O programa Jardim Imaginário, organizado pela Casa Museu Ema Klabin, selecionará propostas de intervenções inéditas para o jardim projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx na casa-museu, localizada no bairro Jardim Europa, em São Paulo, SP. A iniciativa chega à sua sexta edição em 2026, e está com inscrições abertas até 31 de março.
Artistas, coletivos e interessados em geral, maiores de 18 anos, podem participar com projetos de instalações artísticas. Será selecionada aquela que melhor dialogue com a coleção, a arquitetura ou o jardim da casa-museu. As propostas podem utilizar as mais diversas linguagens artísticas, desde que sejam de caráter exclusivo e inédito para o programa.
O vencedor receberá um cachê artístico de R$ 15 mil a R$ 30 mil para a execução da obra. O resultado do edital será divulgado até o dia 30 de abril, e o trabalho será apresentado a partir de 27 de junho. O regulamento e o formulário estão disponíveis no site da instituição.
Obra Trepa-trepa (2014), do artista visual brasileiro Paulo Climachauska, proposto para o jardim de Burle Marx
Arquivo da Casa Museu Ema Klabin/Vicente de Mello/Reprodução
O principal objetivo do programa é propiciar aos visitantes da instituição novos percursos e leituras para a Coleção Ema Klabin, a casa-museu e as temáticas curatoriais propostas. Dentre o acervo da instituição, estão obras como as pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post; do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari; além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros.
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O imóvel foi entre 1961 e 1994 o lar da colecionadora Ema Klabin, uma importante mecenas de cultura e arte da cena paulistana. Enquanto o jardim original foi projetado por Roberto Burle Marx, a decoração foi concebida por Terri Della Stufa, influente decorador e arquiteto italiano radicado no Brasil.
Obra O Serviço das Formigas (2013), do artista João Loureiro
Arquivo Casa Museu Ema Klabin/Marcos Gorgatti/Reprodução
O programa Jardim Imaginário foi realizado pela primeira vez em 2013, idealizado pelo curador de arte contemporânea Gilberto Mariotti. A iniciativa já contou com a participação dos artistas convidados João Loureiro, Paulo Climachauska, Leandro Lima, Gisela Motta e Marcius Galan. Na quinta edição, a primeira realizada por meio de edital, Marcia Pastore foi uma das participantes.
Obra Controle Remoto (2016), dos artistas Gisela Motta e Leandro Lima, no jardim da Casa Museu Ema Klabin
Arquivo da Casa Museu Ema Klabin/Ding Musa/Reprodução
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Para os interessados e o público geral, a casa-museu disponibiliza em seu site um minidocumentário e uma publicação digital com textos críticos sobre edições anteriores, incluindo reflexões sobre os projetos já realizados e até sobre as propostas que não foram selecionadas.
Artistas, coletivos e interessados em geral, maiores de 18 anos, podem participar com projetos de instalações artísticas. Será selecionada aquela que melhor dialogue com a coleção, a arquitetura ou o jardim da casa-museu. As propostas podem utilizar as mais diversas linguagens artísticas, desde que sejam de caráter exclusivo e inédito para o programa.
O vencedor receberá um cachê artístico de R$ 15 mil a R$ 30 mil para a execução da obra. O resultado do edital será divulgado até o dia 30 de abril, e o trabalho será apresentado a partir de 27 de junho. O regulamento e o formulário estão disponíveis no site da instituição.
Obra Trepa-trepa (2014), do artista visual brasileiro Paulo Climachauska, proposto para o jardim de Burle Marx
Arquivo da Casa Museu Ema Klabin/Vicente de Mello/Reprodução
O principal objetivo do programa é propiciar aos visitantes da instituição novos percursos e leituras para a Coleção Ema Klabin, a casa-museu e as temáticas curatoriais propostas. Dentre o acervo da instituição, estão obras como as pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post; do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari; além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros.
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O imóvel foi entre 1961 e 1994 o lar da colecionadora Ema Klabin, uma importante mecenas de cultura e arte da cena paulistana. Enquanto o jardim original foi projetado por Roberto Burle Marx, a decoração foi concebida por Terri Della Stufa, influente decorador e arquiteto italiano radicado no Brasil.
Obra O Serviço das Formigas (2013), do artista João Loureiro
Arquivo Casa Museu Ema Klabin/Marcos Gorgatti/Reprodução
O programa Jardim Imaginário foi realizado pela primeira vez em 2013, idealizado pelo curador de arte contemporânea Gilberto Mariotti. A iniciativa já contou com a participação dos artistas convidados João Loureiro, Paulo Climachauska, Leandro Lima, Gisela Motta e Marcius Galan. Na quinta edição, a primeira realizada por meio de edital, Marcia Pastore foi uma das participantes.
Obra Controle Remoto (2016), dos artistas Gisela Motta e Leandro Lima, no jardim da Casa Museu Ema Klabin
Arquivo da Casa Museu Ema Klabin/Ding Musa/Reprodução
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Para os interessados e o público geral, a casa-museu disponibiliza em seu site um minidocumentário e uma publicação digital com textos críticos sobre edições anteriores, incluindo reflexões sobre os projetos já realizados e até sobre as propostas que não foram selecionadas.



