O Rio de Contas, a Mata Atlântica, o farol, a Orla dos Pescadores, o vaivém nas ruas de paralelepípedo, os surfistas na Praia da Tiririca: implantada no alto de um morro, a casa oferece vista livre e privilegiada para quase todos os encantos de Itacaré. A construção, no entanto, fica oculta de quem está por perto, e é provável que muitos moradores da região nem saibam que ela existe. “Se você observar fotos feitas com drone, parece que ela foi montada fora do terreno e, depois, encaixada no lugar por helicóptero”, diz Eduardo Leite Ribeiro, do escritório UDesign, autor do projeto de arquitetura.
Erguida onde havia uma clareira, a residência, batizada de Oka, pertence a um casal de suecos apaixonado por esse pedaço do litoral baiano, e faz parte do Barracuda Hotel & Villas, um misto de condomínio e complexo de hospedagem que preza pela privacidade de seus frequentadores, ao mesmo tempo que se integra completamente à vida local.
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Sobre a mesa de jantar, a gamela da Divinos Trancoso guarda frutas da região
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
A história do Barracuda começa em 2005, quando a designer paulistana Juliana Ghiotto e seu marido, o surfista nativo Daniel Lima, conheceram um grupo de suecos que passava férias em Itacaré – adorando a temporada. “A ideia inicial não era criar um negócio de hotelaria juntos, e sim construir casas para receber essa turma de amigos”, lembra Juliana, hoje CEO do empreendimento. Para levar a proposta adiante, o grupo comprou uma área de 26 hectares e encomendou a Eduardo, o arquiteto, o plano diretor de um condomínio no terreno.
Trabalhei com a ideia de que a arquitetura não poderia se impor à natureza. A casa se adaptou ao traçado da vegetação
A suíte máster, apartada da casa, tem acesso direto à piscina
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Na varanda, poltronas Willy, design Oswaldo Mellone, mesa de centro Manauara e banco Mbareté, tudo da Tora Brasil, sobre deque de cumaru, mantido sem tratamento – o paisagismo, de Sidney Linhares, tem proposta regenerativa e usa apenas plantas nativas
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No living, a poltrona Alta Memorial, de Oscar e Anna Maria Niemeyer, reeditada pela Etel, acompanha sofás Pan Am, design Arthur Casas para a +55 Design, bancos indígenas da Galeria 195 (pássaro) e Divinos Trancoso (capivara), aparador da Tora Brasil e tapete de Tiago Braga, da Oiamo – o mármore Bege Bahia cobre o piso
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Detalhe da mesa de centro da Tora Brasil com cabaça, vassourinha e cacho de sementes da Divinos Trancoso, e jogo de xadrez da WoodSkull
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
“Achávamos que elas ficariam prontas em cinco anos, mas foram necessários 15. Demorou oito anos só para obter as licenças ambientais”, afirma Juliana. Enquanto isso, os suecos passaram a vir ao Brasil com mais frequência e aprofundaram a ligação com a natureza e a cultura itacareenses. “Com o tempo, nossa vivência mostrou que precisávamos de uma forma de operar sustentável a longo prazo, e que também beneficiasse o entorno”, revela a CEO.
+ Brasileiríssima, casa de vila preserva memórias do interior no meio da cidade
Na sala de jantar, cadeiras Brisa, de Carlos Motta, mesa Guaçu, da Tora Brasil, e pendentes Oca, da Divinos Trancoso
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Junto à escada do living, mesas da série Sopro na Argila, do Estúdio Campana, na Luciana Brito Galeria, e banquetas Bloco X9 (ao fundo), design Delphine Araxi para a Tora Brasil
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Mesa Mona, de quartzito Golden Fusion, desenhada por Janice Miguel e executada pela Brasigran, e cadeiras Chroma, de Felipe Protti, da Prototype
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Eduardo foi, então, acionado novamente para revisar o projeto, acrescentando um núcleo de hospedagem em meio às casas. Dessa vez, também desenhou as primeiras residências e as instalações do Barracuda Hotel & Villas, inaugurado em janeiro de 2020. Antes, Juliana, Daniel e os investidores suecos já haviam aberto, em 2013, o Barracuda Boutique, mais compacto, na Orla dos Pescadores. “Ele foi o laboratório em que desenvolvemos nosso conceito de hospitalidade e uma identidade própria”, diz a designer.
+ Guá Arquitetura cria moradia permeada por cultura e artesanato locais em Belém
O estar da suíte máster exibe carrinho de chá Contenitore Cascas, de Patricia Urquiola, e poltrona com pufe Módulo, de Oscar Niemeyer, ambos da Etel, mesas de centro de Nani Chinellato, tapete da Aveia Tapeçaria, vaso e colar da Divinos Trancoso e jacas de cerâmica da Cestarias Régio
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No quarto do casal, cama Dobra, de Guilherme Wentz, da Wentz, com peseira da Linho 1, mesas laterais Jerê, criação de Janice Miguel produzida pela Tora Brasil, e luminárias de piso da Lightworks, responsável pelo projeto de iluminação da casa toda
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No living do pavimento superior, poltrona Jangada, de Jean Gillon, e banco Mocho, de Sergio Rodrigues, ambos na Home Design, luminária de piso Marinheiro, da Lusboa Candeeiros, e aparador desenhado por Janice Miguel e executado pela Paulo Cambito Marcenaria
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Em duas décadas de convívio, os sócios do Barracuda estabeleceram princípios consistentes para a empresa: tratar a natureza com absoluto respeito, empregar mão de obra local sempre que possível, tanto nas construções quanto nas equipes de serviço dos hotéis, e exaltar as raízes baianas. “Amamos a vibe de Itacaré e, por isso, optamos por estar a poucos passos da cidade, perto das praias urbanas. Em 10 minutos de caminhada, chega-se à rua principal”, descreve Juliana.
Minha busca estética foi por peças sólidas, robustas, de grandes proporções, que levam em conta a amplidão dos espaços
Há seis anos, quando os donos da Oka decidiram erguer a casa – a segunda deles no condomínio –, o projeto nasceu amparado nos valores cultivados pela turma de amigos e na conexão com o lugar. Após realizar o sonho de ter um pouso na Bahia, o casal queria agora expressar em grande estilo a admiração de ambos pela arquitetura e pelo design brasileiros. Numa conversa entre os proprietários e Eduardo, surgiram os primeiros esboços. Ainda na fase de criação, o arquiteto voltou diversas vezes ao lote, acompanhado por uma cadeira dobrável, lápis e papel. “Gosto de desenhar no terreno. Vou em dias de sol e de chuva, pela manhã, à tarde e à noite. Assim consigo imaginar a experiência completa”, compartilha ele. Esse modo detalhista de projetar está na origem de elementos como a piscina de 800 m², pensada como um espaço de contemplação e encontro que comporta diferentes atividades, da natação ao bate-papo. “O formato curvo da borda surgiu com o objetivo de capturar as melhores vistas”, diz Eduardo.
+ Casa sustentável com madeiras raras é desmontada em Minas Gerais e reconstruída na Bahia
No spa, espreguiçadeiras Oscar, design Oswaldo Mellone para a Tora Brasil, com futons e almofadas da Señorita Galante
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No bar da piscina, banquetas Yere, da Tora Brasil, e bancada executada pela Luzeiro
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No banheiro, banco Bloco Xadrez PX01, de Delphine Araxi, na Tora Brasil, e cortina Aqua Rain, de Nani Chinellato
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
A relação com a paisagem também foi determinante na concepção dos interiores, assinados pela arquiteta Janice Miguel. “Adotei um layout que favorece a visualização do exterior, com o mobiliário voltado para fora”, explica ela. Usar poucas peças, de proporções maiores, contribuiu para deixar áreas de respiro, que ajudam a manter o panorama livre. Na busca por uma decoração brasileira, autêntica e sem clichês, como esperava o casal, Janice realizou uma grande pesquisa. “Os proprietários viajam pelo mundo todo e me apresentaram diversas referências internacionais. Meu trabalho era entender como a mesma atmosfera poderia ser alcançada com itens feitos no Brasil”, pontua.
Consideramos a Oka uma obra de arte. A casa eleva nossos pilares de arquitetura, design, hospital idade, bem-estar e sustentabilidade
A fachada de concreto aparente emoldura a varanda de um dos quartos
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Ocupando a área mais alta e isolada do terreno, a casa é abraçada pela Mata Atlântica e pelas linhas sinuosas da piscina – na cobertura, placas fotovoltaicas garantem energia elétrica, e um terraço permite observar a natureza ao redor
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Durante as vindas deles ao país, a arquiteta organizava roteiros de descoberta. “Em São Paulo, no final de 2022, visitamos juntos a exposição Polifonia Campana, na Luciana Brito Galeria, onde compramos as mesas da série Sopro na Argila que hoje estão na casa”, recorda-se. Móveis modernos e contemporâneos, objetos artesanais e artigos desenhados pela arquiteta compõem a mistura que torna a Oka tão especial. Pronta há um ano – período em que, merecidamente, os donos quiseram a casa só para si –, a construção acaba de entrar para o portfólio de propriedades do Barracuda que podem ser alugadas. Quem não gostaria de passar uns dias nesse paraíso?
*Matéria originalmente publicada na edição de fevereiro/2026 da Casa Vogue (CV 480), disponível em versão impressa, na nossa loja virtual e para assinantes no app Globo Mais.
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Erguida onde havia uma clareira, a residência, batizada de Oka, pertence a um casal de suecos apaixonado por esse pedaço do litoral baiano, e faz parte do Barracuda Hotel & Villas, um misto de condomínio e complexo de hospedagem que preza pela privacidade de seus frequentadores, ao mesmo tempo que se integra completamente à vida local.
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Sobre a mesa de jantar, a gamela da Divinos Trancoso guarda frutas da região
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
A história do Barracuda começa em 2005, quando a designer paulistana Juliana Ghiotto e seu marido, o surfista nativo Daniel Lima, conheceram um grupo de suecos que passava férias em Itacaré – adorando a temporada. “A ideia inicial não era criar um negócio de hotelaria juntos, e sim construir casas para receber essa turma de amigos”, lembra Juliana, hoje CEO do empreendimento. Para levar a proposta adiante, o grupo comprou uma área de 26 hectares e encomendou a Eduardo, o arquiteto, o plano diretor de um condomínio no terreno.
Trabalhei com a ideia de que a arquitetura não poderia se impor à natureza. A casa se adaptou ao traçado da vegetação
A suíte máster, apartada da casa, tem acesso direto à piscina
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Na varanda, poltronas Willy, design Oswaldo Mellone, mesa de centro Manauara e banco Mbareté, tudo da Tora Brasil, sobre deque de cumaru, mantido sem tratamento – o paisagismo, de Sidney Linhares, tem proposta regenerativa e usa apenas plantas nativas
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No living, a poltrona Alta Memorial, de Oscar e Anna Maria Niemeyer, reeditada pela Etel, acompanha sofás Pan Am, design Arthur Casas para a +55 Design, bancos indígenas da Galeria 195 (pássaro) e Divinos Trancoso (capivara), aparador da Tora Brasil e tapete de Tiago Braga, da Oiamo – o mármore Bege Bahia cobre o piso
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Detalhe da mesa de centro da Tora Brasil com cabaça, vassourinha e cacho de sementes da Divinos Trancoso, e jogo de xadrez da WoodSkull
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“Achávamos que elas ficariam prontas em cinco anos, mas foram necessários 15. Demorou oito anos só para obter as licenças ambientais”, afirma Juliana. Enquanto isso, os suecos passaram a vir ao Brasil com mais frequência e aprofundaram a ligação com a natureza e a cultura itacareenses. “Com o tempo, nossa vivência mostrou que precisávamos de uma forma de operar sustentável a longo prazo, e que também beneficiasse o entorno”, revela a CEO.
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Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Junto à escada do living, mesas da série Sopro na Argila, do Estúdio Campana, na Luciana Brito Galeria, e banquetas Bloco X9 (ao fundo), design Delphine Araxi para a Tora Brasil
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Mesa Mona, de quartzito Golden Fusion, desenhada por Janice Miguel e executada pela Brasigran, e cadeiras Chroma, de Felipe Protti, da Prototype
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Eduardo foi, então, acionado novamente para revisar o projeto, acrescentando um núcleo de hospedagem em meio às casas. Dessa vez, também desenhou as primeiras residências e as instalações do Barracuda Hotel & Villas, inaugurado em janeiro de 2020. Antes, Juliana, Daniel e os investidores suecos já haviam aberto, em 2013, o Barracuda Boutique, mais compacto, na Orla dos Pescadores. “Ele foi o laboratório em que desenvolvemos nosso conceito de hospitalidade e uma identidade própria”, diz a designer.
+ Guá Arquitetura cria moradia permeada por cultura e artesanato locais em Belém
O estar da suíte máster exibe carrinho de chá Contenitore Cascas, de Patricia Urquiola, e poltrona com pufe Módulo, de Oscar Niemeyer, ambos da Etel, mesas de centro de Nani Chinellato, tapete da Aveia Tapeçaria, vaso e colar da Divinos Trancoso e jacas de cerâmica da Cestarias Régio
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No quarto do casal, cama Dobra, de Guilherme Wentz, da Wentz, com peseira da Linho 1, mesas laterais Jerê, criação de Janice Miguel produzida pela Tora Brasil, e luminárias de piso da Lightworks, responsável pelo projeto de iluminação da casa toda
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
No living do pavimento superior, poltrona Jangada, de Jean Gillon, e banco Mocho, de Sergio Rodrigues, ambos na Home Design, luminária de piso Marinheiro, da Lusboa Candeeiros, e aparador desenhado por Janice Miguel e executado pela Paulo Cambito Marcenaria
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Em duas décadas de convívio, os sócios do Barracuda estabeleceram princípios consistentes para a empresa: tratar a natureza com absoluto respeito, empregar mão de obra local sempre que possível, tanto nas construções quanto nas equipes de serviço dos hotéis, e exaltar as raízes baianas. “Amamos a vibe de Itacaré e, por isso, optamos por estar a poucos passos da cidade, perto das praias urbanas. Em 10 minutos de caminhada, chega-se à rua principal”, descreve Juliana.
Minha busca estética foi por peças sólidas, robustas, de grandes proporções, que levam em conta a amplidão dos espaços
Há seis anos, quando os donos da Oka decidiram erguer a casa – a segunda deles no condomínio –, o projeto nasceu amparado nos valores cultivados pela turma de amigos e na conexão com o lugar. Após realizar o sonho de ter um pouso na Bahia, o casal queria agora expressar em grande estilo a admiração de ambos pela arquitetura e pelo design brasileiros. Numa conversa entre os proprietários e Eduardo, surgiram os primeiros esboços. Ainda na fase de criação, o arquiteto voltou diversas vezes ao lote, acompanhado por uma cadeira dobrável, lápis e papel. “Gosto de desenhar no terreno. Vou em dias de sol e de chuva, pela manhã, à tarde e à noite. Assim consigo imaginar a experiência completa”, compartilha ele. Esse modo detalhista de projetar está na origem de elementos como a piscina de 800 m², pensada como um espaço de contemplação e encontro que comporta diferentes atividades, da natação ao bate-papo. “O formato curvo da borda surgiu com o objetivo de capturar as melhores vistas”, diz Eduardo.
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No bar da piscina, banquetas Yere, da Tora Brasil, e bancada executada pela Luzeiro
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No banheiro, banco Bloco Xadrez PX01, de Delphine Araxi, na Tora Brasil, e cortina Aqua Rain, de Nani Chinellato
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A relação com a paisagem também foi determinante na concepção dos interiores, assinados pela arquiteta Janice Miguel. “Adotei um layout que favorece a visualização do exterior, com o mobiliário voltado para fora”, explica ela. Usar poucas peças, de proporções maiores, contribuiu para deixar áreas de respiro, que ajudam a manter o panorama livre. Na busca por uma decoração brasileira, autêntica e sem clichês, como esperava o casal, Janice realizou uma grande pesquisa. “Os proprietários viajam pelo mundo todo e me apresentaram diversas referências internacionais. Meu trabalho era entender como a mesma atmosfera poderia ser alcançada com itens feitos no Brasil”, pontua.
Consideramos a Oka uma obra de arte. A casa eleva nossos pilares de arquitetura, design, hospital idade, bem-estar e sustentabilidade
A fachada de concreto aparente emoldura a varanda de um dos quartos
Fran Parente | Estilo: Adriana Frattini
Ocupando a área mais alta e isolada do terreno, a casa é abraçada pela Mata Atlântica e pelas linhas sinuosas da piscina – na cobertura, placas fotovoltaicas garantem energia elétrica, e um terraço permite observar a natureza ao redor
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Durante as vindas deles ao país, a arquiteta organizava roteiros de descoberta. “Em São Paulo, no final de 2022, visitamos juntos a exposição Polifonia Campana, na Luciana Brito Galeria, onde compramos as mesas da série Sopro na Argila que hoje estão na casa”, recorda-se. Móveis modernos e contemporâneos, objetos artesanais e artigos desenhados pela arquiteta compõem a mistura que torna a Oka tão especial. Pronta há um ano – período em que, merecidamente, os donos quiseram a casa só para si –, a construção acaba de entrar para o portfólio de propriedades do Barracuda que podem ser alugadas. Quem não gostaria de passar uns dias nesse paraíso?
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