Com as altas temperaturas frequentes, as redes sociais são inundadas de vídeos e fotos de pets, especialmente cães, brincando alegremente na praia e na piscina. Entretanto, alertam veterinários, nem todo cachorro consegue nadar e é preciso tomar alguns cuidados antes e depois de colocar seu amigo de quatro patas na água.
Segundo Pedro Risolia, médico-veterinário da Petlove, antes de dar um mergulho junto com o pet, é necessário considerar a condição física dele, a raça e se o animal tem medo ou não de água. O especialista explica que a introdução deve ser gradual, sem forçar, utilizando brinquedos favoritos que flutuam para tornar a experiência positiva. Além disso, ressalta, o pet deve estar sempre sob supervisão humana.
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“O cuidado com afogamentos é de extrema importância, pois embora muitos tenham o instinto, nem todos os pets sabem nadar. Raças braquicefálicas, de focinho curto, como Pugs, Bulldogs e Shih Tzus, e cães com tórax largo e pernas curtas, a exemplo do Basset Hound, têm imensa dificuldade e podem afundar rapidamente”, alerta Pedro.
Os cuidados com os pets na praia ou na piscina
Na piscina, o maior perigo é o afogamento silencioso. Por isso, é importante acompanhar
Getty Images
Em ambientes como praia, piscinas ou cachoeiras alguns cuidados são fundamentais. Na piscina, o maior perigo é o afogamento silencioso, quando o animal não sabe como sair, ou a borda está muito alta. Dessa forma, aconselha Pedro, ensiná-lo a localizar a saída é essencial.
Já na praia, a atenção deve ser com a ingestão de água salgada, que pode levar a quadros graves de diarreia e desidratação. O mar também esconde correntes de retorno que podem arrastar o animal.
“Seja no mar, na piscina, em rios, ou cachoeiras, é importante evitar que o animal ingira qualquer tipo de água que não seja tratada e filtrada, pois isso pode causar distúrbios gastrointestinais, como episódios de vômito e diarreia. Também é importante observar o solo, já que areia quente, pedras, superfícies ásperas, ou muito lisas e escorregadias, podem machucar o pet. Outro ponto importante é avaliar se o local é de fato seguro, sem correntezas fortes, objetos cortantes ou presença de animais peçonhentos”, alerta a médica-veterinária Joyce Aparecida Santos Lima, da Cobasi.
Os cuidados com os pets antes e depois do mergulho
Após o mergulho, o animal deve ser higienizado e seco para evitar alegrias e irritação na pele
Getty Images
Ao decidir levar o pet para a praia ou para a piscina, os tutores devem estar cientes que a atenção vai além do momento que o animal está nadando. Os cuidados começam bem antes. É importante que o companheiro de quatro patas esteja vacinado, vermifugado e utilizando antiparasitário. De acordo com Pedro, a providência evita enfermidades como a dirofilariose, que aumenta a relevância no verão, especialmente em regiões litorâneas do país, onde esta doença pode ser endêmica.
Outra providência importante é a aplicação de protetor solar específico para pets, especialmente em animais com peles sensíveis, histórico de dermatites e alergias. O produto deve ser aplicado em áreas com menos pelos, como focinho e ponta das orelhas.
Após o mergulho, o animal deve ser higienizado e seco. “O ideal é que o pet tome um banho completo com água tratada corrente e produtos específicos para cães e gatos, removendo os resíduos de sal, cloro ou microrganismos presentes na água. Esse cuidado ajuda a prevenir possíveis alergias, irritações de pele e problemas dermatológicos, sendo ainda mais importante para animais que já tenham histórico de pele sensível”, diz Joyce.
Outros cuidados com os pets no verão
No verão, evite passeios durante os horários mais quentes do dia (das 10h às 15h) e ofereça sombra sempre que possível
Getty Images
Independentemente, se o seu animal irá à praia ou piscina, as altas temperaturas exigem atenção redobrada. Eles devem ter água fresca disponível o tempo todo, inclusive durante viagens e passeios. Além disso, outro cuidado essencial é a exposição ao sol, recomenda-se evitar os horários mais quentes do dia (das 10h às 15h) e oferecer sombra sempre que possível.
“Durante a viagem, é importante garantir conforto térmico: nunca deixe seu pet sozinho dentro de veículos fechados, e faça paradas regulares para descanso, reidratação e necessidades fisiológicas. Além disso, vale o cuidado e a observação aos sinais de cansaço, estresse ou superaquecimento, como animal ofegante e apático”, explica Joyce.
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Segundo Pedro Risolia, médico-veterinário da Petlove, antes de dar um mergulho junto com o pet, é necessário considerar a condição física dele, a raça e se o animal tem medo ou não de água. O especialista explica que a introdução deve ser gradual, sem forçar, utilizando brinquedos favoritos que flutuam para tornar a experiência positiva. Além disso, ressalta, o pet deve estar sempre sob supervisão humana.
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“O cuidado com afogamentos é de extrema importância, pois embora muitos tenham o instinto, nem todos os pets sabem nadar. Raças braquicefálicas, de focinho curto, como Pugs, Bulldogs e Shih Tzus, e cães com tórax largo e pernas curtas, a exemplo do Basset Hound, têm imensa dificuldade e podem afundar rapidamente”, alerta Pedro.
Os cuidados com os pets na praia ou na piscina
Na piscina, o maior perigo é o afogamento silencioso. Por isso, é importante acompanhar
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Em ambientes como praia, piscinas ou cachoeiras alguns cuidados são fundamentais. Na piscina, o maior perigo é o afogamento silencioso, quando o animal não sabe como sair, ou a borda está muito alta. Dessa forma, aconselha Pedro, ensiná-lo a localizar a saída é essencial.
Já na praia, a atenção deve ser com a ingestão de água salgada, que pode levar a quadros graves de diarreia e desidratação. O mar também esconde correntes de retorno que podem arrastar o animal.
“Seja no mar, na piscina, em rios, ou cachoeiras, é importante evitar que o animal ingira qualquer tipo de água que não seja tratada e filtrada, pois isso pode causar distúrbios gastrointestinais, como episódios de vômito e diarreia. Também é importante observar o solo, já que areia quente, pedras, superfícies ásperas, ou muito lisas e escorregadias, podem machucar o pet. Outro ponto importante é avaliar se o local é de fato seguro, sem correntezas fortes, objetos cortantes ou presença de animais peçonhentos”, alerta a médica-veterinária Joyce Aparecida Santos Lima, da Cobasi.
Os cuidados com os pets antes e depois do mergulho
Após o mergulho, o animal deve ser higienizado e seco para evitar alegrias e irritação na pele
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Ao decidir levar o pet para a praia ou para a piscina, os tutores devem estar cientes que a atenção vai além do momento que o animal está nadando. Os cuidados começam bem antes. É importante que o companheiro de quatro patas esteja vacinado, vermifugado e utilizando antiparasitário. De acordo com Pedro, a providência evita enfermidades como a dirofilariose, que aumenta a relevância no verão, especialmente em regiões litorâneas do país, onde esta doença pode ser endêmica.
Outra providência importante é a aplicação de protetor solar específico para pets, especialmente em animais com peles sensíveis, histórico de dermatites e alergias. O produto deve ser aplicado em áreas com menos pelos, como focinho e ponta das orelhas.
Após o mergulho, o animal deve ser higienizado e seco. “O ideal é que o pet tome um banho completo com água tratada corrente e produtos específicos para cães e gatos, removendo os resíduos de sal, cloro ou microrganismos presentes na água. Esse cuidado ajuda a prevenir possíveis alergias, irritações de pele e problemas dermatológicos, sendo ainda mais importante para animais que já tenham histórico de pele sensível”, diz Joyce.
Outros cuidados com os pets no verão
No verão, evite passeios durante os horários mais quentes do dia (das 10h às 15h) e ofereça sombra sempre que possível
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Independentemente, se o seu animal irá à praia ou piscina, as altas temperaturas exigem atenção redobrada. Eles devem ter água fresca disponível o tempo todo, inclusive durante viagens e passeios. Além disso, outro cuidado essencial é a exposição ao sol, recomenda-se evitar os horários mais quentes do dia (das 10h às 15h) e oferecer sombra sempre que possível.
“Durante a viagem, é importante garantir conforto térmico: nunca deixe seu pet sozinho dentro de veículos fechados, e faça paradas regulares para descanso, reidratação e necessidades fisiológicas. Além disso, vale o cuidado e a observação aos sinais de cansaço, estresse ou superaquecimento, como animal ofegante e apático”, explica Joyce.
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