O apartamento Miguel Tostes, em Porto Alegre, é o ponto de encontro de Kim Rieffel, engenheiro de produção, e Daniela Cenci, ceramista e servidora pública. Dividindo a rotina de trabalho entre a capital gaúcha e Florianópolis, o casal buscava um espaço que fosse funcional, mas que também contasse histórias.
Originalmente com três quartos, o imóvel, situado no bairro do Rio Branco, passou por uma reforma completa. O pedido central era reduzir divisões e ampliar o convívio, mantendo a privacidade.
“O conceito nasceu do desejo dos moradores de acessar a suíte por uma esquadria ampla de duas folhas que se abrem diretamente para a sala, ao invés de corredores”, explica o arquiteto Rodrigo Steiner Leães, do escritório BARRA Arquitetos (@barra.arquitetos).
RETRATO | Kim está sentado na poltrona Butterfly. Tapete da Expresso do Oriente
Manuel Sá/Divulgação
A integração foi reforçada pelo forro curvo desenhado pelo escritório, que percorre todo o teto. A ideia teve como inspiração as enfilades, sequências de ambientes alinhados sem corredores, comuns em palácios franceses do século 18, também presentes de modo análogo em vagões de trem.
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O recurso amplia a percepção da luminosidade. Enquanto a iluminação artificial valoriza a curvatura, as janelas, que percorrem todo o apartamento, permitem a entrada de luz natural.
DETALHES | Estante com as cerâmicas de Daniela
Manuel Sá/Divulgação
A composição em camadas com uma linha de persianas rolô e o tecido leve das cortinas permitem tanto a claridade difusa, quanto o escurecimento dos ambientes.
INTEGRAÇÃO | O binóculo, a vitrola, as plantas e os vasos são acervo dos moradores. Na parede da cozinha, o quadro Enfilade é de Rodrigo Steiner Leães. Os metais são da SenSea, na Leroy Merlin
Manuel Sá/Divulgação
A base neutra, com tons suaves e contrastes pontuais da madeira escura da marcenaria, reforça a continuidade visual. “Mesmo dentro de uma paleta homogênea, os tons variam pela textura e pela materialidade”, observa Rodrigo. O piso monolítico, que conecta os cômodos, reitera esses aspectos, além de facilitar a manutenção cotidiana.
SALA DE JANTAR | Mesa Dani e bancada assinadas pelo BARRA Arquitetos. Cadeiras Elbow, de Hans Wegner, adquiridas na Faro Design. Os vasos e as plantas são acervo dos moradores
Manuel Sá/Divulgação
Sem paredes, o mobiliário organiza os ambientes. Peças assinadas, como o sofá de Ilse Lang, convivem com itens projetados pelo próprio escritório, garantindo fluidez e versatilidade.
RETRATO | Os moradores Daniela e Kim estão na ilha da cozinha, feita de lâmina natural de curupixa com tingimento, da Residencial Móveis, assim como o painel da sala de jantar. Nas prateleiras, cerâmicas feitas por Daniela para a sua marca CENCI
Manuel Sá/Divulgação
A decoração foi escolhida a partir de uma curadoria colaborativa e conduzida, em grande parte, pelos próprios moradores. O tapete, que acolhe quem visita, e as prateleiras da sala marcam o novo visual do lar.
QUARTO | Móveis de lâmina natural de curupixa com tingimento, sendo o desenho do BARRA Arquitetos e a execução da Residencial Móveis. Na pequena bancada do quarto, o abajur é da Zara Home e a cadeira Mark é da CoisasDcasa
Manuel Sá/Divulgação
“A estante é como uma exposição itinerante da nossa história, sempre atualizada por fotos, vasos que produzo ou lembranças que o Kim traz das viagens”, diz Daniela.
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DETALHE | Cadeira Ema, versão lona, da Faro Design
Manuel Sá/Divulgação
As prateleiras são um organismo vivo, um marco temporal. É muito especial ter um ambiente em casa tão representativo de nossas memórias e interesses.”
QUARTO | A porta do quarto é de madeira maciça de caxeta, com pintura esmalte à base de água, também desenho do escritório de arquitetura e execução da Residencial Móveis
Manuel Sá/Divulgação
A integração total era o objetivo principal. Além da abertura da suíte para a área social, utilizamos o piso como o grande elemento de continuidade.”
Originalmente com três quartos, o imóvel, situado no bairro do Rio Branco, passou por uma reforma completa. O pedido central era reduzir divisões e ampliar o convívio, mantendo a privacidade.
“O conceito nasceu do desejo dos moradores de acessar a suíte por uma esquadria ampla de duas folhas que se abrem diretamente para a sala, ao invés de corredores”, explica o arquiteto Rodrigo Steiner Leães, do escritório BARRA Arquitetos (@barra.arquitetos).
RETRATO | Kim está sentado na poltrona Butterfly. Tapete da Expresso do Oriente
Manuel Sá/Divulgação
A integração foi reforçada pelo forro curvo desenhado pelo escritório, que percorre todo o teto. A ideia teve como inspiração as enfilades, sequências de ambientes alinhados sem corredores, comuns em palácios franceses do século 18, também presentes de modo análogo em vagões de trem.
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O recurso amplia a percepção da luminosidade. Enquanto a iluminação artificial valoriza a curvatura, as janelas, que percorrem todo o apartamento, permitem a entrada de luz natural.
DETALHES | Estante com as cerâmicas de Daniela
Manuel Sá/Divulgação
A composição em camadas com uma linha de persianas rolô e o tecido leve das cortinas permitem tanto a claridade difusa, quanto o escurecimento dos ambientes.
INTEGRAÇÃO | O binóculo, a vitrola, as plantas e os vasos são acervo dos moradores. Na parede da cozinha, o quadro Enfilade é de Rodrigo Steiner Leães. Os metais são da SenSea, na Leroy Merlin
Manuel Sá/Divulgação
A base neutra, com tons suaves e contrastes pontuais da madeira escura da marcenaria, reforça a continuidade visual. “Mesmo dentro de uma paleta homogênea, os tons variam pela textura e pela materialidade”, observa Rodrigo. O piso monolítico, que conecta os cômodos, reitera esses aspectos, além de facilitar a manutenção cotidiana.
SALA DE JANTAR | Mesa Dani e bancada assinadas pelo BARRA Arquitetos. Cadeiras Elbow, de Hans Wegner, adquiridas na Faro Design. Os vasos e as plantas são acervo dos moradores
Manuel Sá/Divulgação
Sem paredes, o mobiliário organiza os ambientes. Peças assinadas, como o sofá de Ilse Lang, convivem com itens projetados pelo próprio escritório, garantindo fluidez e versatilidade.
RETRATO | Os moradores Daniela e Kim estão na ilha da cozinha, feita de lâmina natural de curupixa com tingimento, da Residencial Móveis, assim como o painel da sala de jantar. Nas prateleiras, cerâmicas feitas por Daniela para a sua marca CENCI
Manuel Sá/Divulgação
A decoração foi escolhida a partir de uma curadoria colaborativa e conduzida, em grande parte, pelos próprios moradores. O tapete, que acolhe quem visita, e as prateleiras da sala marcam o novo visual do lar.
QUARTO | Móveis de lâmina natural de curupixa com tingimento, sendo o desenho do BARRA Arquitetos e a execução da Residencial Móveis. Na pequena bancada do quarto, o abajur é da Zara Home e a cadeira Mark é da CoisasDcasa
Manuel Sá/Divulgação
“A estante é como uma exposição itinerante da nossa história, sempre atualizada por fotos, vasos que produzo ou lembranças que o Kim traz das viagens”, diz Daniela.
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DETALHE | Cadeira Ema, versão lona, da Faro Design
Manuel Sá/Divulgação
As prateleiras são um organismo vivo, um marco temporal. É muito especial ter um ambiente em casa tão representativo de nossas memórias e interesses.”
QUARTO | A porta do quarto é de madeira maciça de caxeta, com pintura esmalte à base de água, também desenho do escritório de arquitetura e execução da Residencial Móveis
Manuel Sá/Divulgação
A integração total era o objetivo principal. Além da abertura da suíte para a área social, utilizamos o piso como o grande elemento de continuidade.”



