A arte identitária racial e política de Antonio Obá

O artista plástico Antonio Obá (@antoniooba_br) investiga as relações de influência e contradições dentro da construção cultural do Brasil, como um ato de resistência e reflexão sobre a ideia de uma identidade nacional.
O artista tensiona, por meio de ícones presentes na cultura brasileira, uma memória identitária racial e política, temas explorados em suas esculturas, pinturas, instalações e performances.
Seu trabalho aparece em instituições como Museo Reina Sofía, Tate Modern, MASP, MAM e Inhotim. A obra abaixo é concebida como uma narrativa visual sequencial que articula memória histórica e simbolismo, tendo como ponto de partida a Árvore dos Enforcados, localizada em Araxá, MG, e a evocação da violência racial no Brasil.
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Ao ressignificar figuras como Jim Crow, Harriet Tubman e Zé Pilintra, a pintura constrói um percurso de clamor, passagem e retorno, entre opressão, memória e liberdade.

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