O Louis Vuitton Hotel abriu nesta quinta-feira, 24 de abril, no número 28 da Berkeley Square, em Mayfair, um dos endereços mais elegantes de Londres. Instalado em uma townhouse de múltiplos andares, o projeto pop-up celebra os 130 anos do Monograma — o padrão de iniciais e flores criado por Georges Vuitton, em 1896, como homenagem ao pai, e que se consolidou como um dos símbolos mais reconhecíveis da moda. A ativação, anunciada como única do gênero na Europa, fica em cartaz até 21 de junho.
Cada andar foi concebido como uma imersão em uma bolsa icônica da maison. O percurso começa pelo Keepall Lobby, porta de entrada para a experiência, seguido pelo Speedy Room, dedicado à história da bolsa que atravessou décadas e se tornou um dos modelos mais replicados da indústria. No Bar Noé, o foco recai sobre a peça criada originalmente para transportar champagne — com capacidade para quatro garrafas em pé e uma invertida ao centro. Já o Café Alma apresenta uma proposta gastronômica de inspiração parisiense, com almoço, afternoon tea e programação de DJs entre quinta e sábado. No subsolo, o Neverfull Gym propõe uma leitura lúdica da tote em formato de instalação.
Louis Vuitton inaugura hotel pop-up em Londres com experiências imersivas
Divulgação
A experiência inclui ainda serviços de restauração de peças e personalização com hot stamping desenvolvido exclusivamente para a ativação.
Louis Vuitton inaugura hotel pop-up em Londres com experiências imersivas
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A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de hospitalidade da marca. Em Paris, nos números 103 a 111 da Avenue des Champs-Élysées, o edifício que abrigou o antigo quartel-general do HSBC — e que, segundo relatos, teria sido o local da prisão de Mata Hari em 1917 — passa por transformação. Encoberto por uma cenográfica fachada em forma de baú com o monograma ampliado, o endereço já se tornou ponto de curiosidade na cidade.
Louis Vuitton inaugura hotel pop-up em Londres com experiências imersivas
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A LVMH não confirma prazos nem detalha a função final do espaço. Enquanto o projeto parisiense permanece em aberto, Londres ocupa, por ora, o centro da narrativa.
Cada andar foi concebido como uma imersão em uma bolsa icônica da maison. O percurso começa pelo Keepall Lobby, porta de entrada para a experiência, seguido pelo Speedy Room, dedicado à história da bolsa que atravessou décadas e se tornou um dos modelos mais replicados da indústria. No Bar Noé, o foco recai sobre a peça criada originalmente para transportar champagne — com capacidade para quatro garrafas em pé e uma invertida ao centro. Já o Café Alma apresenta uma proposta gastronômica de inspiração parisiense, com almoço, afternoon tea e programação de DJs entre quinta e sábado. No subsolo, o Neverfull Gym propõe uma leitura lúdica da tote em formato de instalação.
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A experiência inclui ainda serviços de restauração de peças e personalização com hot stamping desenvolvido exclusivamente para a ativação.
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A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de hospitalidade da marca. Em Paris, nos números 103 a 111 da Avenue des Champs-Élysées, o edifício que abrigou o antigo quartel-general do HSBC — e que, segundo relatos, teria sido o local da prisão de Mata Hari em 1917 — passa por transformação. Encoberto por uma cenográfica fachada em forma de baú com o monograma ampliado, o endereço já se tornou ponto de curiosidade na cidade.
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A LVMH não confirma prazos nem detalha a função final do espaço. Enquanto o projeto parisiense permanece em aberto, Londres ocupa, por ora, o centro da narrativa.



