A Fundação Bienal de São Paulo anunciou Amanda Carneiro e Raphael Fonseca como curadores-chefes da 37ª edição da Bienal de São Paulo, prevista para 2027. Realizada no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, a mostra é o principal evento de artes visuais da América Latina e figura entre os mais relevantes do circuito global.
Nas últimas edições, a Fundação tem alternado modelos curatoriais, ora apostando em nomes internacionais, ora em estruturas coletivas, sem hierarquia definida. A escolha da dupla brasileira sinaliza um retorno a uma tradição curatorial nacional, agora reposicionada em diálogo com debates contemporâneos e com o cenário artístico internacional.
Amanda Carneiro é curadora do Museu de Arte de São Paulo (MASP) desde 2018 e atuou como organizadora artística da 60ª edição da Bienal de Veneza. Já Raphael Fonseca é curador de arte latino-americana no Denver Art Museum, nos Estados Unidos, e curador de artes visuais na Fundação Culturgest, com sedes em Lisboa e no Porto, em Portugal.
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Em nota, Amanda Carneiro destacou a relação pessoal e profissional com a Bienal e a responsabilidade de conduzir uma edição dessa escala em sua cidade. “Assumir este projeto é, ao mesmo tempo, uma alegria, um desafio e uma responsabilidade. Estou animada para trabalhar com artistas no desenvolvimento dos projetos, questões e formas de engajamento que darão forma a esta edição, e para colaborar de perto com a equipe da Bienal ao longo de todo o processo”, afirmou.
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Raphael Fonseca relembrou sua primeira visita à Bienal, em 2006, e ressaltou o simbolismo de assumir o cargo duas décadas depois. “Poder estar no cargo de curador-chefe vinte anos após esse primeiro encontro com o formato bienal é algo que ultrapassa qualquer uma das minhas expectativas e me deixa, francamente, sem palavras. Além disso, poder trabalhar em um projeto desta escala com Amanda Carneiro – alguém com quem já colaborei diversas vezes e que, mais do que uma cocuradora, é parte da minha família de afetos – me deixa ainda mais estimulado”, completou.
Nas últimas edições, a Fundação tem alternado modelos curatoriais, ora apostando em nomes internacionais, ora em estruturas coletivas, sem hierarquia definida. A escolha da dupla brasileira sinaliza um retorno a uma tradição curatorial nacional, agora reposicionada em diálogo com debates contemporâneos e com o cenário artístico internacional.
Amanda Carneiro é curadora do Museu de Arte de São Paulo (MASP) desde 2018 e atuou como organizadora artística da 60ª edição da Bienal de Veneza. Já Raphael Fonseca é curador de arte latino-americana no Denver Art Museum, nos Estados Unidos, e curador de artes visuais na Fundação Culturgest, com sedes em Lisboa e no Porto, em Portugal.
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Raphael Fonseca relembrou sua primeira visita à Bienal, em 2006, e ressaltou o simbolismo de assumir o cargo duas décadas depois. “Poder estar no cargo de curador-chefe vinte anos após esse primeiro encontro com o formato bienal é algo que ultrapassa qualquer uma das minhas expectativas e me deixa, francamente, sem palavras. Além disso, poder trabalhar em um projeto desta escala com Amanda Carneiro – alguém com quem já colaborei diversas vezes e que, mais do que uma cocuradora, é parte da minha família de afetos – me deixa ainda mais estimulado”, completou.



