Montar uma decoração bonita é possível mesmo com um orçamento curto. Com escolhas estratégicas, dá para equilibrar preço, qualidade e personalidade nos ambientes — muitas vezes começando pelo que você já tem. Objetos afetivos, obras de arte que estavam guardadas, lembranças de família e até pequenos projetos de faça-você-mesmo ajudam a compor espaços acolhedores sem exigir um grande investimento.
A principal questão não é apenas gastar pouco: é entender no que vale economizar e em quais itens o investimento maior realmente compensa. Para a arquiteta Rosangela Pena, os elementos que entram e saem da decoração com mais facilidade são os que devem custar menos.
“Podemos economizar em objetos decorativos como vasos, bandejas, velas, livros e esculturas simples — são facilmente substituíveis e podem ser trocados ao longo do tempo. Cortinas prontas, luminárias simples e espelhos decorativos mais baratos também ganham destaque com uma boa composição geral”, aponta.
A arquiteta Mari Milani concorda e reforça que certos elementos causam impacto, mas sem pesar no orçamento. “Capas de almofada, mantas, tapetes e móveis soltos — como mesas laterais e mesas de centro — mudam a cara do ambiente com pouco esforço”, diz.
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Quando o assunto são peças maiores de mobiliário, as duas profissionais acham melhor investir bem. Sofás, cadeiras e móveis planejados exigem qualidade, tanto pela durabilidade quanto pela complexidade de troca. “Também não vale a pena economizar em marcenaria ou em bancadas de pedra, por exemplo. São itens difíceis de substituir e, quando o material é de baixa qualidade, o desgaste aparece rápido — e o que parecia economia vira retrabalho em pouco tempo”, explica Mari.
Apostar em pintura é uma das estratégias mais econômicas na hora de decora. Neste projeto da arquiteta Mari Milani, a pintura ajuda a destacar o corredor
Julia Herman
Mesmo priorizando o baixo custo, alguns cuidados evitam frustrações. A iluminação é um deles: soluções mal planejadas podem comprometer totalmente a atmosfera dos ambientes, por isso vale planejar e investir em um bom projeto luminotécnico.
Usar peças herdadas de família é uma das maneiras de deixar a decoração dentro do orçament. Nesta cozinha, projetada pela arquiteta Rosangela Pena, itens afetivos deixam o ambiente com a cara dos moradores
Sidney Doll
Ao mesmo tempo, há caminhos acessíveis para transformar a casa sem recorrer a grandes reformas. As duas profissionais destacam que existem porcelanatos com ótimo custo por metro quadrado, além de laminados e pisos vinílicos, que têm instalação simples e rápida. Nas superfícies, tintas e papéis de parede continuam sendo alternativas eficientes e de baixo custo para renovar o visual de maneira prática.
“Gosto de misturar peças novas com objetos afetivos, como fotos, lembranças de viagem ou artesanato local”, comenta Rosangela Penna, autora deste projeto
Sidney Doll
Nos objetos de décor, o garimpo é um grande aliado. Brechós, antiquários, bazares e lojas de segunda mão oferecem peças únicas. “Gosto de misturar peças novas com objetos afetivos, como fotos, lembranças de viagem ou artesanato local. Reutilizar móveis antigos com uma pintura nova ou troca de puxadores também sempre funciona”, conta Rosangela. “E usar plantas naturais é sempre uma ótima dica”, acrescenta.
Por fim, vale evitar compras por impulso — quase sempre motivadas pelo preço baixo. “O clássico é comprar algo que não combina, não cabe e vira uma dor de cabeça”, diz Rosangela. Ela reforça ainda a importância de manter unidade visual no décor: “A casa fica confusa quando os estilos se misturam sem critério. Economia não significa bagunça”, defende.
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A principal questão não é apenas gastar pouco: é entender no que vale economizar e em quais itens o investimento maior realmente compensa. Para a arquiteta Rosangela Pena, os elementos que entram e saem da decoração com mais facilidade são os que devem custar menos.
“Podemos economizar em objetos decorativos como vasos, bandejas, velas, livros e esculturas simples — são facilmente substituíveis e podem ser trocados ao longo do tempo. Cortinas prontas, luminárias simples e espelhos decorativos mais baratos também ganham destaque com uma boa composição geral”, aponta.
A arquiteta Mari Milani concorda e reforça que certos elementos causam impacto, mas sem pesar no orçamento. “Capas de almofada, mantas, tapetes e móveis soltos — como mesas laterais e mesas de centro — mudam a cara do ambiente com pouco esforço”, diz.
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Apostar em pintura é uma das estratégias mais econômicas na hora de decora. Neste projeto da arquiteta Mari Milani, a pintura ajuda a destacar o corredor
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Mesmo priorizando o baixo custo, alguns cuidados evitam frustrações. A iluminação é um deles: soluções mal planejadas podem comprometer totalmente a atmosfera dos ambientes, por isso vale planejar e investir em um bom projeto luminotécnico.
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Por fim, vale evitar compras por impulso — quase sempre motivadas pelo preço baixo. “O clássico é comprar algo que não combina, não cabe e vira uma dor de cabeça”, diz Rosangela. Ela reforça ainda a importância de manter unidade visual no décor: “A casa fica confusa quando os estilos se misturam sem critério. Economia não significa bagunça”, defende.
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