O cantor porto-riquenho Bad Bunny — nome artístico de Benito Antonio Martinez Ocasio — está em evidência. Vencedor de três Grammy Awards e estrela do halftime show do Super Bowl 2026, ele tem liderado as paradas musicais globais nos últimos anos e aborda questões sociais em seu trabalho, como identidade cultural, desigualdade e os direitos da comunidade latina. Nesse percurso, a arquitetura e o design surgem como ferramentas para ampliar sua voz.
Em janeiro de 2025, ele lançou o álbum Debí Tirar Más Fotos (DtMF), cuja capa trazia um elemento simples e muito simbólico na América Latina: duas cadeiras de plástico, sendo uma delas do modelo Monobloc.
A escolha pelo objeto não é aleatória. Criada nos anos 1940, a cadeira de plástico é popular em casas, comércios e até nas ruas de vários países latino-americanos, trazendo um conceito poético para o visual do disco.
Capa do álbum Debí Tirar Más Fotos, de Bad Bunny, destaca duas cadeiras de plástico. Uma delas é do modelo Monobloc
Instagram/@badbunny/Creative Commons
Do mesmo álbum, o DtMF, a faixa NUEVAYol ganhou um clipe que traz referências à cultura latina, denúncias políticas e destaca a fachada do prédio Meister Hall, da Universidade Comunitária do Bronx, localizada em Nova York, Estados Unidos. O edifício foi projetado pelo renomado arquiteto Marcel Breuer em 1967, durante a Guerra Fria.
Bad Bunny, no clipe da música “NUEVAYol”, dançando na fachada do Meister Hall, da Bronx Community College
Youtube/Reprodução
Outro destaque arquitetônico no vídeo de NUEVAYol é a Estátua da Liberdade, projetada pelo escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi, a qual é símbolo da imigração para os EUA.
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O artista, inclusive, pendura uma bandeira de Porto Rico para celebrar as suas raízes e levantar reflexões sobre a importância dos imigrantes no país norte-americano.
No clipe de NUEVAYol, o cantor porto-riquenho também aparece na Estátua da Liberdade, de Frédéric Auguste Bartholdi
Youtube/Reprodução
Em julho de 2025, ele começou sua temporada de 30 shows em San Juan, capital do seu país natal, e o palco incluía uma “casita” tradicional porto-riquenha que virou símbolo da diáspora latina, além de um cenário monumental inspirado na paisagem e na vegetação da ilha.
O imóvel conhecido como La Casita foi recriado em escala real e virou palco para os 30 shows da residência de Bad Bunny em Porto Rico, entre julho e setembro de 2025
Instagram/@badbunnypr/Reprodução
O projeto cenográfico foi criado pela agência de design Sturdy, sediada em Los Angeles, EUA. A ideia foi celebrar a arquitetura vernacular porto-riquenha, a paisagem caribenha e a cultura popular.
O grupo Los Pleneros de la Cresta fez uma participação especial no show de Bad Bunny em Porto Rico, levando a força da tradição da plena ao palco e criando um encontro marcante entre música popular e o universo urbano contemporâneo do artista
Yahoo Entertainment/Reprodução
Bad Bunny chegou a ser processado em R$ 5 milhões pela presença da La Casita. Um idoso acusou o artista de usar, sem autorização, a reprodução visual do imóvel, construída por sua família nos anos 1960.
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A morada também serviu de cenário para o curta-metragem Debí Tirar Más Fotos, lançado como parte do projeto visual do álbum homônimo.
Na imagem, a fachada original da La Casita, que virou atração turística em Porto Rico
Instagram/@badbunnypr/Reprodução; El Heraldo/Reprodução | Montagem: Casa e Jardim
Por enquanto, não há novidades do processo. A La Casita tem viajado por vários países na turnê que Bad Bunny está realizando — e estará em São Paulo, nos dias 20 e 21 de fevereiro, para suas duas apresentações no Brasil. É a primeira vez que o artista vem ao país.
Em janeiro de 2025, ele lançou o álbum Debí Tirar Más Fotos (DtMF), cuja capa trazia um elemento simples e muito simbólico na América Latina: duas cadeiras de plástico, sendo uma delas do modelo Monobloc.
A escolha pelo objeto não é aleatória. Criada nos anos 1940, a cadeira de plástico é popular em casas, comércios e até nas ruas de vários países latino-americanos, trazendo um conceito poético para o visual do disco.
Capa do álbum Debí Tirar Más Fotos, de Bad Bunny, destaca duas cadeiras de plástico. Uma delas é do modelo Monobloc
Instagram/@badbunny/Creative Commons
Do mesmo álbum, o DtMF, a faixa NUEVAYol ganhou um clipe que traz referências à cultura latina, denúncias políticas e destaca a fachada do prédio Meister Hall, da Universidade Comunitária do Bronx, localizada em Nova York, Estados Unidos. O edifício foi projetado pelo renomado arquiteto Marcel Breuer em 1967, durante a Guerra Fria.
Bad Bunny, no clipe da música “NUEVAYol”, dançando na fachada do Meister Hall, da Bronx Community College
Youtube/Reprodução
Outro destaque arquitetônico no vídeo de NUEVAYol é a Estátua da Liberdade, projetada pelo escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi, a qual é símbolo da imigração para os EUA.
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O artista, inclusive, pendura uma bandeira de Porto Rico para celebrar as suas raízes e levantar reflexões sobre a importância dos imigrantes no país norte-americano.
No clipe de NUEVAYol, o cantor porto-riquenho também aparece na Estátua da Liberdade, de Frédéric Auguste Bartholdi
Youtube/Reprodução
Em julho de 2025, ele começou sua temporada de 30 shows em San Juan, capital do seu país natal, e o palco incluía uma “casita” tradicional porto-riquenha que virou símbolo da diáspora latina, além de um cenário monumental inspirado na paisagem e na vegetação da ilha.
O imóvel conhecido como La Casita foi recriado em escala real e virou palco para os 30 shows da residência de Bad Bunny em Porto Rico, entre julho e setembro de 2025
Instagram/@badbunnypr/Reprodução
O projeto cenográfico foi criado pela agência de design Sturdy, sediada em Los Angeles, EUA. A ideia foi celebrar a arquitetura vernacular porto-riquenha, a paisagem caribenha e a cultura popular.
O grupo Los Pleneros de la Cresta fez uma participação especial no show de Bad Bunny em Porto Rico, levando a força da tradição da plena ao palco e criando um encontro marcante entre música popular e o universo urbano contemporâneo do artista
Yahoo Entertainment/Reprodução
Bad Bunny chegou a ser processado em R$ 5 milhões pela presença da La Casita. Um idoso acusou o artista de usar, sem autorização, a reprodução visual do imóvel, construída por sua família nos anos 1960.
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A morada também serviu de cenário para o curta-metragem Debí Tirar Más Fotos, lançado como parte do projeto visual do álbum homônimo.
Na imagem, a fachada original da La Casita, que virou atração turística em Porto Rico
Instagram/@badbunnypr/Reprodução; El Heraldo/Reprodução | Montagem: Casa e Jardim
Por enquanto, não há novidades do processo. A La Casita tem viajado por vários países na turnê que Bad Bunny está realizando — e estará em São Paulo, nos dias 20 e 21 de fevereiro, para suas duas apresentações no Brasil. É a primeira vez que o artista vem ao país.



