A paisagem de São Paulo nem sempre foi marcada por concreto e poluição. Essa é a provocação central de Adote uma Araucária, projeto da artista Cristina Canepa que ganha forma em uma exposição na Vila Madalena a partir de 25 de abril.
Em cartaz no Espaço Canteiro, a mostra propõe uma reflexão sobre o apagamento gradual da vegetação nativa, em especial da araucária, ao longo da urbanização da cidade.
Como parte da performance que antecedeu a exposição, a artista realizou uma caminhada pelo Centro de São Paulo, atravessando suas ruas vestida com indumentárias artísticas
Daniel de Oliveira/Divulgação
Como prólogo da exposição, a artista realizou no dia 18 de abril uma caminhada performativa pelo centro histórico de São Paulo, conectando o Pateo do Collegio ao Largo de Pinheiros, ativando no espaço urbano as questões que estruturam o projeto. Ao longo do percurso, sob direção de Fernanda Bueno, do Balé da Cidade de São Paulo, um grupo de performers ocupou as ruas com figurinos que evocavam elementos naturais.
Leia mais
A exibição é resultado de diferentes camadas de investigação. Parte desse processo envolveu a escuta de moradores e frequentadores do centro paulistano, a fim de mapear percepções sobre as transformações da paisagem urbana.
Initial plugin text
Com curadoria de Yasmine Ostendorf-Rodríguez, a mostra reúne mais de 15 peças e um mural de grandes dimensões que narra a trajetória da araucária ao longo do tempo — uma espécie milenar que já fez parte do cotidiano paulistano, mas que hoje resiste apenas de forma residual na cidade.
A araucária é uma árvore conhecida pelo seu formato peculiar que lembra um candelabro
Pexels/Matheus Wladeka/Creative Commons
A exposição também incorpora elementos performativos e sensoriais, ampliando a experiência do público. Degustações de pinhão e encontros com convidados integram a programação, e os visitantes podem adquirir sementes ou mudas da espécie, acompanhadas de orientações de cultivo.
Adote Uma Araucária
Em cartaz no Espaço Canteiro, a mostra propõe uma reflexão sobre o apagamento gradual da vegetação nativa, em especial da araucária, ao longo da urbanização da cidade.
Como parte da performance que antecedeu a exposição, a artista realizou uma caminhada pelo Centro de São Paulo, atravessando suas ruas vestida com indumentárias artísticas
Daniel de Oliveira/Divulgação
Como prólogo da exposição, a artista realizou no dia 18 de abril uma caminhada performativa pelo centro histórico de São Paulo, conectando o Pateo do Collegio ao Largo de Pinheiros, ativando no espaço urbano as questões que estruturam o projeto. Ao longo do percurso, sob direção de Fernanda Bueno, do Balé da Cidade de São Paulo, um grupo de performers ocupou as ruas com figurinos que evocavam elementos naturais.
Leia mais
A exibição é resultado de diferentes camadas de investigação. Parte desse processo envolveu a escuta de moradores e frequentadores do centro paulistano, a fim de mapear percepções sobre as transformações da paisagem urbana.
Initial plugin text
Com curadoria de Yasmine Ostendorf-Rodríguez, a mostra reúne mais de 15 peças e um mural de grandes dimensões que narra a trajetória da araucária ao longo do tempo — uma espécie milenar que já fez parte do cotidiano paulistano, mas que hoje resiste apenas de forma residual na cidade.
A araucária é uma árvore conhecida pelo seu formato peculiar que lembra um candelabro
Pexels/Matheus Wladeka/Creative Commons
A exposição também incorpora elementos performativos e sensoriais, ampliando a experiência do público. Degustações de pinhão e encontros com convidados integram a programação, e os visitantes podem adquirir sementes ou mudas da espécie, acompanhadas de orientações de cultivo.
Adote Uma Araucária
Data: 25 de abril a 24 de maio
Horário: quintas e sextas, das 14h às 18h; sábados, das 11h às 16h
Endereço: Espaço Canteiro – Rua Purpurina, 434 – Vila Madalena
Ingressos: entrada gratuita
Mais informações: @criscanepa.art



