O Maranhão concentra a maior proporção de casas próprias já quitadas do Brasil. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 79,2% dos domicílios no estado pertencem a moradores sem financiamento ativo — um patamar significativamente acima da média nacional, que é de 60,2%.
O ranking, elaborado a partir da Pnad Contínua Anual e disponível na tabela Sidra — o banco de tabelas estatísticas do IBGE —, traça um mapa da moradia no país em que Norte e Nordeste ocupam as primeiras posições. Após o Maranhão, aparecem Piauí (76%) e Amapá (75,4%), seguidos por Pará (74,2%), Bahia (72,3%) e Acre (72%).
Na outra ponta, estados como São Paulo (52,2%) e o Distrito Federal (49,1%) têm menor participação de imóveis quitados.
Os dados do IBGE revelam um retrato curioso da moradia no Brasil: o Maranhão desponta como líder em casas próprias, superando a média nacional e mostrando como o lar, já consolidado, é parte essencial da identidade do estado
Freepik/rawpixel.com/Creative Commons
Para além do ranking, os dados ajudam a entender como os brasileiros vivem hoje. O país soma 79,3 milhões de domicílios, um crescimento de quase 19% desde 2016.
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Nesse período, o aluguel foi a modalidade que mais avançou, com alta de 54,1%, enquanto os imóveis próprios ainda em pagamento cresceram 31,2%. Já as casas totalmente quitadas tiveram expansão discreta, o que indica perda de participação ao longo dos anos, ainda que continuem sendo maioria.
Embora ainda predominantes, as casas totalmente quitadas avançam em ritmo mais lento no país, indicando perda de espaço ao longo dos anos, segundo dados do IBGE
Freepik/Creative Commons
O retrato das moradias também passa pelos materiais e pela infraestrutura. Quase metade das casas brasileiras têm cobertura de telha sem laje de concreto (48,9%), característica comum fora dos grandes centros. Já as paredes de alvenaria com revestimento predominam, presentes em 89,7% dos lares, em um movimento de melhoria gradual das construções.
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No dia a dia, o acesso a serviços básicos mostra diferenças importantes. A rede geral de água atende 86,1% dos domicílios, enquanto o esgoto encanado segue limitado, sobretudo nas áreas rurais. Em parte das residências, práticas como a queima de lixo ainda fazem parte da rotina.
O ranking, elaborado a partir da Pnad Contínua Anual e disponível na tabela Sidra — o banco de tabelas estatísticas do IBGE —, traça um mapa da moradia no país em que Norte e Nordeste ocupam as primeiras posições. Após o Maranhão, aparecem Piauí (76%) e Amapá (75,4%), seguidos por Pará (74,2%), Bahia (72,3%) e Acre (72%).
Na outra ponta, estados como São Paulo (52,2%) e o Distrito Federal (49,1%) têm menor participação de imóveis quitados.
Os dados do IBGE revelam um retrato curioso da moradia no Brasil: o Maranhão desponta como líder em casas próprias, superando a média nacional e mostrando como o lar, já consolidado, é parte essencial da identidade do estado
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Para além do ranking, os dados ajudam a entender como os brasileiros vivem hoje. O país soma 79,3 milhões de domicílios, um crescimento de quase 19% desde 2016.
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Nesse período, o aluguel foi a modalidade que mais avançou, com alta de 54,1%, enquanto os imóveis próprios ainda em pagamento cresceram 31,2%. Já as casas totalmente quitadas tiveram expansão discreta, o que indica perda de participação ao longo dos anos, ainda que continuem sendo maioria.
Embora ainda predominantes, as casas totalmente quitadas avançam em ritmo mais lento no país, indicando perda de espaço ao longo dos anos, segundo dados do IBGE
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O retrato das moradias também passa pelos materiais e pela infraestrutura. Quase metade das casas brasileiras têm cobertura de telha sem laje de concreto (48,9%), característica comum fora dos grandes centros. Já as paredes de alvenaria com revestimento predominam, presentes em 89,7% dos lares, em um movimento de melhoria gradual das construções.
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No dia a dia, o acesso a serviços básicos mostra diferenças importantes. A rede geral de água atende 86,1% dos domicílios, enquanto o esgoto encanado segue limitado, sobretudo nas áreas rurais. Em parte das residências, práticas como a queima de lixo ainda fazem parte da rotina.



