Visitar a casa do advogado de 81 anos Mário Almeida, é um convite para esquecer fórmulas prontas. Aqui, não existe a intenção de seguir combinações nem referências do momento. O que orienta o espaço é a construção de uma casa com identidade própria, feita a partir de escolhas pessoais e do tempo.
Um dos pontos centrais do apartamento é a iluminação. Não há projeto luminotécnico convencional. O que existe é uma curadoria de luminárias. Mário prefere luz baixa, próxima das pessoas, e evita luz no teto. Cada ponto de iluminação vem de peças escolhidas ao longo da vida, todas assinadas. Assim, a luz não organiza a casa como um sistema técnico, mas como uma presença cotidiana.
A iluminação baixa, feita por luminárias escolhidas ao longo do tempo, cria uma atmosfera íntima e destaca obras de arte como ponto central do ambiente
Rafael Castro/Divulgação
Alguns objetos carregam histórias familiares e atravessam gerações. Eles convivem com móveis contemporâneos e obras de arte. A casa não foi montada para parecer um conjunto, mas para ser vivida.
Os tons off-white funcionam como pano de fundo neutro, valorizando quadros e objetos sem dispersar o olhar
Rafael Castro/Divulgação
Leia mais
As paredes seguem tons off-white, criando um fundo contínuo e silencioso. Essa escolha é intencional. Mário evita o uso de cores porque acredita que, quando há excesso delas, o olhar se dispersa. Para ele, o mais importante é a presença dele.
Sem luz no teto, a sala de estar é organizada pela presença de objetos e pela composição livre entre móveis contemporâneos e peças com história
Rafael Castro/Divulgação
Os quadros ganham protagonismo, com destaque para a obra de Roberto Sandoval posicionada atrás do sofá, que organiza visualmente a sala e estabelece um ponto de atenção no ambiente.
Peças herdadas e itens colecionados ao longo da vida convivem sem rigidez, reforçando a ideia de uma casa construída pelo tempo
Rafael Castro/Divulgação
A casa também foi pensada para o cotidiano, incluindo Joaquim, o gato. O tapete sintético surge como solução prática, e as estruturas em couro e tramas fechadas aparecem como escolha resistente e coerente com o uso diário, sem abrir mão do desenho.
Sem fórmulas ou combinações pré-definidas, os elementos coexistem de forma livre, criando um apartamento vivido, contínuo e autêntico
Rafael Castro/Divulgação
Nada parece disposto para impressionar. Tudo parece disposto para permanecer. Luminárias, quadros, móveis e objetos coexistem sem a obrigação de formar um estilo único.
Leia mais
A casa de Mário Almeida mostra que abdicar das combinações pode ser uma forma de construir espaços mais atentos ao olhar, ao tempo e à vida que acontece dentro deles.
Um dos pontos centrais do apartamento é a iluminação. Não há projeto luminotécnico convencional. O que existe é uma curadoria de luminárias. Mário prefere luz baixa, próxima das pessoas, e evita luz no teto. Cada ponto de iluminação vem de peças escolhidas ao longo da vida, todas assinadas. Assim, a luz não organiza a casa como um sistema técnico, mas como uma presença cotidiana.
A iluminação baixa, feita por luminárias escolhidas ao longo do tempo, cria uma atmosfera íntima e destaca obras de arte como ponto central do ambiente
Rafael Castro/Divulgação
Alguns objetos carregam histórias familiares e atravessam gerações. Eles convivem com móveis contemporâneos e obras de arte. A casa não foi montada para parecer um conjunto, mas para ser vivida.
Os tons off-white funcionam como pano de fundo neutro, valorizando quadros e objetos sem dispersar o olhar
Rafael Castro/Divulgação
Leia mais
As paredes seguem tons off-white, criando um fundo contínuo e silencioso. Essa escolha é intencional. Mário evita o uso de cores porque acredita que, quando há excesso delas, o olhar se dispersa. Para ele, o mais importante é a presença dele.
Sem luz no teto, a sala de estar é organizada pela presença de objetos e pela composição livre entre móveis contemporâneos e peças com história
Rafael Castro/Divulgação
Os quadros ganham protagonismo, com destaque para a obra de Roberto Sandoval posicionada atrás do sofá, que organiza visualmente a sala e estabelece um ponto de atenção no ambiente.
Peças herdadas e itens colecionados ao longo da vida convivem sem rigidez, reforçando a ideia de uma casa construída pelo tempo
Rafael Castro/Divulgação
A casa também foi pensada para o cotidiano, incluindo Joaquim, o gato. O tapete sintético surge como solução prática, e as estruturas em couro e tramas fechadas aparecem como escolha resistente e coerente com o uso diário, sem abrir mão do desenho.
Sem fórmulas ou combinações pré-definidas, os elementos coexistem de forma livre, criando um apartamento vivido, contínuo e autêntico
Rafael Castro/Divulgação
Nada parece disposto para impressionar. Tudo parece disposto para permanecer. Luminárias, quadros, móveis e objetos coexistem sem a obrigação de formar um estilo único.
Leia mais
A casa de Mário Almeida mostra que abdicar das combinações pode ser uma forma de construir espaços mais atentos ao olhar, ao tempo e à vida que acontece dentro deles.



