Visitei a Casa Refúgio, como apelidei a residência da arquiteta e moradora Cassiana Miranda, localizada na Fazenda da Grama. Um lugar pensado para desacelerar, onde a família passa fins de semana e férias, com uma rotina mais leve e próxima do entorno.
O ponto de partida do projeto foi o living voltado para a paisagem. A ideia era simples: deixar o verde entrar. O paisagismo, assinado por Catê Poli, não aparece como moldura, mas como continuidade do interior.
O paisagismo de Catê Poli integra interior e exterior, criando continuidade visual sem hierarquia entre os espaços
Rafael Castro/Divulgação
Um aspecto interessante está nas escolhas que fogem do padrão. A casa não tem tapetes. Primeiro, pela presença do mármore no piso, que revela veios e marcas naturais. Depois, pela dinâmica da família. Com crianças e terra vermelha ao redor, a decisão foi priorizar o uso sem preocupação.
Sem tapetes, o piso de mármore revela seus veios naturais e reforça escolhas guiadas pelo uso e pela rotina da família
Rafael Castro/Divulgação
A área externa acompanha esse raciocínio, com espaços amplos, pensados para receber e permanecer, sem pressa.
Na área externa, ambientes amplos convidam à permanência e reforçam o ritmo desacelerado da casa
Rafael Castro/Divulgação
Outro ponto importante é a separação entre living e cozinha. A solução permite o uso livre dos ambientes, mantendo a área social organizada mesmo durante a rotina da casa.
A relação com o entorno, marcada pela terra vermelha e pelo verde, orienta materiais, texturas e decisões do projeto
Rafael Castro/Divulgação
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O ponto de partida do projeto foi o living voltado para a paisagem. A ideia era simples: deixar o verde entrar. O paisagismo, assinado por Catê Poli, não aparece como moldura, mas como continuidade do interior.
O paisagismo de Catê Poli integra interior e exterior, criando continuidade visual sem hierarquia entre os espaços
Rafael Castro/Divulgação
Um aspecto interessante está nas escolhas que fogem do padrão. A casa não tem tapetes. Primeiro, pela presença do mármore no piso, que revela veios e marcas naturais. Depois, pela dinâmica da família. Com crianças e terra vermelha ao redor, a decisão foi priorizar o uso sem preocupação.
Sem tapetes, o piso de mármore revela seus veios naturais e reforça escolhas guiadas pelo uso e pela rotina da família
Rafael Castro/Divulgação
A área externa acompanha esse raciocínio, com espaços amplos, pensados para receber e permanecer, sem pressa.
Na área externa, ambientes amplos convidam à permanência e reforçam o ritmo desacelerado da casa
Rafael Castro/Divulgação
Outro ponto importante é a separação entre living e cozinha. A solução permite o uso livre dos ambientes, mantendo a área social organizada mesmo durante a rotina da casa.
A relação com o entorno, marcada pela terra vermelha e pelo verde, orienta materiais, texturas e decisões do projeto
Rafael Castro/Divulgação
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