As ruas do bairro Brera, em Milão – conhecidas pela atmosfera boêmia e por seus residentes artistas – atravessaram o Atlântico para inspirar a concepção deste apartamento de 70 m², em Florianópolis. Sob o olhar de Lucas Vitorino e Chara Kokowise, do VK Arquitetos, o projeto nasce do encontro entre a história do imóvel, com sua planta antiga marcada por curvas, e o desejo dos moradores por uma estética europeia de traços nostálgicos, porém contemporâneos.
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O arco do corredor foi preservado
Fábio Jr. Severo
O processo criativo foi enriquecido pela bagagem da cliente, formada em moda, e por uma temporada de pesquisa em Milão que aconteceu simultaneamente para arquitetos e moradores. As referências do bairro Brera, compartilhadas durante essa imersão, naturalmente batizaram a morada. “Mais do que um projeto de interiores, é o resultado de uma construção conjunta. Um espaço com memória, sensibilidade e identidade, como acreditamos que toda casa deve ser”, define a dupla.
+ Com cores próprias, apartamento de designer eleva o ato de receber
O mármore dolomítico Ayla veste a península, a bancada e as prateleiras
Fábio Jr. Severo
O mármore dolomítico Ayla é o protagonista do apartamento. Presente nas bancadas da cozinha, o material cumpre uma função que vai além da estética, conectando a marcenaria de tons amadeirados escuros às superfícies claras de paredes, piso e teto. Ele também dá forma à península: partindo da cozinha e se estendendo até a sala de estar, a estrutura funciona como bancada de apoio de um lado e, do outro, como bar e rack para televisão, reforçando a integração entre os espaços. “Eles nos deram carta branca para ousar na cozinha, de modo a torná-la convidativa, elegante e com uma astral ‘caseiro’”, lembram os autores.
+ Texturas mil e tons terrosos vestem apartamento minimalista
Na sala de jantar, cadeiras Easy, da Westwing
Fábio Jr. Severo
No banheiro, as materialidades dão o tom
Fábio Jr. Severo
As curvas da arquitetura original foram preservadas e multiplicadas. O arco do corredor íntimo inspirou novas intervenções, criando continuidade entre os ambientes. “Partimos de um imóvel com história – uma planta mais antiga, marcada por curvas que, longe de serem um obstáculo, se revelaram uma oportunidade”, explicam os arquitetos. Essas linhas suaves, aliadas à integração entre sala, cozinha e sacada, ampliaram a área social e trouxeram fluidez ao conjunto.
+ Cobertura carioca celebra design e arte brasileiros à beira-mar
A mascote da família repousa na poltrona Belo Horizonte, de Lucas Takaoka. Na parede, arandelas de travertino da WJ
Fábio Jr. Severo
No canto da sala, um porta-retrato guarda a lembrança dos moradores em Paris
Fábio Jr. Severo
Integração é elemento-chave do apartamento
Fábio Jr. Severo
A morada se apresenta, assim, como um lar que equilibra passado e presente: preserva a memória sem abrir mão da contemporaneidade.
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O arco do corredor foi preservado
Fábio Jr. Severo
O processo criativo foi enriquecido pela bagagem da cliente, formada em moda, e por uma temporada de pesquisa em Milão que aconteceu simultaneamente para arquitetos e moradores. As referências do bairro Brera, compartilhadas durante essa imersão, naturalmente batizaram a morada. “Mais do que um projeto de interiores, é o resultado de uma construção conjunta. Um espaço com memória, sensibilidade e identidade, como acreditamos que toda casa deve ser”, define a dupla.
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No banheiro, as materialidades dão o tom
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As curvas da arquitetura original foram preservadas e multiplicadas. O arco do corredor íntimo inspirou novas intervenções, criando continuidade entre os ambientes. “Partimos de um imóvel com história – uma planta mais antiga, marcada por curvas que, longe de serem um obstáculo, se revelaram uma oportunidade”, explicam os arquitetos. Essas linhas suaves, aliadas à integração entre sala, cozinha e sacada, ampliaram a área social e trouxeram fluidez ao conjunto.
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