Visitei o apartamento da designer de interiores Marina Lieberman, cujo ponto de partida para a decoração foi o estilo New England – uma referência que atravessa toda a morada.
A estética tem origem na colonização inglesa da costa leste dos Estados Unidos, onde as casas eram construídas para enfrentar o clima mais rigoroso, com estruturas sólidas, madeira pintada, tecidos resistentes e uma paleta que dialogava com o entorno. O mar sempre esteve presente, nas cores, nos materiais ou nos objetos do cotidiano.
A paleta de cores é baseada em tons de azul e neutros para criar uma atmosfera litorânea
Rafael Castro/Divulgação
No lar de Marina, essa influência aparece principalmente nos tons de azul e verde. Eles organizam os ambientes e criam uma leitura contínua, que remete à costa e ao mar, paixões da moradora. Mesmo em São Paulo, a casa se afasta do ritmo urbano e constrói outra atmosfera.
O mar está presente, mas de forma contida. Não aparece de maneira literal ou decorativa. Está nas cores, nas escolhas de materiais e em peças que lembram esse universo e que carregam referências.
O apartamento tem a sala de jantar integrada com o living, mantendo a praia como referência em cores e materiais para dar continuidade aos ambientes
Rafael Castro/Divulgação
Outro ponto importante é como o maximalismo aparece. Existe uma ideia comum de que casas maximalistas são carregadas, mas aqui acontece o contrário. A casa é cheia, mas organizada. A circulação é clara e preservada, permitindo que os espaços sejam usados com facilidade.
Leia mais
Há também uma camada pessoal evidente. Objetos, obras e móveis trazem referências de viagens e do período em que a moradora viveu fora. Esses elementos constroem a narrativa da casa ao longo do tempo.
A estética tem origem na colonização inglesa da costa leste dos Estados Unidos, onde as casas eram construídas para enfrentar o clima mais rigoroso, com estruturas sólidas, madeira pintada, tecidos resistentes e uma paleta que dialogava com o entorno. O mar sempre esteve presente, nas cores, nos materiais ou nos objetos do cotidiano.
A paleta de cores é baseada em tons de azul e neutros para criar uma atmosfera litorânea
Rafael Castro/Divulgação
No lar de Marina, essa influência aparece principalmente nos tons de azul e verde. Eles organizam os ambientes e criam uma leitura contínua, que remete à costa e ao mar, paixões da moradora. Mesmo em São Paulo, a casa se afasta do ritmo urbano e constrói outra atmosfera.
O mar está presente, mas de forma contida. Não aparece de maneira literal ou decorativa. Está nas cores, nas escolhas de materiais e em peças que lembram esse universo e que carregam referências.
O apartamento tem a sala de jantar integrada com o living, mantendo a praia como referência em cores e materiais para dar continuidade aos ambientes
Rafael Castro/Divulgação
Outro ponto importante é como o maximalismo aparece. Existe uma ideia comum de que casas maximalistas são carregadas, mas aqui acontece o contrário. A casa é cheia, mas organizada. A circulação é clara e preservada, permitindo que os espaços sejam usados com facilidade.
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Há também uma camada pessoal evidente. Objetos, obras e móveis trazem referências de viagens e do período em que a moradora viveu fora. Esses elementos constroem a narrativa da casa ao longo do tempo.



