O apartamento de 56 m², no bairro de Perdizes, em São Paulo (SP), tornou-se cenário de um recomeço. Projetado pela arquiteta Thaís Monfré, do Studio Monfré (@thaismonfre.arquiteta), em parceria com a designer de interiores Ana Maia (@anamaia.designer), o lar ganhou cores, memórias significativas e personalidade, refletindo a nova fase da moradora.
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A jornalista Stéphanie Durante, a proprietária, já havia vivido nesse edifício durante a infância. Escolher um imóvel no mesmo prédio foi, para ela, um resgate emocional — uma decisão carregada de memórias e significado pessoal.
RETRATO | A moradora Stéphanie Durante está no living ao lado do néon, da Neon SP Galeria, e à frente do quadro de Marlon Beraldo. Atrás do sofá, o home office tem mesa com tampo de mármore Branco Espírito Santo, da marmoria Ambiente, cuja base foi executada pela serralheria Galpão Anti, assim como o suporte da prateleira suspensa logo acima. Piso de porcelanato Duo Concret Gris, da Incepa, adquirido na Telhanorte
Monica Assan/Divulgação
O apê mantinha sua planta e revestimentos originais. Assim, a reforma foi radical: infraestrutura modernizada, troca completa de hidráulica e elétrica, instalação de ar-condicionado e demolição de diversas paredes para garantir fluidez e amplitude.
“Este apartamento havia tido um único dono e estava totalmente original. Logo que entrei para visitar, percebi o potencial e imaginei como ele poderia ficar. Por ter trabalhado dez anos na Casa e Jardim, eu acabei aprendendo a visualizar como os ambientes ficariam e a dar pitacos em projetos”, diz Stéphanie.
CANTO | A escrivaninha antiga faz as vezes de aparador, que abriga toca-discos e uma adega abaixo. Objetos e quadros do acervo pessoal da moradora
Monica Assan/Divulgação
A principal mudança veio com a retirada de um dormitório, que ampliou a sala e permitiu um criar um espaço mais aberto, visto que a proprietária adora receber. Além do banco de concreto que ajuda a acomodar mais pessoas, a jornalista fez questão de ter uma mesa de jantar para até oito pessoas.
Para não comprometer a circulação, foram usadas cadeiras e um banco fixo, que também serve de baú. O local em que antes ficava um dos quartos virou o home office.
DETALHE | Sobre o banco de concreto, que ganhou tonalidade rosa personalizada da Croma Pinturas, estão objetos do acervo afetivo da moradora
Monica Assan/Divulgação
Ainda na sala, uma escrivaninha antiga de madeira — na família há mais de 100 anos, que foi restaurada mantendo o tom original — transformou-se em aparador para acomodar o toca-discos vintage e a adega moderna.
Na decoração, espelhos, tecidos e quadros foram todos garimpados em viagens ou fazem parte do acervo pessoal da jornalista. “Nada aqui foi comprado apenas para decorar. Tudo tem história, memória ou referência afetiva”, ressalta Thaís.
DETALHE | Os objetos têm história, memórias ou referência afetiva, como a cabeça de cerâmica sobre o banquinho de crochê
Monica Assan/Divulgação
As cores têm papel protagonista no projeto. A moradora, apaixonada por décor e itens afetivos, queria um lar vibrante e cheio de vida.
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“Abusamos da tinta para trazer alegria e personalidade aos ambientes, equilibrando com o porcelanato cinza no piso, que cria uma base neutra para destacar os objetos”, diz a arquiteta.
COZINHA | O grande destaque do ambiente é o móvel antigo, herança de família, reformado com pintura azul em laca, que remete aos azulejos que decoravam a cozinha dos avós da moradora. A marcenaria baixa da bancada da pia feita com granito São Gabriel escovado segue a cor com laca Sayerlack S016. Backsplash de pastilha retangular Ártico, da Atlas. O painel pegboard permite formatar prateleiras conforme a necessidade
Monica Assan/Divulgação
O afeto também se revela no mobiliário. Na cozinha, por exemplo, o armário herdado da fazenda da tia-avó da moradora foi laqueado no mesmo tom dos azulejos que decoravam a cozinha dos seus avós — uma escolha que une memória e estética, criando uma ponte emotiva entre gerações.
“Além dos móveis herdados, cada objeto decorativo carrega uma história especial — veio de alguma viagem, foi presente ou garimpado com carinho. Amo estar em casa e me reconhecer em cada cantinho. Este apê é reflexo de quem sou”, conta Stéphanie.
ENTRADA DO QUARTO | O moderno e o clássico se encontram neste espaço. Ao lado o móvel antigo, estante de serralheria, com pintura eletrostática preta, chapa metálica e metalon, com execução da Serralheria Artística
Monica Assan/Divulgação
Pastilhas no banheiro e na cozinha evocam estética retrô, enquanto o banco em cimento pigmentado na sala reforça resistência sem perder a delicadeza. Já a cabeceira do quarto, em tijolinhos brancos, sai do lugar-comum e reforça o estilo descontraído do projeto.
QUARTO | A parede lateral ganhou faixa pintada de Flor-de-anis, da Suvinil, onde foram instalados o móvel feito de MDF Branco Diamante, da Duratex, e os balões trazidos de Murano (Itália). A cabeceira foge do convencional com o revestimento de tijolinho branco Rustic Neve, da Gauss. Quadros do acervo da moradora
Monica Assan/Divulgação
A suíte foi criada a partir da junção do terceiro quarto, o que permitiu ter um closet próximo ao banheiro, tornando-se um cômodo bastante funcional.
BANHEIRO | A cor Céu Nublado, da Suvinil, ganha destaque no ambiente e contrasta com a marcenaria ripada em MDF Tauari, da Guararapes. A bancada de granito Itaúnas recebeu cuba a Deca. Paredes da área do boxe revestidas de pastilha quadrada Ártico, da Atlas. Louças e metais fornecidos pela Telhanorte
Monica Assan/Divulgação
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A jornalista Stéphanie Durante, a proprietária, já havia vivido nesse edifício durante a infância. Escolher um imóvel no mesmo prédio foi, para ela, um resgate emocional — uma decisão carregada de memórias e significado pessoal.
RETRATO | A moradora Stéphanie Durante está no living ao lado do néon, da Neon SP Galeria, e à frente do quadro de Marlon Beraldo. Atrás do sofá, o home office tem mesa com tampo de mármore Branco Espírito Santo, da marmoria Ambiente, cuja base foi executada pela serralheria Galpão Anti, assim como o suporte da prateleira suspensa logo acima. Piso de porcelanato Duo Concret Gris, da Incepa, adquirido na Telhanorte
Monica Assan/Divulgação
O apê mantinha sua planta e revestimentos originais. Assim, a reforma foi radical: infraestrutura modernizada, troca completa de hidráulica e elétrica, instalação de ar-condicionado e demolição de diversas paredes para garantir fluidez e amplitude.
“Este apartamento havia tido um único dono e estava totalmente original. Logo que entrei para visitar, percebi o potencial e imaginei como ele poderia ficar. Por ter trabalhado dez anos na Casa e Jardim, eu acabei aprendendo a visualizar como os ambientes ficariam e a dar pitacos em projetos”, diz Stéphanie.
CANTO | A escrivaninha antiga faz as vezes de aparador, que abriga toca-discos e uma adega abaixo. Objetos e quadros do acervo pessoal da moradora
Monica Assan/Divulgação
A principal mudança veio com a retirada de um dormitório, que ampliou a sala e permitiu um criar um espaço mais aberto, visto que a proprietária adora receber. Além do banco de concreto que ajuda a acomodar mais pessoas, a jornalista fez questão de ter uma mesa de jantar para até oito pessoas.
Para não comprometer a circulação, foram usadas cadeiras e um banco fixo, que também serve de baú. O local em que antes ficava um dos quartos virou o home office.
DETALHE | Sobre o banco de concreto, que ganhou tonalidade rosa personalizada da Croma Pinturas, estão objetos do acervo afetivo da moradora
Monica Assan/Divulgação
Ainda na sala, uma escrivaninha antiga de madeira — na família há mais de 100 anos, que foi restaurada mantendo o tom original — transformou-se em aparador para acomodar o toca-discos vintage e a adega moderna.
Na decoração, espelhos, tecidos e quadros foram todos garimpados em viagens ou fazem parte do acervo pessoal da jornalista. “Nada aqui foi comprado apenas para decorar. Tudo tem história, memória ou referência afetiva”, ressalta Thaís.
DETALHE | Os objetos têm história, memórias ou referência afetiva, como a cabeça de cerâmica sobre o banquinho de crochê
Monica Assan/Divulgação
As cores têm papel protagonista no projeto. A moradora, apaixonada por décor e itens afetivos, queria um lar vibrante e cheio de vida.
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“Abusamos da tinta para trazer alegria e personalidade aos ambientes, equilibrando com o porcelanato cinza no piso, que cria uma base neutra para destacar os objetos”, diz a arquiteta.
COZINHA | O grande destaque do ambiente é o móvel antigo, herança de família, reformado com pintura azul em laca, que remete aos azulejos que decoravam a cozinha dos avós da moradora. A marcenaria baixa da bancada da pia feita com granito São Gabriel escovado segue a cor com laca Sayerlack S016. Backsplash de pastilha retangular Ártico, da Atlas. O painel pegboard permite formatar prateleiras conforme a necessidade
Monica Assan/Divulgação
O afeto também se revela no mobiliário. Na cozinha, por exemplo, o armário herdado da fazenda da tia-avó da moradora foi laqueado no mesmo tom dos azulejos que decoravam a cozinha dos seus avós — uma escolha que une memória e estética, criando uma ponte emotiva entre gerações.
“Além dos móveis herdados, cada objeto decorativo carrega uma história especial — veio de alguma viagem, foi presente ou garimpado com carinho. Amo estar em casa e me reconhecer em cada cantinho. Este apê é reflexo de quem sou”, conta Stéphanie.
ENTRADA DO QUARTO | O moderno e o clássico se encontram neste espaço. Ao lado o móvel antigo, estante de serralheria, com pintura eletrostática preta, chapa metálica e metalon, com execução da Serralheria Artística
Monica Assan/Divulgação
Pastilhas no banheiro e na cozinha evocam estética retrô, enquanto o banco em cimento pigmentado na sala reforça resistência sem perder a delicadeza. Já a cabeceira do quarto, em tijolinhos brancos, sai do lugar-comum e reforça o estilo descontraído do projeto.
QUARTO | A parede lateral ganhou faixa pintada de Flor-de-anis, da Suvinil, onde foram instalados o móvel feito de MDF Branco Diamante, da Duratex, e os balões trazidos de Murano (Itália). A cabeceira foge do convencional com o revestimento de tijolinho branco Rustic Neve, da Gauss. Quadros do acervo da moradora
Monica Assan/Divulgação
A suíte foi criada a partir da junção do terceiro quarto, o que permitiu ter um closet próximo ao banheiro, tornando-se um cômodo bastante funcional.
BANHEIRO | A cor Céu Nublado, da Suvinil, ganha destaque no ambiente e contrasta com a marcenaria ripada em MDF Tauari, da Guararapes. A bancada de granito Itaúnas recebeu cuba a Deca. Paredes da área do boxe revestidas de pastilha quadrada Ártico, da Atlas. Louças e metais fornecidos pela Telhanorte
Monica Assan/Divulgação



