Na casa de 232 m² projetada pelo escritório Laurent Troost Architectures (@laurenttroost), em Manaus, AM, a vegetação foi inserida entre os planos de concreto e vidro, atuando como filtro de luz, promotora de conforto térmico e sensorial, e mediadora entre o interior e o exterior.
Os espaços destinados ao paisagismo de Hana Eto Gall (@arq.hanaetogall) foram definidos já na concepção arquitetônica, de forma a ocupar vazios, pátios e faixas de transição. Diante da limitação de áreas permeáveis, o jardim de 170 m² se estrutura a partir da verticalidade, da densidade vegetal e da permeabilidade.
“A principal estratégia foi o plantio intercalado de espécies de três portes distintos – baixo, médio e alto –, criando um jardim estratificado e de leitura densa”, explica a paisagista.
DETALHE | Copa do açaí, palmeira de grande porte alinhada à escala arquitetônica
Joana França/Divulgação
O açaí se destaca como elemento vertical, oferecendo sombra e leveza, além de reforçar a identidade amazônica do projeto. Já a maranta charuto ocupa o plano inferior com vegetação densa e texturizada, e contribui para a retenção de umidade.
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“As espécies foram posicionadas de forma estratégica para garantir sombra e privacidade, sem comprometer a ventilação cruzada, mantendo o fluxo de ar contínuo entre os espaços internos e externos”, diz Hana.
PISCINA | O canteiro da piscina possui três níveis: açaí; maranta charuto; filodendro-da-Amazônia, areca-triandra e ravenala
Joana França/Divulgação
Na área de lazer, a piscina contribui para a sensação de frescor. No canteiro estreito, areca-triandra, ravenala e costela-de-adão criam uma moldura natural.
DETALHE | Açaí, ipê rosa, pau-mulato, areca-triandra, maranta charuto e ravenala
Joana França/Divulgação
No solário, lírio-da-paz e palmeira-ráfis atuam como reguladores climáticos, filtrando a incidência solar direta, e estabelecem uma relação com o entorno.
FACHADA | Açaí, pupunha, bacaba, maranta charuto, helicônia e rabo-de-peixe
Joana França/Divulgação
As árvores pré-existentes no terreno também foram consideradas na implantação da casa — como a buritana, na lateral direita da fachada, transformada em marco visual. “Alinhar o porte das plantas à escala da arquitetura é essencial para que o jardim dialogue com a construção, reforçando sua presença sem competir com ela”, completa.
Plantas amazônicas reforçam a identidade.”
CANTEIRO | Açaí e pau-mulato em canteiro estreito criam quadros verdes na sala
Joana França/Divulgação
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Mais do que elemento decorativo, aqui, o jardim atua como ferramenta de projeto, e contribui diretamente para o desempenho ambiental da casa e para uma vivência mais acolhedora e conectada à natureza.
VISTA AÉREA | Canteiro com açaí, filodendro-ondulado e singônio. Recortes no piso com costela-de-adão. Mobiliário externo da Breton
Joana França/Divulgação
A verticalidade permitiu um jardim exuberante.”
ÁREA DE LAZER | Filodendro-da-Amazônia, açaí, orelha-de-elefante, licuala, maranta charuto e costela-de-adão conduzem à piscina
Joana França/Divulgação
Os espaços destinados ao paisagismo de Hana Eto Gall (@arq.hanaetogall) foram definidos já na concepção arquitetônica, de forma a ocupar vazios, pátios e faixas de transição. Diante da limitação de áreas permeáveis, o jardim de 170 m² se estrutura a partir da verticalidade, da densidade vegetal e da permeabilidade.
“A principal estratégia foi o plantio intercalado de espécies de três portes distintos – baixo, médio e alto –, criando um jardim estratificado e de leitura densa”, explica a paisagista.
DETALHE | Copa do açaí, palmeira de grande porte alinhada à escala arquitetônica
Joana França/Divulgação
O açaí se destaca como elemento vertical, oferecendo sombra e leveza, além de reforçar a identidade amazônica do projeto. Já a maranta charuto ocupa o plano inferior com vegetação densa e texturizada, e contribui para a retenção de umidade.
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“As espécies foram posicionadas de forma estratégica para garantir sombra e privacidade, sem comprometer a ventilação cruzada, mantendo o fluxo de ar contínuo entre os espaços internos e externos”, diz Hana.
PISCINA | O canteiro da piscina possui três níveis: açaí; maranta charuto; filodendro-da-Amazônia, areca-triandra e ravenala
Joana França/Divulgação
Na área de lazer, a piscina contribui para a sensação de frescor. No canteiro estreito, areca-triandra, ravenala e costela-de-adão criam uma moldura natural.
DETALHE | Açaí, ipê rosa, pau-mulato, areca-triandra, maranta charuto e ravenala
Joana França/Divulgação
No solário, lírio-da-paz e palmeira-ráfis atuam como reguladores climáticos, filtrando a incidência solar direta, e estabelecem uma relação com o entorno.
FACHADA | Açaí, pupunha, bacaba, maranta charuto, helicônia e rabo-de-peixe
Joana França/Divulgação
As árvores pré-existentes no terreno também foram consideradas na implantação da casa — como a buritana, na lateral direita da fachada, transformada em marco visual. “Alinhar o porte das plantas à escala da arquitetura é essencial para que o jardim dialogue com a construção, reforçando sua presença sem competir com ela”, completa.
Plantas amazônicas reforçam a identidade.”
CANTEIRO | Açaí e pau-mulato em canteiro estreito criam quadros verdes na sala
Joana França/Divulgação
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Mais do que elemento decorativo, aqui, o jardim atua como ferramenta de projeto, e contribui diretamente para o desempenho ambiental da casa e para uma vivência mais acolhedora e conectada à natureza.
VISTA AÉREA | Canteiro com açaí, filodendro-ondulado e singônio. Recortes no piso com costela-de-adão. Mobiliário externo da Breton
Joana França/Divulgação
A verticalidade permitiu um jardim exuberante.”
ÁREA DE LAZER | Filodendro-da-Amazônia, açaí, orelha-de-elefante, licuala, maranta charuto e costela-de-adão conduzem à piscina
Joana França/Divulgação



