O teto do quarto pode parecer uma superfície secundária, porém ele é capaz de definir a sensação de quem utiliza o espaço diariamente. Os materiais, os revestimentos, o estilo e os itens decorativos são elementos fundamentais para alcançar o efeito almejado, seja compor a proposta estética ou ser um ponto de destaque.
“Trata-se de um elemento muito importante dentro do quarto, porque ele é uma superfície tão grande quanto o piso, e que está logo acima das pessoas que entram no ambiente”, explica a arquiteta Juliana Mancini, do escritório Mini Noma.
A superfície pode ajudar a trazer aconchego, valorizar a iluminação e o clima intimista do quarto. “O teto nunca é apenas um fechamento, ele é a quinta parede e tem força suficiente para transformar completamente a experiência espacial”, complementa Renata Pascucci, arquiteta do estúdio Studio Carlito e Renata Pascucci.
A claraboia favorece a entrada de luminosidade natural no quarto e ainda traz um elemento decorativo para o teto do ambiente
Oka Fotografia/Editora Globo | Projeto da arquiteta Ynis Carboni, do escritório Carboni Arquitetura
Antes de pensar na decoração, é importante pensar no efeito arquitetônico almejado. “Quando se busca reduzir o pé direito, soluções vistas como meramente estéticas, também tem um caráter funcional. Cores escuras, tramas de fibra de tecido ou papéis de parede favorecem esse efeito, por exemplo”, comenta Juliana.
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Os tetos de quartos infantis podem apostar nas cores para um visual mais leve e atemporal
Mariana Koentopp/Divulgação | Projeto do escritório NK Arquitetura
A personalidade de quem utiliza o cômodo também precisa estar presente. Isso vale tanto para quartos e suítes principais, quanto para o quarto dos filhos e as dependências de hóspedes. “Quartos pedem soluções que reforcem sua função e seu perfil de uso”, afirma a arquiteta Nicolle Nogueira, do escritório NK Arquitetura.
Enquanto um quarto de descanso pede suavidade, os espaços infantis ou criativos permitem mais ousadia. “Não existe uma fórmula pronta, existe conceito, contexto e sensibilidade”, salienta Renata.
O que é importante evitar é o excesso. “O teto não deve competir com o restante da decoração nem causar sensação de peso ou desconforto”, orienta Nicolle. É interessante investir em uma iluminação estratégica, assim como evitar modismos passageiros para não cansar o morador.
Teto do quarto com cores e pintura
Uma alternativa versátil e que não envolve gastos excessivos é a pintura. Da inserção mais simples de cor em parte do teto a pinturas rebuscadas, essa solução decorativa atende diferentes propostas.
A principal medida nesse caso é selecionar bem as cores que serão utilizadas em função da sensação que cada uma delas gera. “Cores claras tendem a ampliar e funcionam bem em ambientes pequenos, enquanto tons mais escuros diminuem um pouco e devem ser aplicados quando a geometria e a disposição do quarto são favorecidas por esse efeito”, destaca Juliana.
Nesse projeto, o tom terroso se expande da parede até parcela do teto conferindo um ar intimista para a região da cama
Alessandro Gruetzmacher/Divulgação | Projeto do escritório Ricardo Abreu Arquitetos
Cores suaves deixam a decoração leve e com mais personalidade sem necessariamente ocupar a totalidade da superfície do teto
Monica Assan/Divulgação | Projeto do escritório Studio Monfré
O teto não precisa utilizar uma tonalidade diferente das paredes. Investir na mesma cor oferece uma continuidade visual ao cômodo
Evelyn Müller/Divulgação | Projeto do arquiteto André Braz
Para decorações mais clássicas, invista em verdadeiras obras de arte no teto
Gui Morelli/Divulgação | Projeto do arquiteto de interiores Alex Ruas
O tom mais estimulante foi deixado apenas para o teto do quarto infantil e deixa a decoração mais viva
Thiago Travesso/Divulgação | Projeto do escritório Grafito Studio Criativo
O equilíbrio é essencial. Quando se opta por um tom mais intenso para o teto, é indicado selecionar uma cor mais clara para as paredes
Gisele Rampazzo/Divulgação | Projeto do escritório Entre Studio
Decoração de teto de quarto com papel de parede
O papel de parede, além de trazer cor, implementa texturas e estampas na superfície. “As texturas e cores suaves ajudam a criar identidade sem pesar visualmente”, diz Katherine Weber, arquiteta do escritório NK Arquitetura. É possível utilizar o revestimento na totalidade do teto ou ainda em pequenas faixas, criando uma espécie de moldura para a superfície.
Com as paredes neutras, o papel de parede no teto pode trazer estampas maiores e cores mais intensas
MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Bia Guedes, sócia do Estúdio OLO
O uso do papel de parede pode ser combinado nas paredes e no teto, principalmente em quartos infantis, que abrem margem para propostas mais divertidas e criativas
André Nazareth/Divulgação | Produção: Pualani Di Giorgio/Divulgação | Projeto do escritório Gava Arquitetura
Os adesivos colantes são opções mais econômicas do que os papéis de parede completos
Katia Rodrigues/Divulgação | Projeto da arquiteta Juliana Mancini, do escritório Mini Noma
Teto de quarto com madeira
Outra possibilidade que aparece como tendência de mercado é o uso da madeira no teto. O recurso pode estar presente em painéis ripados, laminados ou de esquadrias. Essas últimas podem ser elementos estruturais da construção ou decorativas, trazendo um visual rústico para o espaço.
“A madeira aparente, por exemplo, quando bem trabalhada, torna-se protagonista e imprime identidade. Na arquitetura contemporânea, o ripado cria textura e acolhimento”, comenta Renata.
Aqui, é necessário considerar os custos e a forma de fixação dos materiais, garantindo a sustentação adequada. “Revestimentos como vinílico, madeira, serralheria ou marcenaria exigem estrutura apropriada e não devem depender apenas do forro de drywall”, explica a arquiteta Cinthia Claro.
Os painéis de madeira nas paredes e no teto trazem um efeito aconchegante para o quarto pelo tom escuro e pela materialidade
Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Vangii Guerra
A madeira com aspecto acetinado no teto contrasta com o acabamento mais bruto do concreto das paredes e do chão
Jomar Bragança/Divulgação | Projeto do escritório Frederico Bicalho Arquitetura
Aplicada em parcela da superfície do teto, a madeira traz uma setorização do quarto junto ao armário
Mariana Henriques/Divulgação | Projeto do escritório SS Arquitetura e Interiores
As vigas de madeira no teto podem ser utilizadas de maneira decorativa trazendo uma estética mais natural e harmônica com o uso da madeira no mobiliário do quarto
Paula Chaffin/Divulgação | Produção: Andrea Brito/Divulgação | Projeto da arquiteta Rafaela Lucena, da Casa Aruá Arquitetura
Teto de quarto com luminárias
A luminária é um recurso que pode ser utilizado de formas múltiplas e que pode ser encontrado em diferentes modelos e materialidades. O item traz uma iluminação mais acolhedora que pode se alinhar à estética do projeto.
Em projetos boho e rústicos, materiais naturais, fibras e tecidos podem compor a estrutura da luminária. Para propostas mais minimalistas, itens na mesma tonalidade da superfície do teto e com estruturas mínimas compõem sem comprometer a coerência. Já nas estéticas maximalistas, itens maiores e com maior nível de detalhamento encontram lugar.
Um aspecto importante é a dimensão das luminárias. “Os itens precisam de um pé direito considerável para que se garanta a possibilidade de fazer a forração e usar a luminária”, diz Juliana. Ainda em espaços menores, a utilização dos itens é viável. Nesses casos, é preferível optar por uma luminária mais decorativa de maneira centralizada.
A luminária ampla e centralizada confere charme ao quarto, sendo um ponto de destaque do ambiente
André Klotz/Divulgação | Projeto da arquiteta Kika Mattos
Peças com texturas naturais podem ser articuladas com itens artesanais e à base de fibras
André Nazareth/Divulgação | Projeto do escritório Cité Arquitetura e do arquiteto Fernando Costa
O pendente com a estrutura aberta, além da base de fibras, garante uma dispersão de luz aconchegante pelo quarto
Luiza Schreier/Divulgação | Projeto dos arquitetos Ana Luisa Cairo e Gustavo Prado, do escritório A+G Arquitetura
Luminárias amplas funcionam bem em ambientes com maiores metragens e um espaço vertical compatível com o pendente
André Klotz/Divulgação | Projeto da arquiteta Kika Mattos
As luminárias podem ser colocadas sobre áreas comuns do dormitório e não só sobre a cama
Renato Navarro/Divulgação | Projeto do escritório SAO Arquitetura
É possível criar composições com diferentes luminárias no quarto, com tons alinhados a paleta do projeto e uma mescla nas alturas de cada peça
Júlia Tótoli/Divulgação | Projeto da arquiteta Mariana Jerônimo
Os materiais naturais do berço e da luminária conferem aconchego ao quarto, essencial para propostas de quartos de bebê
Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Rodolfo Consoli/Divulgação | Projeto do escritório Beta Arquitetura
Para equilibrar a madeira mais escura das portas e do teto, opte por luminárias mais neutras, sobretudo, em casas de campo e de praia
Bruna Mateus/Divulgação | Projeto da arquiteta Carina Beduschi
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Teto de quarto infantil
Em quartos infantis, a decoração do teto deve seguir os mesmos princípios dos demais tipos de quarto, podendo explorar mais o caráter lúdico e divertido, que dialoga com o universo da criança.
Para isso, é possível optar por diferentes tipos de recursos e orçamentos, como papéis de parede, aplicação de cor por meio da pinturas, luminárias em formatos não convencionais e pendentes que podem funcionar como brinquedos — balanços e cordas, por exemplo.
Juliana destaca ainda que a ludicidade, para além de um aspecto divertido, pode e deve estar atrelada às particularidades, às demandas e aos interesses de cada criança.
O quarto foi pensado para atender às necessidades de cuidados médicos. O teto buscou trazer um efeito lúdico com as nuvens, já que a moradora passava muito tempo olhando para o teto do cômodo
Pedro Mello/Divulgação | Projeto da arquiteta Juliana Mancini, do escritório Mini Noma
O quarto infantil tira proveito do pé-direito generoso com um beliche estreito e elevado, liberando o piso para brincadeiras e garantindo mais espaço de diversão para os filhos do casal.
Joana França/Divulgação | Projeto do escritório CODA Arquitetura
O berço e a cômoda da Bicho Papão se harmonizam com a pintura especial das paredes e do teto
Wesley Diego/Editora Globo | Projeto do arquiteto Rodra Cunha
É possível combinar uma cor intensa no teto com uma pintura lúdica nas paredes. Em quartos de bebê, aposte em móbiles para decorar e também fortalecer a ludicidade da decoração
Mariana Orsi/Divulgação | Projeto da arquiteta Vanessa Ribeiro, do escritório Quattrino Arquitetura
“Trata-se de um elemento muito importante dentro do quarto, porque ele é uma superfície tão grande quanto o piso, e que está logo acima das pessoas que entram no ambiente”, explica a arquiteta Juliana Mancini, do escritório Mini Noma.
A superfície pode ajudar a trazer aconchego, valorizar a iluminação e o clima intimista do quarto. “O teto nunca é apenas um fechamento, ele é a quinta parede e tem força suficiente para transformar completamente a experiência espacial”, complementa Renata Pascucci, arquiteta do estúdio Studio Carlito e Renata Pascucci.
A claraboia favorece a entrada de luminosidade natural no quarto e ainda traz um elemento decorativo para o teto do ambiente
Oka Fotografia/Editora Globo | Projeto da arquiteta Ynis Carboni, do escritório Carboni Arquitetura
Antes de pensar na decoração, é importante pensar no efeito arquitetônico almejado. “Quando se busca reduzir o pé direito, soluções vistas como meramente estéticas, também tem um caráter funcional. Cores escuras, tramas de fibra de tecido ou papéis de parede favorecem esse efeito, por exemplo”, comenta Juliana.
Leia mais
Os tetos de quartos infantis podem apostar nas cores para um visual mais leve e atemporal
Mariana Koentopp/Divulgação | Projeto do escritório NK Arquitetura
A personalidade de quem utiliza o cômodo também precisa estar presente. Isso vale tanto para quartos e suítes principais, quanto para o quarto dos filhos e as dependências de hóspedes. “Quartos pedem soluções que reforcem sua função e seu perfil de uso”, afirma a arquiteta Nicolle Nogueira, do escritório NK Arquitetura.
Enquanto um quarto de descanso pede suavidade, os espaços infantis ou criativos permitem mais ousadia. “Não existe uma fórmula pronta, existe conceito, contexto e sensibilidade”, salienta Renata.
O que é importante evitar é o excesso. “O teto não deve competir com o restante da decoração nem causar sensação de peso ou desconforto”, orienta Nicolle. É interessante investir em uma iluminação estratégica, assim como evitar modismos passageiros para não cansar o morador.
Teto do quarto com cores e pintura
Uma alternativa versátil e que não envolve gastos excessivos é a pintura. Da inserção mais simples de cor em parte do teto a pinturas rebuscadas, essa solução decorativa atende diferentes propostas.
A principal medida nesse caso é selecionar bem as cores que serão utilizadas em função da sensação que cada uma delas gera. “Cores claras tendem a ampliar e funcionam bem em ambientes pequenos, enquanto tons mais escuros diminuem um pouco e devem ser aplicados quando a geometria e a disposição do quarto são favorecidas por esse efeito”, destaca Juliana.
Nesse projeto, o tom terroso se expande da parede até parcela do teto conferindo um ar intimista para a região da cama
Alessandro Gruetzmacher/Divulgação | Projeto do escritório Ricardo Abreu Arquitetos
Cores suaves deixam a decoração leve e com mais personalidade sem necessariamente ocupar a totalidade da superfície do teto
Monica Assan/Divulgação | Projeto do escritório Studio Monfré
O teto não precisa utilizar uma tonalidade diferente das paredes. Investir na mesma cor oferece uma continuidade visual ao cômodo
Evelyn Müller/Divulgação | Projeto do arquiteto André Braz
Para decorações mais clássicas, invista em verdadeiras obras de arte no teto
Gui Morelli/Divulgação | Projeto do arquiteto de interiores Alex Ruas
O tom mais estimulante foi deixado apenas para o teto do quarto infantil e deixa a decoração mais viva
Thiago Travesso/Divulgação | Projeto do escritório Grafito Studio Criativo
O equilíbrio é essencial. Quando se opta por um tom mais intenso para o teto, é indicado selecionar uma cor mais clara para as paredes
Gisele Rampazzo/Divulgação | Projeto do escritório Entre Studio
Decoração de teto de quarto com papel de parede
O papel de parede, além de trazer cor, implementa texturas e estampas na superfície. “As texturas e cores suaves ajudam a criar identidade sem pesar visualmente”, diz Katherine Weber, arquiteta do escritório NK Arquitetura. É possível utilizar o revestimento na totalidade do teto ou ainda em pequenas faixas, criando uma espécie de moldura para a superfície.
Com as paredes neutras, o papel de parede no teto pode trazer estampas maiores e cores mais intensas
MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Bia Guedes, sócia do Estúdio OLO
O uso do papel de parede pode ser combinado nas paredes e no teto, principalmente em quartos infantis, que abrem margem para propostas mais divertidas e criativas
André Nazareth/Divulgação | Produção: Pualani Di Giorgio/Divulgação | Projeto do escritório Gava Arquitetura
Os adesivos colantes são opções mais econômicas do que os papéis de parede completos
Katia Rodrigues/Divulgação | Projeto da arquiteta Juliana Mancini, do escritório Mini Noma
Teto de quarto com madeira
Outra possibilidade que aparece como tendência de mercado é o uso da madeira no teto. O recurso pode estar presente em painéis ripados, laminados ou de esquadrias. Essas últimas podem ser elementos estruturais da construção ou decorativas, trazendo um visual rústico para o espaço.
“A madeira aparente, por exemplo, quando bem trabalhada, torna-se protagonista e imprime identidade. Na arquitetura contemporânea, o ripado cria textura e acolhimento”, comenta Renata.
Aqui, é necessário considerar os custos e a forma de fixação dos materiais, garantindo a sustentação adequada. “Revestimentos como vinílico, madeira, serralheria ou marcenaria exigem estrutura apropriada e não devem depender apenas do forro de drywall”, explica a arquiteta Cinthia Claro.
Os painéis de madeira nas paredes e no teto trazem um efeito aconchegante para o quarto pelo tom escuro e pela materialidade
Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Vangii Guerra
A madeira com aspecto acetinado no teto contrasta com o acabamento mais bruto do concreto das paredes e do chão
Jomar Bragança/Divulgação | Projeto do escritório Frederico Bicalho Arquitetura
Aplicada em parcela da superfície do teto, a madeira traz uma setorização do quarto junto ao armário
Mariana Henriques/Divulgação | Projeto do escritório SS Arquitetura e Interiores
As vigas de madeira no teto podem ser utilizadas de maneira decorativa trazendo uma estética mais natural e harmônica com o uso da madeira no mobiliário do quarto
Paula Chaffin/Divulgação | Produção: Andrea Brito/Divulgação | Projeto da arquiteta Rafaela Lucena, da Casa Aruá Arquitetura
Teto de quarto com luminárias
A luminária é um recurso que pode ser utilizado de formas múltiplas e que pode ser encontrado em diferentes modelos e materialidades. O item traz uma iluminação mais acolhedora que pode se alinhar à estética do projeto.
Em projetos boho e rústicos, materiais naturais, fibras e tecidos podem compor a estrutura da luminária. Para propostas mais minimalistas, itens na mesma tonalidade da superfície do teto e com estruturas mínimas compõem sem comprometer a coerência. Já nas estéticas maximalistas, itens maiores e com maior nível de detalhamento encontram lugar.
Um aspecto importante é a dimensão das luminárias. “Os itens precisam de um pé direito considerável para que se garanta a possibilidade de fazer a forração e usar a luminária”, diz Juliana. Ainda em espaços menores, a utilização dos itens é viável. Nesses casos, é preferível optar por uma luminária mais decorativa de maneira centralizada.
A luminária ampla e centralizada confere charme ao quarto, sendo um ponto de destaque do ambiente
André Klotz/Divulgação | Projeto da arquiteta Kika Mattos
Peças com texturas naturais podem ser articuladas com itens artesanais e à base de fibras
André Nazareth/Divulgação | Projeto do escritório Cité Arquitetura e do arquiteto Fernando Costa
O pendente com a estrutura aberta, além da base de fibras, garante uma dispersão de luz aconchegante pelo quarto
Luiza Schreier/Divulgação | Projeto dos arquitetos Ana Luisa Cairo e Gustavo Prado, do escritório A+G Arquitetura
Luminárias amplas funcionam bem em ambientes com maiores metragens e um espaço vertical compatível com o pendente
André Klotz/Divulgação | Projeto da arquiteta Kika Mattos
As luminárias podem ser colocadas sobre áreas comuns do dormitório e não só sobre a cama
Renato Navarro/Divulgação | Projeto do escritório SAO Arquitetura
É possível criar composições com diferentes luminárias no quarto, com tons alinhados a paleta do projeto e uma mescla nas alturas de cada peça
Júlia Tótoli/Divulgação | Projeto da arquiteta Mariana Jerônimo
Os materiais naturais do berço e da luminária conferem aconchego ao quarto, essencial para propostas de quartos de bebê
Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Rodolfo Consoli/Divulgação | Projeto do escritório Beta Arquitetura
Para equilibrar a madeira mais escura das portas e do teto, opte por luminárias mais neutras, sobretudo, em casas de campo e de praia
Bruna Mateus/Divulgação | Projeto da arquiteta Carina Beduschi
Leia mais
Teto de quarto infantil
Em quartos infantis, a decoração do teto deve seguir os mesmos princípios dos demais tipos de quarto, podendo explorar mais o caráter lúdico e divertido, que dialoga com o universo da criança.
Para isso, é possível optar por diferentes tipos de recursos e orçamentos, como papéis de parede, aplicação de cor por meio da pinturas, luminárias em formatos não convencionais e pendentes que podem funcionar como brinquedos — balanços e cordas, por exemplo.
Juliana destaca ainda que a ludicidade, para além de um aspecto divertido, pode e deve estar atrelada às particularidades, às demandas e aos interesses de cada criança.
O quarto foi pensado para atender às necessidades de cuidados médicos. O teto buscou trazer um efeito lúdico com as nuvens, já que a moradora passava muito tempo olhando para o teto do cômodo
Pedro Mello/Divulgação | Projeto da arquiteta Juliana Mancini, do escritório Mini Noma
O quarto infantil tira proveito do pé-direito generoso com um beliche estreito e elevado, liberando o piso para brincadeiras e garantindo mais espaço de diversão para os filhos do casal.
Joana França/Divulgação | Projeto do escritório CODA Arquitetura
O berço e a cômoda da Bicho Papão se harmonizam com a pintura especial das paredes e do teto
Wesley Diego/Editora Globo | Projeto do arquiteto Rodra Cunha
É possível combinar uma cor intensa no teto com uma pintura lúdica nas paredes. Em quartos de bebê, aposte em móbiles para decorar e também fortalecer a ludicidade da decoração
Mariana Orsi/Divulgação | Projeto da arquiteta Vanessa Ribeiro, do escritório Quattrino Arquitetura



