A fachada vermelha na Rua Júlia da Costa, no centro de Curitiba, PR, chama a atenção de quem passa — mas é ao cruzar a porta que a experiência realmente começa. Inaugurado no fim de novembro de 2025, o bar Testarossa rapidamente conquistou uma legião de fãs na cidade. Criada pelo empresário João Pedro Pennacchi e por Ariel Todeschini, eleito o melhor bartender do Brasil pelo World Class 2025 — considerada a maior competição de coquetelaria do mundo —, a casa se destaca por seus drinques nada óbvios e atmosfera marcante.
Fachada do Testarossa, na Rua Júlia da Costa, em Curitiba, PR
Emy Tsutsumi
Logo na entrada, a recepção calorosa com um “Ciao, bem-vindo” antecipa a proposta da casa: um bar que combina a herança italiana e o jeitinho brasileiro. Essa fusão se reflete no cardápio de porções para compartilhar, que vai de bites de lasanha frita e pasteizinhos variados (a partir de R$ 42) à clássica burrata (R$ 92) e crudos diversos (a partir de R$ 42) — referências diretas à Itália, reinterpretadas com um toque nacional.
O teto vermelho, que remete a Ferrari Testarossa, é a grande assinatura do bar
Emy Tsutsumi
A mesma lógica guia a carta de drinques autorais, inspirada em sabores da culinária italiana. O Pesto Gimlet (R$ 52) remete ao clássico molho pesto, enquanto o Caprese Martini (R$ 50) traduz a tradicional salada em versão líquida. Ainda vale destacar o Testarossa Cup (R$ 45) , preparado com morango, gengibre, pepino, hortelã e soda — o mais pedido da casa.
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O petisco Lasanha Bites consiste em quadradinhos de lasanha empanados e fritos
Munir Bucair Filho
“Mais do que assinar uma carta, o Testarossa é expressar um estilo, um gosto pessoal e a região onde eu me desenvolvi. Ela vem de memórias afetivas da comida italiana, com elementos brasileiros como cachaça, cumaru e puxuri, trazendo caráter regional. A ideia é quebrar a tradição sem caricatura”, revela Ariel sobre a criação dos coquetéis.
O drink Caprese Martini é preparado com vodka, jerez fino, tomate, muçarela, azeitona e pimenta
Munir Bucair Filho
Com atmosfera despojada e acolhedora, o bar busca abraçar diferentes públicos — desde os que gostam de acompanhar o preparo dos drinques de perto, no balcão, aos que preferem um cantinho mais intimista, onde uma rica memorabilia, formada por prêmios, objetos e referências, contam a história por trás da criação da casa. “Recebemos as pessoas como se fosse na nossa casa, e o balcão é o coração do bar. É onde a técnica aparece, o cliente vê o processo e entende o que está sendo feito”, completa.
O balcão, revestido de mármore brasileiro Napoleon Bordeaux, é o coração do bar
Emy Tsutsumi
Assinado pelo escritório Artd3, com direção criativa da Furf Design Studio, o projeto de interiores é um capítulo à parte. O teto vermelho faz alusão direta à icônica Ferrari Testarossa, que batiza o bar, e também remete a um apelido de infância dado a Ariel pela sua avó — “testarossa” significa “cabeça vermelha”, em tradução literal. “O teto é a grande assinatura. Sem ele, o lugar muda completamente. É o que dá o tom da descontração e das dinâmicas sociais do bar”, pontua Maurício Noronha, que comanda a Furf Design Studio ao lado do seu sócio, Rodrigo Brenner.
Initial plugin text
Neste cantinho, uma parede de memorabília conta a história do bar
Emy Tsutsumi
No balcão e nas mesas, o mármore brasileiro Napoleon Bordeaux se destaca, enquanto o piso original de ladrilho hidráulico, os sofás de couro e as placas cimentícias que imitam madeira reforçam referências ao modernismo brasileiro. “Cada material cumpre uma função específica. Madeira aquece, concreto traz contemporaneidade, mármore adiciona nobreza, vidro canelado provoca curiosidade. O equilíbrio entre esses elementos foi essencial, assim como a dosagem do vermelho”, explica Karina Kawano, sócia do Artd3.
Esta ampla mesa, também em mármore Napoleon Bordeaux, foi pensada para incentivar encontros, conversas entre desconhecidos e celebrações coletivas
Emy Tsutsumi
Com apenas 119 m² e capacidade para 60 pessoas, cada espaço foi pensado para receber de forma única. “A ideia era criar vários ambientes dentro de um espaço pequeno, permitindo diferentes formas de uso: quem quer ficar no balcão, quem prefere o sofá, quem busca algo mais reservado. O espaço é compacto, mas comporta diversas experiências”, destaca Denise Maruishi, sócia do Artd3.
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Todos os materiais que compõem a decoração do bar foram cuidadosamente pensados para transmitir uma atmosfera despojada e acolhedora
Emy Tsutsumi
Para quem gosta de descobrir novos endereços, o Testarossa reúne o melhor da coquetelaria autoral em um ambiente que convida a ficar — e a observar cada detalhe com calma. “O objetivo era fazer o melhor bar do Brasil, e a gente está em um caminho muito próspero. Mas isso foi um resultado do trabalho de todos. Mais de 58 pessoas estiveram envolvidas neste projeto. O resultado é coletivo, não é só meu ou do Ariel”, conta João Pedro Pennacchi.
Fachada do Testarossa, na Rua Júlia da Costa, em Curitiba, PR
Emy Tsutsumi
Logo na entrada, a recepção calorosa com um “Ciao, bem-vindo” antecipa a proposta da casa: um bar que combina a herança italiana e o jeitinho brasileiro. Essa fusão se reflete no cardápio de porções para compartilhar, que vai de bites de lasanha frita e pasteizinhos variados (a partir de R$ 42) à clássica burrata (R$ 92) e crudos diversos (a partir de R$ 42) — referências diretas à Itália, reinterpretadas com um toque nacional.
O teto vermelho, que remete a Ferrari Testarossa, é a grande assinatura do bar
Emy Tsutsumi
A mesma lógica guia a carta de drinques autorais, inspirada em sabores da culinária italiana. O Pesto Gimlet (R$ 52) remete ao clássico molho pesto, enquanto o Caprese Martini (R$ 50) traduz a tradicional salada em versão líquida. Ainda vale destacar o Testarossa Cup (R$ 45) , preparado com morango, gengibre, pepino, hortelã e soda — o mais pedido da casa.
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O petisco Lasanha Bites consiste em quadradinhos de lasanha empanados e fritos
Munir Bucair Filho
“Mais do que assinar uma carta, o Testarossa é expressar um estilo, um gosto pessoal e a região onde eu me desenvolvi. Ela vem de memórias afetivas da comida italiana, com elementos brasileiros como cachaça, cumaru e puxuri, trazendo caráter regional. A ideia é quebrar a tradição sem caricatura”, revela Ariel sobre a criação dos coquetéis.
O drink Caprese Martini é preparado com vodka, jerez fino, tomate, muçarela, azeitona e pimenta
Munir Bucair Filho
Com atmosfera despojada e acolhedora, o bar busca abraçar diferentes públicos — desde os que gostam de acompanhar o preparo dos drinques de perto, no balcão, aos que preferem um cantinho mais intimista, onde uma rica memorabilia, formada por prêmios, objetos e referências, contam a história por trás da criação da casa. “Recebemos as pessoas como se fosse na nossa casa, e o balcão é o coração do bar. É onde a técnica aparece, o cliente vê o processo e entende o que está sendo feito”, completa.
O balcão, revestido de mármore brasileiro Napoleon Bordeaux, é o coração do bar
Emy Tsutsumi
Assinado pelo escritório Artd3, com direção criativa da Furf Design Studio, o projeto de interiores é um capítulo à parte. O teto vermelho faz alusão direta à icônica Ferrari Testarossa, que batiza o bar, e também remete a um apelido de infância dado a Ariel pela sua avó — “testarossa” significa “cabeça vermelha”, em tradução literal. “O teto é a grande assinatura. Sem ele, o lugar muda completamente. É o que dá o tom da descontração e das dinâmicas sociais do bar”, pontua Maurício Noronha, que comanda a Furf Design Studio ao lado do seu sócio, Rodrigo Brenner.
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Neste cantinho, uma parede de memorabília conta a história do bar
Emy Tsutsumi
No balcão e nas mesas, o mármore brasileiro Napoleon Bordeaux se destaca, enquanto o piso original de ladrilho hidráulico, os sofás de couro e as placas cimentícias que imitam madeira reforçam referências ao modernismo brasileiro. “Cada material cumpre uma função específica. Madeira aquece, concreto traz contemporaneidade, mármore adiciona nobreza, vidro canelado provoca curiosidade. O equilíbrio entre esses elementos foi essencial, assim como a dosagem do vermelho”, explica Karina Kawano, sócia do Artd3.
Esta ampla mesa, também em mármore Napoleon Bordeaux, foi pensada para incentivar encontros, conversas entre desconhecidos e celebrações coletivas
Emy Tsutsumi
Com apenas 119 m² e capacidade para 60 pessoas, cada espaço foi pensado para receber de forma única. “A ideia era criar vários ambientes dentro de um espaço pequeno, permitindo diferentes formas de uso: quem quer ficar no balcão, quem prefere o sofá, quem busca algo mais reservado. O espaço é compacto, mas comporta diversas experiências”, destaca Denise Maruishi, sócia do Artd3.
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Todos os materiais que compõem a decoração do bar foram cuidadosamente pensados para transmitir uma atmosfera despojada e acolhedora
Emy Tsutsumi
Para quem gosta de descobrir novos endereços, o Testarossa reúne o melhor da coquetelaria autoral em um ambiente que convida a ficar — e a observar cada detalhe com calma. “O objetivo era fazer o melhor bar do Brasil, e a gente está em um caminho muito próspero. Mas isso foi um resultado do trabalho de todos. Mais de 58 pessoas estiveram envolvidas neste projeto. O resultado é coletivo, não é só meu ou do Ariel”, conta João Pedro Pennacchi.



