Ninguém diria que essa cadeira impressa em 3D foi produzida a partir de garradas plásticas de água descartadas. Batizada de THE OBJECT 01, a peça foi desenvolvida pelo designer búlgaro Nako Baev, baseado em Amsterdã, e combina estética brutalista e sustentabilidade.
A construção é modular: cada bloco de PETG reciclado, plástico comum em garrafas de água, é impresso em 3D e projetado para se encaixar ao seguinte, formando a estrutura da cadeira. O modelo final pesa 20 kg.
O acabamento não busca esconder o processo. A cadeira assume as texturas da impressão, transformando o método de produção em parte da linguagem visual da peça.
A cadeira é formada por blocos modulares de plástico reciclado que se encaixam para compor a estrutura final
Instagram/@nakobaev/Reprodução
A cor final fica entre o concreto e a pedra fosca: um cinza frio chamado de Kyoto Fog pelo designer.
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A proposta é situar a peça entre mobiliário e escultura, funcionando como um objeto arquitetônico que se impõe no espaço.
Com formas robustas e geometria marcada, a cadeira funciona como um objeto entre mobiliário e escultura
Instagram/@nakobaev/Reprodução
“Ela combina o brutalismo minimalista com a contenção japonesa, sendo definida por proporção, massa e espaço negativo, em vez de decoração”, descreve Nako Baev em suas redes sociais.
O acabamento em cinza frio, chamado de Kyoto Fog, aproxima visualmente o material do concreto e da pedra fosca
Instagram/@nakobaev/Reprodução
O projeto contou com apoio de inteligência artificial nas etapas iniciais de estudo de forma, testes estruturais e refinamento do design, o que ajudou a acelerar o desenvolvimento e reduzir desperdícios.
Formada por blocos modulares de PETG reciclado, a estrutura se constrói por encaixes que reduzem o uso de material e definem a geometria do objeto
Instagram/@nakobaev/Reprodução
A construção é modular: cada bloco de PETG reciclado, plástico comum em garrafas de água, é impresso em 3D e projetado para se encaixar ao seguinte, formando a estrutura da cadeira. O modelo final pesa 20 kg.
O acabamento não busca esconder o processo. A cadeira assume as texturas da impressão, transformando o método de produção em parte da linguagem visual da peça.
A cadeira é formada por blocos modulares de plástico reciclado que se encaixam para compor a estrutura final
Instagram/@nakobaev/Reprodução
A cor final fica entre o concreto e a pedra fosca: um cinza frio chamado de Kyoto Fog pelo designer.
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A proposta é situar a peça entre mobiliário e escultura, funcionando como um objeto arquitetônico que se impõe no espaço.
Com formas robustas e geometria marcada, a cadeira funciona como um objeto entre mobiliário e escultura
Instagram/@nakobaev/Reprodução
“Ela combina o brutalismo minimalista com a contenção japonesa, sendo definida por proporção, massa e espaço negativo, em vez de decoração”, descreve Nako Baev em suas redes sociais.
O acabamento em cinza frio, chamado de Kyoto Fog, aproxima visualmente o material do concreto e da pedra fosca
Instagram/@nakobaev/Reprodução
O projeto contou com apoio de inteligência artificial nas etapas iniciais de estudo de forma, testes estruturais e refinamento do design, o que ajudou a acelerar o desenvolvimento e reduzir desperdícios.
Formada por blocos modulares de PETG reciclado, a estrutura se constrói por encaixes que reduzem o uso de material e definem a geometria do objeto
Instagram/@nakobaev/Reprodução



