização completa para garantir leveza. A proposta foi criar cômodos fluidos, em que interior e exterior dialogam de forma natural. A paleta privilegia tons claros e amadeirados, que servem de base neutra para destacar a paisagem. Já o mobiliário contemporâneo de linhas limpas valoriza o uso cotidiano da morada.
LOUNGE | No living, uma área ideal para conversa reúne quatro poltronas Dina, de Fernando Mendes, na Dpot, estofada com tecido Panamá, da Ecosimple. Tapete redondo de Nani Chinellato, da linha Acqua
Miti Sameshima/Divulgação
Na sala de estar, a arquiteta priorizou soluções flexíveis para acomodar diferentes momentos de convivência. O destaque é o sofá baixo, cujo encosto também funciona como banco, o que amplia as possibilidades de layout e de uso do ambiente.
“Queríamos uma sala acolhedora e versátil, capaz de receber amigos e se adaptar a diferentes configurações”, comenta Natalia. A curadoria de móveis reúne peças de design contemporâneo escolhidas por seus volumes proporcionais e estética atemporal.
SALA DE JANTAR | A marcenaria desenhada pelo escritório foi executada com acabamento de folha de madeira White Oak Quartier pela Fabrilis. Cadeira Josefina, assinada por Fernando Prado, com acabamento freijó e couro Firenze, da La Novità. Luminárias pendentes Cora, com acabamento corten, da Dimlux. O espelho sobre o aparador reflete o verde da paisagem e reforça a conexão ‘dentro e fora’ do projeto
Miti Sameshima/Divulgação
A sala de jantar mantém a linguagem leve e integrada. Um grande espelho sobre o aparador reflete o verde da paisagem e reforça a sensação de continuidade entre dentro e fora. Assim também foi com a escolha de materiais naturais e a presença da madeira, que ajudam a criar uma atmosfera acolhedora, em sintonia com o entorno.
COZINHA | O espaço segue a materialidade do living integrado, a exemplo da marcenaria desenhada pelo escritório e executada com acabamento de folha de madeira White Oak Quartier pela Fabrilis. Bancadas e backsplash de Dekton Sasea, com execução da Galleria della Pietra. Banquetas Gravatá, com assento de palha natural, de Guilherme Wentz
Miti Sameshima/Divulgação
Na cozinha, a proposta foi priorizar funcionalidade e praticidade, características fundamentais para uma casa de praia. Os materiais foram escolhidos pela resistência e facilidade de manutenção, uma característica que permite que os moradores circulem com liberdade após os momentos no mar.
COZINHA | De outro ângulo é notável que o ambiente se abre para o entorno, trasmitindo uma atmosfera acolhedora e prática
Miti Sameshima/Divulgação
A integração visual com as áreas sociais também contribui para que a cozinha participe da dinâmica de convivência da família.
PASSAGEM LATERAL | O deque de madeira ecológica, da Arkos, na cor Walnut, leva à escada desenhada pelo escritório e executada pela Tecsa, com Metalon no tom corten. Paisagismo assinado por Helena Elias
Miti Sameshima/Divulgação
A área externa, voltada para a piscina e para a mata, é um dos pontos altos do projeto. A varanda foi ampliada com a criação de um deque suspenso, que aumentou a área de sol e criou um novo acesso ao pavimento inferior por meio de uma escada externa em serralheria.
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“A escada foi pensada para ser leve e não obstruir a vista da Mata Atlântica de dentro para fora. O resultado foram montantes dobrados em serralheria que criam um ritmo que até mesmo sua sombra projeta a leveza da forma”, afirma Natalia.
LAVABO | O mármore travertino bruto, da MG Mármores, aplicado na cuba esculpida, foi combinado com a marcenaria desenhada pelo escritório, com acabamento de madeira folhada White Oak Quartier, executada pela Fabrilis. Torneira Mix & Match, da Docol, na Vallve. Arandela Romana, com acabamento de travertino, da Bella Italia
Miti Sameshima/Divulgação
O lavabo segue a linguagem do projeto, com materiais naturais e acabamentos discretos, como mármore e madeira, que reforçam a atmosfera serena.
SUÍTE CASAL | Marcenaria executada com acabamento de folha de madeira White Oak Quartier pela Fabrilis, com desenho do escritório, responsável também pela cabeceira e cama estofados com tecido atoalhado branco, da Regatta, pela ZL Tapeçaria. Roupa de cama da Trousseau, na Alamanda, loja que também forneceu as cortinas de linho off-white. Tapete da linha Acqua, de Nani Chinellato. Luminária de cabeceira Duna, em cerâmica, do Estúdio Baroa
Miti Sameshima/Divulgação
Na suíte do casal, a proposta foi criar um quarto acolhedor e tranquilo, ideal para o descanso após os dias de praia. Diferentes texturas entram em cena para enriquecer a composição: cabeceira em madeira traz calor, enquanto os estofados em tecido atoalhado reforçam a estética náutica e confortável. O resultado é leve e convidativo, em que a simplicidade dos materiais valoriza o contato com a natureza ao redor.



