Os corpos dos integrantes do Mamonas Assassinas foram exumados nesta segunda-feira (23), no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, para a criação de um memorial permanente. A ação, autorizada pelas famílias e anunciada nas redes sociais, dá início ao Jardim BioParque Memorial Mamonas.
Os restos mortais serão cremados e transformados em um espaço ecológico de homenagem. As cinzas dos músicos serão utilizadas no plantio de árvores, criando um memorial simbólico e permanente dedicado à banda.
O memorial será estruturado no Cemitério Primaveras, onde os integrantes estavam enterrados. A maior parte das cinzas seguirá nos jazigos, abertos à visitação, enquanto uma pequena parte será direcionada ao plantio das árvores em uma área nos fundos do cemitério, criando um novo espaço de homenagem com caráter simbólico para os fãs.
Trinta anos após a morte dos Mamonas Assassinas, memorial é criado com plantio de árvores em Guarulhos
Instagram/@mamonasassassinas/Reprodução
A proposta integra o conceito do projeto BioParque, que une práticas sustentáveis à memória afetiva. Nele, as cinzas da cremação são combinadas a sementes de espécies nativas, com acompanhamento especializado, dando origem a um ciclo de renovação.
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“A cerimônia utiliza as cinzas resultantes da cremação junto com sementes de espécies nativas, que são monitoradas continuamente por uma equipe de especialistas, criando um ciclo simbólico em que a vida continua a partir da lembrança”, diz a publicação.
A iniciativa também será estendida à população de Guarulhos, que poderá participar com o plantio de árvores em lembrança de familiares no jardim pensado para ressignificar o luto e celebrar a vida.
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Em 2 de março de 2026, a morte dos músicos completa 30 anos. Os artistas Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo.
Os restos mortais serão cremados e transformados em um espaço ecológico de homenagem. As cinzas dos músicos serão utilizadas no plantio de árvores, criando um memorial simbólico e permanente dedicado à banda.
O memorial será estruturado no Cemitério Primaveras, onde os integrantes estavam enterrados. A maior parte das cinzas seguirá nos jazigos, abertos à visitação, enquanto uma pequena parte será direcionada ao plantio das árvores em uma área nos fundos do cemitério, criando um novo espaço de homenagem com caráter simbólico para os fãs.
Trinta anos após a morte dos Mamonas Assassinas, memorial é criado com plantio de árvores em Guarulhos
Instagram/@mamonasassassinas/Reprodução
A proposta integra o conceito do projeto BioParque, que une práticas sustentáveis à memória afetiva. Nele, as cinzas da cremação são combinadas a sementes de espécies nativas, com acompanhamento especializado, dando origem a um ciclo de renovação.
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“A cerimônia utiliza as cinzas resultantes da cremação junto com sementes de espécies nativas, que são monitoradas continuamente por uma equipe de especialistas, criando um ciclo simbólico em que a vida continua a partir da lembrança”, diz a publicação.
A iniciativa também será estendida à população de Guarulhos, que poderá participar com o plantio de árvores em lembrança de familiares no jardim pensado para ressignificar o luto e celebrar a vida.
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Em 2 de março de 2026, a morte dos músicos completa 30 anos. Os artistas Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo.



