Um apartamento de 280 m² na Vila Nova Conceição, em São Paulo, construído nos anos 1990, foi reformado pelo escritório Marcela Penteado Arquitetos sem apagar as marcas do tempo – pelo contrário, incorporando-as. O ponto de partida foi uma história pessoal: o reencontro de um casal que se conheceu na adolescência, se afastou e voltou a se encontrar anos depois, já na capital paulista. “O projeto nasce dessa trajetória”, conta a arquiteta. “Quisemos que ela se lesse nos materiais, na marcenaria feita à mão, na luz sobre as superfícies, nas cores que aparecem de forma indireta.”
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O bar tem quartzito Via Appia
Fran Parente
Desníveis e chanfros originais do edifício foram incorporados ao desenho. Na área social, uma grande estante de madeira ipê abriga bar embutido e nicho de quartzito Via Appia. As paredes aquecem o conjunto, enquanto o hall de entrada recebe palha de seda verde. A cor percorre o projeto sempre de forma indireta, nas fibras naturais, nos tapetes e nos tecidos.
+ Inspirado em bairro de Milão, apartamento aposta em curvas e memória afetiva
Detalhes do living com banco Mocho, de Sergio Rodrigues, e mesa Gino, de Isabelle de Mari, sobre tapete da Punto e Filo
Fran Parente
Outro detalhe do living exibe mesa lateral Pétala, de Jorge Zalszupin
Fran Parente
Na sala de jantar, mesa desenhada pelo escritório com tampo de quartzito Roma Imperiale, da Brasigran, poltronas Beg, de Sergio Rodrigues, na Dpot, e tela de Manoel Bersan
Fran Parente
Na cozinha, quartzito Taj Mahal, da Porto Design
Fran Parente
A cozinha, totalmente integrada, atendeu ao maior desejo da moradora, psicóloga no trabalho e cozinheira por prazer: bancadas e paredes de quartzito Taj Mahal reforçam a unidade visual da marcenaria. A antiga dependência de serviço virou uma pequena oficina para o morador, apaixonado por carros.
+ Texturas mil e tons terrosos vestem apartamento minimalista
Poltrona de Jader Almeida com tecido da Dedar Milano
Fran Parente
Na área social, duo de bancos de Sergio Rodrigues
Fran Parente
No banheiro, a materialidade é o destaque
Fran Parente
A curadoria de mobiliário reúne peças do design brasileiro de diferentes épocas: a poltrona Dinamarquesa e o banco Onda, de Jorge Zalszupin; o banco Mocho e a poltrona Beg, de Sergio Rodrigues, convivendo com criações contemporâneas de Jader Almeida e Isabelle de Mari, além de peças de desenho exclusivo do escritório.
+ Design como arte: tudo é escultórico em apartamento paulistano
No quarto, cama desenhada pelo escritório e executada pela Bel Colore e tapete da Punto e Filo
Fran Parente
Outro ângulo do quarto exibe serigrafia do artista colombiano Omar Rayo
Fran Parente
O acervo artístico amplia a dimensão afetiva da casa: uma gravura de Di Cavalcanti, a escultura de árvore do artista cubano Jorge Mayet e obras de Octávio Ferreira de Araújo, Manoel Bersan e Omar Rayo estão inseridas nos ambientes como extensões naturais da arquitetura. Tudo guiado pela materialidade. “Madeira, pedra, palha de seda”, resume a arquiteta. “Os materiais é que conduzem.”
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O bar tem quartzito Via Appia
Fran Parente
Desníveis e chanfros originais do edifício foram incorporados ao desenho. Na área social, uma grande estante de madeira ipê abriga bar embutido e nicho de quartzito Via Appia. As paredes aquecem o conjunto, enquanto o hall de entrada recebe palha de seda verde. A cor percorre o projeto sempre de forma indireta, nas fibras naturais, nos tapetes e nos tecidos.
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Detalhes do living com banco Mocho, de Sergio Rodrigues, e mesa Gino, de Isabelle de Mari, sobre tapete da Punto e Filo
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Outro detalhe do living exibe mesa lateral Pétala, de Jorge Zalszupin
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Na sala de jantar, mesa desenhada pelo escritório com tampo de quartzito Roma Imperiale, da Brasigran, poltronas Beg, de Sergio Rodrigues, na Dpot, e tela de Manoel Bersan
Fran Parente
Na cozinha, quartzito Taj Mahal, da Porto Design
Fran Parente
A cozinha, totalmente integrada, atendeu ao maior desejo da moradora, psicóloga no trabalho e cozinheira por prazer: bancadas e paredes de quartzito Taj Mahal reforçam a unidade visual da marcenaria. A antiga dependência de serviço virou uma pequena oficina para o morador, apaixonado por carros.
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Poltrona de Jader Almeida com tecido da Dedar Milano
Fran Parente
Na área social, duo de bancos de Sergio Rodrigues
Fran Parente
No banheiro, a materialidade é o destaque
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A curadoria de mobiliário reúne peças do design brasileiro de diferentes épocas: a poltrona Dinamarquesa e o banco Onda, de Jorge Zalszupin; o banco Mocho e a poltrona Beg, de Sergio Rodrigues, convivendo com criações contemporâneas de Jader Almeida e Isabelle de Mari, além de peças de desenho exclusivo do escritório.
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No quarto, cama desenhada pelo escritório e executada pela Bel Colore e tapete da Punto e Filo
Fran Parente
Outro ângulo do quarto exibe serigrafia do artista colombiano Omar Rayo
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O acervo artístico amplia a dimensão afetiva da casa: uma gravura de Di Cavalcanti, a escultura de árvore do artista cubano Jorge Mayet e obras de Octávio Ferreira de Araújo, Manoel Bersan e Omar Rayo estão inseridas nos ambientes como extensões naturais da arquitetura. Tudo guiado pela materialidade. “Madeira, pedra, palha de seda”, resume a arquiteta. “Os materiais é que conduzem.”
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